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Dizem que não devemos voltar aos lugares onde fomos felizes mas quem é que quer saber disso? Um ano depois, maio volta a ser mês de FITEI e de aquedutos, memórias de Atenas e de Adriano: em mais uma colaboração com a Húmus, repetimos o exercício habitual de transportar um espetáculo para dentro de um livro. Vai ser no Salão Nobre do Teatro Nacional de São João, com apresentação de Inês Moreira
No dia 6 de maio voltamos a reunir com representantes das entidades que constituem a Comissão de Acompanhamento do projeto ARBO. Com atuação em diferentes sectores de intervenção – social, educativa e cultural, e ligadas por uma rede que mantemos viva e ativa, a sua presença e participação regular é fundamental para a observação, reflexão e consolidação da implementação da IIES ARBO - programa
O catálogo digital da criação Arraial de Quimeras já está disponível no nosso site! Com direção de Inês de Carvalho, Arraial de Quimeras desdobrou-se numa exposição e num conjunto de ativações performativas, em torno do poder performativo do figurino e do arquivo do Visões Úteis. Pode ser descarregado aqui - trata-se de um documento de arquivo, que documenta um projeto sobre o arquivo e o modo e
A consignação do IRS é como liderar o governo a 1% (bom... mais ou menos) Direitos Humanos, Ambiente, Cultura, o que é que escolhes? Antes de decidir, consulta no site da Autoridade Tributária a lista das entidades beneficiárias, onde está incluído o VU (503 285 315)
Temos uma banheira na sala de ensaios. Tínhamos. Agora não temos, porque a Carla Gomes e a Valéria Martins, nossas Artistas Associadas, estão quase a estrear. Futuras Coisas é um ensaio sobre o colapso na repetição. Entre a obsessão e a desistência, uma mulher habita um espaço metalizado onde cada dia é uma simulação. Habita a fissura entre o desejo de permanência e a urgência da transformação
No dia 19 de março, às 18:00, abrimos as portas da Casa São Roque ao Arraial de Quimeras. Entre figurinos, ilustrações, registos do processo, e objetos híbridos revisitados a partir de leituras e interpelações do arquivo do Visões Úteis, o “armário teatral” renovado abre-se ao público para revelar esculturas que se contemplam e figurinos que “aguardam” corpo. A primeira ativação performativa pelos
No coração do labirinto deste jardim, onde os caminhos se cruzam e se reinventam, celebramos a vida em todas as suas formas - múltipla, híbrida, indomável, quimérica. Como no mito de Ariadne, há um fio invisível que nos guia: não para fugir, mas para aprofundar o mistério de descobrir novos começos. Resgatadas do arquivo - o armário teatral onde repousam os figurinos de outros tempos - regressam
Quinta-Feira, 12 de março, pelas 18h, chega ao fim a segunda etapa da maravilhosa aventura que tem sido o REENACT NOW, a linha de investigação com que temos vindo a tentar (e falhar, claro, ou não fosse impossível) reconstituir espetáculos marcantes na História do Teatro em Portugal. Um ano depois da reconstituição de “A Ilha dos Escravos” (espetáculo do TEUC, de 1969) estamos de volta ao local do
O que é a propriedade intelectual? E os direitos de autor? E os direitos conexos são conexos a quê? E o Spotify e o Youtube? A SIC e a TVI? E a Inteligência Artificial, como é que vai ser? O Miguel Guedes e o Luís Sampaio - da GDA, Gestão dos Direitos dos Artistas - vão espantar-te com uma espécie de thriller, cada vez mais em modo sci-fi, onde, por entre sombras, se escondem os donos disto tudo
Nas sessões exploratórias em modo oficina de costura, na Casa da Pertença, descobrimos o “fuxico” - uma técnica artesanal muito popular no Brasil, usada no aproveitamento de retalhos e sobras de tecido por comunidades de mulheres que se juntam para coser e conversar. Uma espécie de roseta que pode ser uma flor ou uma folha e que pode ser composta, entretecida, numa variedade de cores e padrões