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Artistas Associados

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O Visões Úteis acolhe, em programas bienais, artistas performativos emergentes e artistas performativos próximos da reforma, numa associação em que pretendemos reforçar laços de solidariedade inter-geracional e partilhar os nossos recursos, práticas e experiências em termos de produção. A condição de Artista Associado ao Visões Úteis permite beneficiar de apoios muito variados. A associação de artistas promove a confiança entre agentes do espectáculo, o trabalho em rede e o desenvolvimento profissional e artístico das Artes Performativas a nível local.

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Quarta, 20 Dezembro 2017 16:53

Artista Associado Sénior - Mário Moutinho

Escrito por Visões Úteis


A partir de 2018 o nosso programa de Artistas Associados será desdobrado em dois tipos de apoio, consoante a faixa etária do artista associado: para além do apoio a artistas e coletivos emergentes - Artistas Associados Juniores -, abrimos também a porta à associação com artistas de gerações mais velhas, em idade próxima da reforma - Artistas Associados Seniores.

Este novo segmento do nosso programa arrancará em anos alternados aos dos artistas emergentes (estando o coletivo Cão a Chuva neste momento a terminar o seu primeiro ano de associação júnior).   

E neste primeiro biénio de 2018/2019 o Artista Associado Sénior será o ator, produtor e programador Mário Moutinho, nome incontornável na História do teatro no Porto, e que já colaborou diversas vezes em criações do Visões Úteis.

Estes dois anos de associação visam primordialmente o apoio à criação e produção de um espetáculo de Mário Moutinho inspirado pela sua biografia profissional.




Artista Associado Sénior do Visões Úteis para o biénio 2018/2019 é Mário Moutinho!

Mário Moutinho nasceu em 1946 e é um nome incontornável na História do teatro no Porto, ao longo das últimas décadas, como ator, produtor e programador.

Trabalhou também em cinema e sobretudo em televisão, nomeadamente em séries para a infância que marcaram os anos oitenta como “A Árvore dos Patafúrdios” ou “Os Amigos de Gaspar”. Na cidade do Porto é mesmo uma figura icónica por ter protagonizado, já nos anos noventa, a série “Os Andrades”.

Durante os dois anos de associação ao Visões Úteis, Mário Moutinho pretende criar e produzir um espetáculo inspirado pela sua biografia profissional.

Última modificação em Quarta, 20 Dezembro 2017 17:50
Terça, 12 Dezembro 2017 14:32

"Velocidade de Escape" em processo de escrita

Escrito por Visões Úteis

"Velocidade de Escape" Foto: José Caldeira / TMP

Foto: José Caldeira / TMP

 

Apenas algumas semanas depois da estreia da nossa mais recente criação – “Teoria 5S” -, em dezembro arrancamos já o processo de escrita de um novo espetáculo que levaremos à cena dentro de menos de quatro meses: “Velocidade de Escape”.

Este intervalo aparentemente demasiado curto entre duas criações originais para palco explica-se pela especial relação entre os dois espetáculos. “Velocidade de Escape” constitui-se como uma espécie de “Lado B” de “Teoria 5S” – estamos agora no mundo reduzido, minimalista, leve (a que aspiravam sem sucesso as personagens de “Teoria 5S”), apenas para descobrir que essa sedutora leveza pode ser tão perigosa e destrutiva como o peso do arquivo acumulado!

“Velocidade de Escape” é uma coprodução com o Teatro Nacional São João e será apresentado publicamente já esta quarta-feira, 13 de dezembro, no lançamento oficial da programação do TNSJ para o primeiro trimestre de 2018 (12h / Salão Nobre do TNSJ).

A estreia está marcada para março de 2018 no Teatro Carlos Alberto.

Mais novidades em breve!

"Exige o Futuro" Parada Desatada / Foto: Miguel Nogueira / CMP

Foto: Miguel Nogueira / CMP

 

O projeto europeu Reclaim the Future, de que somos o parceiro português, entrou já no seu segundo e último ano; e em 2018, para além da realização dos dois eventos nacionais restantes (em França e na Escócia), o projeto inclui um grande evento final em Bruxelas, construído pelos cinco parceiros, a partir das diferentes perspetivas desenvolvidas em cada país e com os contributos das comunidades locais envolvidas.

Nos próximos dias 11 e 12 de dezembro, os diretores artísticos dos diferentes eventos nacionais nos cinco países parceiros encontram-se em Bruxelas para uma viagem preparatória dessa apresentação final construída entre todos. Uma oportunidade para definir espaços e eventuais colaboradores belgas, bem como para desenvolver as linhas mestras do que será esta especial Parada conjunta.

