“Agora ficaste a saber o que existia para além de ti.” A útima produção da trilogia da punição foi trabalhada no âmbito do nosso Projecto Liberdades– levar teatro aos estabelecimentos prisionais
“Trata-se de uma máquina muito especial.” Com este espectáculo iniciámos a Trilogia da Punição de Kafka e quisemos fazer uma segunda tentativa de criação colectiva. No meio de muito ruído surgiu a luz
“Sr. Samsa! Então? O que é que se passa?” No final de 1998 trabalhámos ao ritmo de Kafka num escritório: ao ritmo do relógio, naquela que foi até hoje a nossa produção mais complexa. Foi um prazer ver
“Nunca mais foste o mesmo depois daquilo.Nunca mais serás o mesmo depois disto.” Com o "actor mais velho" Diogo Dória aprendemos como pode ser bom ouvir o silêncio e lançar palavras. Há já muito tempo
“Não se pode voltar atrás agora. Já não tenho nenhuma razão para viver. Tenho de arranjar prateleiras novas.” Depois do Centro Cultural de Belém nos ter convidado para com o João Paulo Seara Cardoso
“Não vão precisar de trabalhar, vão ter só de representar, que não se pode dizer que seja trabalhar, é só dizer umas coisas.” No fnal de 1997 quisemos contar uma história sem grandes mensagens, para
“Só há uma coisa que me faz confusão… são aquelas protuberâncias… aquilo são cornos ou raios de sol?” Em Porto Monocromático quisemos viver o Porto e o seu quotidiano e durante sete meses lançámo-nos
“A minha mulher é a inteligência personificada. É mesmo mais inteligente do que eu. Em todo o caso é muito mais feminina. Dizem.” Na primeira vez que trabalhámos com o João Paulo Seara Cardoso fizemos
“Uma tarde de Verão, no meu quarto. A janela está aberta. Entra um cheiro estranho a folhas podres e asfalto a derreter-se ao Sol.” Durante três meses convidámos o público a espreitar pelo buraco da