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Estão a ver a Billie Eilish? - viram o filme que ela fez com o James Cameron? - Estão a ver a sensação de ela arrancar canções à vida como se tivesse apenas de estalar os dedos? Às vezes só queríamos fazer teatro como ela faz canções. wanna write a play like Billie Eilish será uma das nossas novas criações em 2027; vamos falando, Billie.
Nos dias 25 e 26 de junho, o Visões Úteis e a ARBO integram o grupo de trabalho que propõe o tema “A educação de Rua como revelador de culturas urbanas em territórios estigmatizados” à Conferência Internacional Conexões Periféricas: criatividades juvenis e políticas públicas, “que assume as práticas artísticas, as culturas urbanas e as políticas públicas como eixos centrais para a reflexão sobre
"No Cruzamento da História e Crítica" é uma publicação que se divide e confunde - no melhor dos sentidos - entre arquitetura, artes performativas e património cultural. Pelo que lhe fica muito bem a inclusão de um artigo do Jorge Palinhos acerca da dimensão vertical nas artes performativas; como não podia deixar de ser, inspirado pela nossa "memória do aqueduto" em que o público, reclinado em
São demasiadas coisas. Na vida, há demasiadas coisas. Se calhar foi por isso é que o Demócrito arrancou os olhos; é que para ele - era um filósofo pré-socrático - era tudo um turbilhão infinito de átomos. Sempre em movimento. Sem nunca se encaixarem uns nos outros. É oficial: pelo VU há cada vez mais gente perdida dentro de um baralho de cartas. “O Diabo em Mim”, com direção de Carlos Costa, tem
Dizem que não devemos voltar aos lugares onde fomos felizes mas quem é que quer saber disso? Um ano depois, maio volta a ser mês de FITEI e de aquedutos, memórias de Atenas e de Adriano: em mais uma colaboração com a Húmus, repetimos o exercício habitual de transportar um espetáculo para dentro de um livro. Vai ser no Salão Nobre do Teatro Nacional de São João, com apresentação de Inês Moreira
No dia 6 de maio voltamos a reunir com representantes das entidades que constituem a Comissão de Acompanhamento do projeto ARBO. Com atuação em diferentes sectores de intervenção – social, educativa e cultural, e ligadas por uma rede que mantemos viva e ativa, a sua presença e participação regular é fundamental para a observação, reflexão e consolidação da implementação da IIES ARBO - programa
O catálogo digital da criação Arraial de Quimeras já está disponível no nosso site! Com direção de Inês de Carvalho, Arraial de Quimeras desdobrou-se numa exposição e num conjunto de ativações performativas, em torno do poder performativo do figurino e do arquivo do Visões Úteis. Pode ser descarregado aqui - trata-se de um documento de arquivo, que documenta um projeto sobre o arquivo e o modo e
A consignação do IRS é como liderar o governo a 1% (bom... mais ou menos) Direitos Humanos, Ambiente, Cultura, o que é que escolhes? Antes de decidir, consulta no site da Autoridade Tributária a lista das entidades beneficiárias, onde está incluído o VU (503 285 315)
Temos uma banheira na sala de ensaios. Tínhamos. Agora não temos, porque a Carla Gomes e a Valéria Martins, nossas Artistas Associadas, estão quase a estrear. Futuras Coisas é um ensaio sobre o colapso na repetição. Entre a obsessão e a desistência, uma mulher habita um espaço metalizado onde cada dia é uma simulação. Habita a fissura entre o desejo de permanência e a urgência da transformação
No dia 19 de março, às 18:00, abrimos as portas da Casa São Roque ao Arraial de Quimeras. Entre figurinos, ilustrações, registos do processo, e objetos híbridos revisitados a partir de leituras e interpelações do arquivo do Visões Úteis, o “armário teatral” renovado abre-se ao público para revelar esculturas que se contemplam e figurinos que “aguardam” corpo. A primeira ativação performativa pelos