O Visões Úteis será representado por Inês de Carvalho, responsável artística pela “Parada Desatada” que criámos em Campanhã e codiretora artística desta apresentação final em Bruxelas.

"Yuck Factor" e "Romance" Capa / Companhia das Ilhas

 

Este mês chega às livrarias uma nova publicação de dois textos originais nossos, assinados por Ana Vitorino e Carlos Costa e editados pela Companhia das Ilhas!

Este livro inclui os textos das criações “Yuck Factor” (2015, coprodução com o Centro de Arte de Ovar) e “Romance da Última Cruzada” (2016, coprodução com o Teatro Municipal de Vila Real e o Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra).

Os textos exploram duas particulares perspetivas sobre a identidade e o conflito – “Yuck Factor” mergulhando no mundo da comida e das regras de etiqueta para refletir as tensões éticas e identitárias europeias; “Romance da Última Cruzada” inspirando-se nos registos de experiências de guerra para mostrar como a representação biográfica condiciona a construção da memória e da identidade.

O prefácio desta publicação é assinado pelo jornalista Nuno Santos; o lançamento oficial acontecerá já em janeiro de 2018 no Porto - Mosteiro de São Bento da Vitória -, em parceria com o Teatro Nacional São João (Centro de Documentação). 

Sábado, 11 Novembro 2017 12:40

"Teoria 5S" - quase a estrear!

Escrito por Visões Úteis

"Teoria 5S" ensaios

 

Estamos a menos de duas semanas da estreia da nossa nova criação original: "Teoria 5S", coprodução com o Teatro Municipal do Porto, estará no Rivoli já nos próximos dias 24 e 25 de novembro!

“Teoria 5S” reflete com humor sobre uma certa ansiedade reducionista (ou mesmo minimalista) dos nossos tempos. No espetáculo, um grupo de pessoas (Ana Vitorino, Carlos Costa, Jorge Paupério e Óscar Branco) mergulha no seu arquivo comum, forçando-o aos ensinamentos e regras trazidos por uma especialista em metodologias de arrumação, organização e eficácia (Ana Azevedo).

Teatro Municipal do Porto / Rivoli - Auditório Isabel Alves Costa
24 de novembro (sexta): 21h30
25 de novembro (sábado): 19h

Bilhetes: 5€ - Bilheteira online

No dia 24 de novembro haverá lugar a uma conversa pós-espetáculo com a equipa artística do Visões Úteis e Fernando Matos de Oliveira, diretor do Teatro Académico Gil Vicente e docente na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.


Era uma vez...Teatro - "Epidemia Urbana"
Foto: APPC



No âmbito do projeto "Reclaim the Future / Exige o Futuro", em outubro lançámos candidaturas para uma “Bolsa para o Futuro” - um apoio financeiro à atividade das entidades, associações e coletivos de Campanhã que connosco construíram a “Parada Desatada” em julho passado.

As candidaturas decorreram até ao final de outubro, e é agora tempo de anunciar que decidimos conceder esta bolsa ao grupo de teatro "Era uma vez... Teatro", da Associação do Porto de Paralisia Cerebral!

Nascido no seio da APPC, este coletivo conta com 20 anos de existência e mais de 50 criações, entre outros projetos como a dinamização de Workshops de teatro inclusivo locais e nacionais ou a organização do Festival Extremus (já com 12 edições).

O valor da Bolsa para o Futuro que agora entregamos contribuirá para viabilizar a compra de material técnico que não só permitirá aumentar a autonomia deste grupo nas suas apresentações, como ajudará a contornar algumas das dificuldades específicas dos seus intérpretes.

Quarta, 01 Novembro 2017 18:05

Orçamento para a Cultura 2018

Escrito por Visões Úteis

 

A proposta de Orçamento de Estado para 2018 veio confirmar que a cultura permanece no grau zero do financiamento público, e que continuará a enfrentar tempos de incerteza, de desvalorização e de degradação.

Na sequência destas notícias, a Plataforma Cultura em Luta elaborou um comunicado que está disponível para subscrição e organiza uma ação pública no próximo dia 6 de novembro, às 18h:

- em Lisboa (Campo das Cebolas)

- no Porto (Praça Carlos Alberto)

"Exige o Futuro" / Foto: Hugo Martins

Foto: Hugo Martins


Esta semana o investigador Pedro Rocha, que no projeto “Exige o Futuro” desenvolveu um trabalho de Cartografia Social em Campanhã, partilhará algumas das teorias e práticas desta área da Sociologia num workshop destinado a professores, educadores, formadores, técnicos de ação social e outros profissionais interessados das escolas, institutos e entidades daquela freguesia que connosco colaboraram.

