“Não vão precisar de trabalhar, vão ter só de representar, que não se pode dizer que seja trabalhar, é só dizer umas coisas.” No fnal de 1997 quisemos contar uma história sem grandes mensagens, para
“Só há uma coisa que me faz confusão… são aquelas protuberâncias… aquilo são cornos ou raios de sol?” Em Porto Monocromático quisemos viver o Porto e o seu quotidiano e durante sete meses lançámo-nos
“A minha mulher é a inteligência personificada. É mesmo mais inteligente do que eu. Em todo o caso é muito mais feminina. Dizem.” Na primeira vez que trabalhámos com o João Paulo Seara Cardoso fizemos
“Uma tarde de Verão, no meu quarto. A janela está aberta. Entra um cheiro estranho a folhas podres e asfalto a derreter-se ao Sol.” Durante três meses convidámos o público a espreitar pelo buraco da
“Lembras-te Claire?Nós as duas… debaixo da árvore… os pés ao Sol?Lembras-te Claire?” Lembramo-nos muito bem! Porque foi o primeiro trabalho do Visões. Porque foi difícil. Porque era Genet. Porque
“No fundo da alma, bem lá no fundo do Subterrâneo, rimo-nos do sofrimento.O que não nos impede de sermos desgraçadamente infelizes.” Em S. Bento da Vitória, bem no fundo do Mosteiro, ao lado do poço