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Quadrienal de Praga 2015



Arranca no próximo dia 18 de junho mais uma edição da Quadrienal de Praga de Design de Performance e Espaço.

E este ano o trabalho da nossa cenógrafa e figurinista Inês de Carvalho estará representado na secção COUNTRIES, no projeto intitulado ID(ENTITY) BOX, com a intervenção Paper Variations, em coautoria com Helena Calvet.

Inês de Carvalho integra ainda a equipa curatorial da representação portuguesa na secção STUDENTS como co-project leader (com Filipa Malva). Estarão representados 25 alunos de 4 escolas, com 13 obras que participam no projeto UN-PACK TO GO.

A representação oficial portuguesa na Quadrienal de Praga é coordenada pela APCEN - Associação Portuguesa de Cenografia.

Segunda, 01 Junho 2015 13:51

Visões Úteis no FIGAC 2015

Escrito por Visões Úteis

Figac 2015

 

Esta semana, a 2 e 3 de junho, acontece em Viana do Castelo a 6ª edição do Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural organizado pelos alunos finalistas do curso de licenciatura em Gestão Artística e Cultural do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

O FIGAC 2015, que decorrerá nas instalações do IPVC, terá como pano de fundo o Programa Europa Criativa e como tema a “Cooperação Cultural Transnacional”. O Visões Úteis participará neste encontro, integrando a "Mesa-redonda 3 - Redes Culturais: Cooperação e Internacionalização" que terá lugar no dia 3 de junho de 2015, a partir das 14h, onde estaremos à conversa sobre a experiência de participação no IETM - International Network for Contemporary Performing Arts do qual somos membro e parte do Advisory Board.
Esta mesa integrará ainda representantes das redes 5 Sentidos, Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, 3C4 Incubators, Festival Sete Sóis Sete Luas e ARTEMREDE.

Consulte aqui o programa completo do FIGAC deste ano.

Terça, 19 Maio 2015 16:49

"trans/missão" - Estreia Absoluta!

Escrito por Visões Úteis

"trans/missão" Design: João Martins Foto: Paulo Pimenta



E
streia já esta 5ª feira, dia 21 de maio, a nossa nova criação original: "trans/missão", um espetáculo híbrido, que junta música e teatro, e onde o processo colaborativo artístico é utilizado como espelho das marcas de uma identidade nacional, que parece estar fadada à não-inscrição e à dificuldade de mobilização.  

Partindo do diagnóstico traçado por obras como "Portugal Hoje, o Medo de Existir" de José Gil, o espetáculo explora com humor a tensão entre o pensar e o agir, e a nossa aparente incapacidade de passar dos diagnósticos à mudança concreta.

Em "trans/missão" um músico e um dramaturgo abrem ao público o seu processo de trabalho numa ópera que se pretende revolucionária: uma criação que questiona precisamente as dificuldades de organização e mobilização dos coletivos - seja uma equipa artística, uma comunidade ou todo um povo... de que o português é um especial bom exemplo.
Mas, ao longo desta apresentação pública, torna-se evidente a própria dificuldade de colaboração entre os dois artistas, que entram numa rota de colisão que ameaça destruir todo o projeto!

"trans/missão" conta ainda, no seu processo de criação, com uma série de parcerias e colaborações muito especiais, nas áreas da Música (NEFUP, Sonoscopia, Porta-Jazz, Ensemble Super Moderne) Fotografia (Paulo Pimenta e Fotógrafos convidados pelo Mira Forum) e Sociologia (Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto) .


"trans/missão" - de 21 a 24 de maio
Teatro Municipal do Porto / Rivoli - Pequeno Auditório
quinta (21): 21h30 / sexta (22): 22h / sábado (23): 19h  / domingo (24): 17h

Bilhete normal: 5€ - Bilheteira online

"trans/missão" em conversa
- debate público com os criadores: dia 23 de maio (sábado) às
16h com a presença de representantes dos coletivos Sonoscopia, NEFUP e Porta-Jazz e a moderação de Jorge Palinhos; entrada gratuita

texto e direção - Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins banda sonora original e sonoplastia - João Martins desenho de luz - José Carlos Coelho fotografia - Paulo Pimenta e Fotógrafos convidados pelo Mira Forum coordenação de produção - Marina Freitas interpretação - Carlos Costa e João Martins Colaborações musicais Sonoscopia, Ensemble Super Moderne, NEFUP - Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto coprodução - Visões Úteis, Teatro Municipal do Porto parceria - Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto,  Mira Forum, Nefup, Porta-Jazz, Sonoscopia e Teatro de Ferro.
Quarta, 06 Maio 2015 19:35

"trans/missão" quase a estrear!