O Workshop de Teorias e Práticas da Cartografia Social, de frequência gratuita, acontece a 25 e 26 de outubro nos espaços de dois importantes parceiros do projecto: o Auditório do Agrupamento de Escolas do Cerco e o Auditório do Instituto de Emprego e Formação Profissional.

Nesta formação pretende-se transmitir o conhecimento teórico sobre a Cartografia Social, em conjunto com formas e metodologias da sua aplicabilidade, oferecendo assim um instrumento de trabalho e de exercício ativo junto de comunidades sociais e educativas.
A Cartografia Social permite um exercício coletivo de reconhecimento do ambiente socio-territorial através da construção de mapas de forma colaborativa, permitindo aos seus participantes uma compreensão da sua própria realidade. A construção deste conhecimento é conseguida através de um mapeamento, que destaca diferentes tipos de informação reunida para atingir uma determinada imagem coletiva do espaço vivido. 

Segunda, 23 Outubro 2017 18:35

Simpósio "Porous Borders" - Balanço

Escrito por Visões Úteis

"Porous Borders" Apresentação Inês de CarvalhoFoto: Chase Angier

 

No passado dia 13 de outubro, Inês de Carvalho esteve em Praga, para apresentar o projeto “Reclaim the Future / Exige o Futuro" no simpósio "Porous Borders – entre conceito e experiência: novos métodos em curadoria e ideias inspiradoras que conduzem à criação de fortes experiências participativas".

No âmbito das celebrações do 50º Aniversário da Quadrienal de Praga, o simpósio Porous Borders dedicou-se a uma reflexão inspirada na ideia de fronteira e de porosidade. Considerando o conceito de “fronteira” – configurada como real ou ficcional, política ou cultural, conceptual ou concreta – como mote para uma conversa sobre como os desenvolvimentos locais e globais criam tensões ao mesmo tempo que levantam questões sobre identidades e valores - identidade pessoal, a identidade de toda uma sociedade -, e como estes conceitos influenciam o trabalho do design para performance.

Foi, assim, uma excelente oportunidade para partilhar com a comunidade internacional um exemplo de curadoria no âmbito das práticas artísticas portuguesas, com uma apresentação intitulada "Reclaim theFuture - (re)connecting at the edge of Now / Exige o Futuro – (re)conexão na orla do Presente”. Implementado em Campanhã, uma zona periférica do Porto, Portugal, país geograficamente periférico à Europa, “Exige o Futuro” centra-se nos temas: identidade, mobilidade, acessibilidade à cultura, cruzamentos e (re)ligações de linhas - visíveis e invisíveis -, que criam fronteiras mas também pontes. Temas estes que dialogam já dinamicamente com os temas propostos pelo Porous Borders.

O simpósio contou com a participação de mais de 200 cenógrafos, curadores, investigadores das muitas áreas cruzadas pelas artes performativas de mais de 50 países de todo o mundo. Um contexto adequado para se falar de processos colaborativos que atravessam países, os desafios que surgem pelos caminhos e o retorno da criação internacional.

Este evento teve lugar no contexto de preparação do projecto da PQ19 – ‘Prague Quadrennial of Performance Design and Space’-, a maior exposição e festival internacional dedicado à cenografia e design para performance e arquitectura – que entende a performance design como lugar colaborativo onde artistas de diferentes disciplinas se misturam, dissolvendo linhas, separações e categorias, na procura de novas abordagens e visões. Como forma de arte que se centra na criação de ambientes activos ou activados pela performance, o design pode-se tornar uma missão, questão, argumento, ameaça, uma resolução ou um agente para a transformação.

Pela voz da sua directora artística Marketa Fantová e pela equipa de curadores que reuniu foi anunciada a tríade temática da próxima edição: IMAGINATION / TRANSFORMATION / MEMORY, que fará a PQ regressar ao emblemático Industrial Palace.

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O Visões Úteis é uma estrutura financiada

Ministério da CulturaDireção Geral das Artes

O Visões Úteis é membro

Plateia - Associação dos Profissionais das Artes Cénicas IETM - International Network for Contemporary Performing Arts Anna Lindh Foundation

Visões Úteis é associado

Associação dos Amigos do Teatro da Liberdade da Palestina - The Freedom Theatre ZERO - Associação Sistema Terreste Sustentável