“Eu proponho uma revolução contra a mentira de que a maioria tem o monopólio da verdade. Quais são as verdades que a maioria normalmente apoia? São verdades tão antigas que já começam a ruir. E se uma
“...são outras coisas, são pequenas coisas, as luzes baixas, as cortinas corridas..” Para falar do mal partimos do normal. Partimos de um conceito de normalidade pelo qual pautamos o discurso e a
“Esta celebração interminável. Vai ser a minha morte.” “Celebração” parte de dois textos: “Eu que servi o Rei de Inglaterra” do checo Bohumil Hrabal (adaptado) e “A Monologue” do inglês Gregory Motton
“Eles são os culpados. Sempre.” Primeira parte do projecto "Visíveis na Estrada através da Orla do Bosque". Falamos de fronteiras, dos eles e do outro lado ou ao nosso lado, dos heróis que atravessam
“Olha para mim. Tenho os olhos castanhos.” Última parte do projecto “Visíveis na Estrada através da Orla do Bosque”. Depois de viajar pela Europa à procura das fronteiras que nos definem ou nos
“O Silêncio é uma bomba a rebentar-nos dentro da cabeça.” "O Livro das Igrejas Abandonadas" de Tonino Guerra transformado em espectáculo-instalação numa igreja abandonada mesmo no centro da cidade
“O público não quer peças, quer espectáculos” Uma companhia quer falar de arte e de teatro, inventar novas formas, unir dois textos actuais há quase um século. A proposta é unir “A Gaivota” de Tchekov
“Simulando a alegria” Na terceira vez que trabalhámos com o João Paulo Seara Cardoso decidimos que o texto que escolhêssemos serviria como base para dele tirarmos só o que quiséssemos, que iríamos ter