Escrito por Visões Úteis

"trans/missão" - Foto: Visões Úteis

 

Os ensaios da nossa nova criação original - "trans/missão" - entram na sua reta final.

Esta semana mudamo-nos para o espaço do Teatro de Ferro em Campanhã, onde estaremos a trabalhar até à ida para o Teatro Municipal Rivoli, onde o espetáculo estreia já no próximo dia 21 de maio.

Os bilhetes estão já disponíveis na Bilheteira Online do Teatro Municipal do Porto.

Terça, 28 Abril 2015 13:19

IETM - Balanço do Plenário de Bergamo

Escrito por Visões Úteis

IETM Bergamo Programa

 

Na cidade italiana de Bergamo, entre 22 e 26 de abril, decorreu mais um encontro do IETM – International Network for the Performing Arts, uma rede de que o Visões Úteis é membro e que agrega organizações, artistas e outros profissionais das artes performativas, sobretudo da Europa mas também dos outros continentes. 
E, depois de alguns anos em que “a crise” dominou as atenções, parece agora poder apontar-se que cada vez mais se trata não tanto de salvar mas de regenerar o que até então existia. E de facto são cada vez mais os novos modos de produção em que se desdobra o setor, sobretudo pela mão das gerações mais jovens, que acharam por bem não esperar pela morte das gerações mais velhas que, de modo resiliente, continuam a ocupar os modos de produção implementados no século passado.

Entretanto, de outros sectores vão chegando também lições importantes, seja através da adoção de modos de produção importados de áreas não artísticas, seja através da consciência da necessidade de (não só mas também) desagregar a defesa do setor da defesa da Cultura em geral, na medida em que os potenciais ganhos desta – como demonstra a experiência com os programas europeus implementados para 2014-2020 – podem não se refletir nas artes performativas em si (isto em função de um entendimento cada vez mais lato de “cultura”).

Sustentabilidade - palavra omnipresente nas sessões de Bergamo - não será então a busca intensiva de financiamentos mas o encontro e manutenção de processos que se possam reproduzir no longo prazo. Isto passará por diversos fatores como a construção de capacidade (através de maior abertura a redes, parcerias e programas europeus) ou a maior ligação às comunidades locais: tornando as organizações numa presença constante e indispensável tanto junto do público – pelos “mundos” que criam – como junto dos decisores políticos – pela capacidade (mensurável) de um trabalho em rede que permite, de modo natural, juntar os esforços de organizações de pequena escala para conseguir resultados que exponenciam a soma das capacidades de cada uma.

Particularmente interessante é o diagnóstico, feito no contexto da dança dos países nórdicos e bálticos, que aponta, entre outras, a insustentabilidade das criações/produções cuja vida se esgota, depois de meses de ensaios, numa temporada curta num único local. Infelizmente não é apenas este exemplo que nos fez pensar em Portugal, já que as práticas da Direção Geral das Artes – nomeadamente o timing de abertura dos concursos de apoio às artes – foram apontadas como exemplo das piores práticas possíveis no sector. Neste campo a DGArtes só foi ultrapassada pelas práticas russas e húngaras.

Durante o encontro, o Visões Úteis cumpriu também as suas obrigações enquanto membro do Advisory Board – um Think Tank para a estratégia de médio e longo prazo da rede e para a ligação aos membros – conduzindo uma mesa de trabalho, participando na reunião do órgão e, talvez o mais importante, trazendo para o Porto a responsabilidade de participar na definição de uma estratégia que permita influenciar as prioridades da União Europeia para… 2020-2030. Porque, infelizmente, grande parte das decisões que afetam a vida dos cidadãos europeus são tomadas com tanta antecedência e opacidade que se torna difícil participar efectivamente nelas.
Na cidade italiana de Bergamo, entre 22 e 26 de abril, decorreu mais um encontro do IETM –

International Network for the Performing Arts. O IETM é uma rede que agrega organizações,

artistas e outros profissionais das artes performativas, sobretudo da Europa mas também dos outros

continentes. O Visões Úteis é membro do IETM.

E depois de alguns anos em que “a crise” dominou as atenções, parece agora poder apontar-se que

cada vez mais se trata, não tanto de salvar mas de regenerar o que até então existia. E de facto são

cada vez mais os novos modos de produção em que se desdobra o sector, sobretudo pela mão das

gerações mais jovens, que acharam por bem não esperar pela morte das gerações mais velhas que,

de modo resiliente, continuam a ocupar os modos de produção implementados no século passado.

E entretanto, de outros sectores vão chegando também lições importantes, seja através da adoção de

modos de produção importados de áreas não artísticas, seja através da consciência da necessidade

de (não só mas também) desagregar a defesa do sector da defesa da Cultura em geral, na medida em

que os potenciais ganhos desta – como demonstra a experiência com os programas europeus

implementados para 2014-2020 – podem não se refletir nas artes performativas em si (isto em

função de um entendimento cada vez mais lato de “cultura”).

Sustentabilidade - palavra omnipresente nas sessões de Bergamo - não será então a busca intensiva

de financiamentos mas o encontro e manutenção de processos que se possam reproduzir no longo

prazo. Isto passará por diversos fatores como a construção de capacidade (através de maior abertura

a redes, parcerias e programas europeus) ou a maior ligação às comunidades locais: tornando as

organizações numa presença constante e indispensável tanto junto do público – pelos “mundos” que

criam – como junto dos decisores políticos – pela capacidade (mensurável) de um trabalho em rede

que permite, de modo natural, juntar os esforços de organizações de pequena escala para conseguir

resultados que exponenciam a soma das capacidades de cada uma.

Particularmente interessante é o diagnóstico, feito no contexto da dança dos países nórdicos e

bálticos, que aponta, entre outras, a insustentabilidade das criações/produções cuja vida se esgota,

depois de meses de ensaios, numa temporada curta num único local. Infelizmente não é apenas este

exemplo que nos fez pensar em Portugal, já que as práticas da Direção Geral das Artes –

nomeadamente o timing de abertura dos concursos de apoio às artes – foram apontadas como

exemplo das piores práticas possíveis no sector. Neste campo a DGArtes só foi ultrapassada pelas

práticas russas e húngaras.

Durante o encontro, o Visões Úteis cumpriu também as suas obrigações enquanto membro do

Advisory Board – um Think Tank para a estratégia de médio e longo prazo da rede e para a ligação

aos membros – conduzindo uma mesa de trabalho, participando na reunião do órgão e, talvez o mais

importante, trazendo para o Porto a responsabilidade de participar na definição de uma estratégia

que permita influenciar as prioridades da União Europeia para… 2020-2030. Porque infelizmente,

grande parte das decisões, que afetam a vida dos cidadãos europeus, são tomadas com tanta

antecedência e opacidade que se torna difícil participar efectivamente nelas.
Quarta, 22 Abril 2015 16:16

Curso de Performance em Comunidade

Escrito por Visões Úteis

"Corpo Casa Rua" - Curso Performance em Comunidade



Esta sexta-feira, dia 24, arranca mais uma edição do curso de teatro dirigido à população sénior da freguesia de St. Ildefonso (Porto), que promovemos desde 2012.

Serão dez sessões nas instalações do Visões Úteis, na Fábrica Social, sob a orientação de Ana Azevedo. O Curso de Performance em Comunidade promove anualmente um espaço de encontro lúdico e de incentivo à autonomia e desenvolvimento da população mais idosa da freguesia onde trabalhamos quotidianamente. E, de ano para ano, são explorados novos temas e propostos novos desafios.

A edição deste ano poderia ter como título "Esta história não é minha": Como é que eu me vejo? Como vejo os outros? Como é que os outros me vêem? Quais são as minhas histórias? E que histórias me esperam? Estas perguntas são a base de um trabalho que vai partir das histórias do passado de cada participante e cruzá-las com as do presente e com eventuais histórias do futuro. Histórias contadas na  terceira pessoa, e que deverão criar o distanciamento necessário para transformar a realidade e abrir inúmeras possibilidades narrativas.

A frequência do Curso de Performance em Comunidade é gratuita.
Terça, 21 Abril 2015 14:27

IETM - Plenário da Primavera em Bergamo

Escrito por Visões Úteis

IETM Plenário da Primavera em Bergamo



E já amanhã partimos para Bergamo, na Itália, para participar no Plenário de Primavera do IETM - International Network for Contemporary Performing Arts.  O encontro acontece entre 23 e 26 de abril e tem como tema principal a "Regeneração":


"Hoje, lutando para sair da crise, carregamos a nossa bagagem de projetos não realizados e sonhos esquecidos. Em vez de tentarmos resolver os puzzles desfeitos, temos tendência a constantemente recomeçar do zero.
O IETM regressa a Itália para refletir sobre o modo como podemos reavivar os recursos que já existem, em vez de os abandonar e afastarmo-nos."


O Visões Úteis é membro do IETM e integra, desde 2013, o seu Advisory Board.

Sábado, 18 Abril 2015 00:01

Disponível na Galeria - "Opera fiXi"

Escrito por Visões Úteis

"Opera fiXi" Mapa


Está já disponível na secção Filmes da nossa Galeria o vídeo documental de “Opera fiXi” - a ópera em bicicleta criada por Kaffe Matthews em colaboração com o Visões Úteis e que integrou a programação do "Serralves em Festa" 2013.

Filmado por Kaffe Matthews, este vídeo partilha do modo mais fiel possível a experiência deste percurso em bicicleta ao longo do Douro, acompanhado por um libreto inspirado na relação entre a cidade e o rio e na problemática da poluição ambiental. Um percurso de ida e volta, etapas que neste vídeo se separam em Parte 1 e Parte 2.

Oportunidade também para descobrir (ou voltar a ouvir) uma banda sonora original cheia de participações especiais de músicos e cantores - como o NEFUP, Ghuna X, Adolfo Luxúria Canibal ou o Grupo Coral da Afurada.

Sexta, 17 Abril 2015 12:41

Venha visitar-nos nas Jornadas Porta Aberta

Escrito por Visões Úteis

A convite da DGArtes, na próxima segunda-feira, dia 20 de abril, participamos na iniciativa "Jornadas Porta Aberta" inserida no evento "O Lugar da Cultura" e que decorre de 18 a 22 de abril, de norte a sul do país.

Entre as 14h e as 16h teremos a "porta aberta" para quem quiser visitar-nos, conhecer o nosso espaço de trabalho e espreitar o processo de criação da nossa nova produção "trans/missão".

Apareça na Fábrica Social - Rua da Fábrica Social, s/n 4000-201 Porto.

Basta informar-nos que deseja visitar-nos através do endereço Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ou do número de telefone 22 200 61 44 (pessoa de contacto: Marina Freitas) até às 13h30 do próprio dia.

Segunda, 13 Abril 2015 12:37

"trans/missão" - Ensaios e Colaborações

Escrito por Visões Úteis

"trans/missão" Design: João Martins



Era após era, de Messias em Messias, ora o nariz empinado, ora a cabeça baixa. Mas sempre em rebanho. Cá vamos indo, não é?


A pouco mais de um mês da sua estreia no Teatro Municipal Rivoli, a nossa nova produção "trans/missão" vai ganhando corpo, por entre a escrita do guião, os ensaios e as sessões de trabalho com um conjunto de colaboradores que se juntam ao processo de criação: o fotógrafo Paulo Pimenta, o Espaço Mira, o Nefup, o Departamento de Sociologia da Universidade do Porto, e os coletivos musicais Sonoscopia, Porta-Jazz e Stopestra.

Em "trans/missão" um músico e um dramaturgo abrem ao público o seu processo de trabalho numa ópera que se pretende revolucionária; criação que questiona precisamente as dificuldades de organização e mobilização dos coletivos - seja uma equipa artística, uma comunidade ou todo um povo... de que o português é um especial bom exemplo!

Porque parece tantas vezes ser impossível passar do entusiasmo de uma ideia ou de uma manifestação para uma concretização ou mudança efetiva? Será mais útil o ato isolado e radical, mesmo que destrua a ideia de "nós"?
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