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Terça, 23 Setembro 2014 22:49

Porta 27 estreia "Há Um Elefante Na Sala"

A nossa próxima criação "Biodegradáveis" é marcada por uma colaboração inédita entre o Visões Úteis e os seus Artistas Associados: os atores Catarina Ribeiro Santos e Cristóvão Carvalheiro da Porta 27 juntam-se a Ana Vitorino e Carlos Costa no elenco que sobe ao palco do Teatro Carlos Alberto a partir do dia 6 de novembro!

Mas ainda antes - já no dia 30 de setembro - a Porta estreia na sala Estúdio Latino/Teatro Sá da Bandeira a criação original "Há um elefante na sala":

Porta 27 "Há um elefante na sala"


"Nelson Nunes é o vendedor mais bem-sucedido da sua zona: astuto, com garra, um homem que não se deixa enganar, que se safa sempre e sem precisar de favores. Ou seja, é um típico português... Podia até ser um cruzamento único de Macgyver com Rambo das loiças sanitárias? Ele afirmaria que sim. E nenhum obstáculo, por maior que seja, é capaz de o parar."

"Há um elefante na sala", espetáculo para maiores de 16 anos, tem texto original de Suzanna Rodrigues e encenação de Ricardo Alves. A interpretação está a cargo de Tiago Lourenço, com a participação especial de Catarina Ribeiro Santos / Cristóvão Carvalheiro.

Duração: 70 min / Preço: 5€

Local: Teatro Sá da Bandeira / Estúdio Latino
Data: de 30 de setembro a 5 de outubro (todos os dias)
Horário: 21h30 / domingo também às 16h 

Domingo, 07 Setembro 2014 18:22

"Boom & Bang" em Valverde-Évora

Quando no início de 2010 estreámos o espetáculo "Boom & Bang" e acrescentámos ao texto original de David Hare "Conhece algum banco que não faça cosmética?" o comentário "Olha o BES!", estávamos longe de imaginar o recente descalabro associado à empresa.

Todos os dias os noticiários nos mostram que, passados quase 5 anos desde o início da sua viagem por Portugal e pelo estrangeiro, "Boom & Bang" continua atual... tristemente atual, diríamos!

No próximo dia 13 (sábado) apresentamos esta tragicomédia da crise financeira em Valverde - Évora, a convite da Exquorum.
A apresentação acontece como parte da iniciativa CICLOSEXQUORUM integrada no Cenas Ao Sul.

Local: Valverde - Évora
Data: 13 de setembro (sábado)
Horário: 22h

Estão abertas as inscrições para mais uma edição das Aulas de Teatro (Nível I) do nosso Serviço Educativo, orientadas por Ana Azevedo. Estas aulas destinam-se a todos os interessados em terem um primeiro contacto com as práticas teatrais, proporcionando ainda interseções entre a formação e as criações que o Visões Úteis vai desenvolvendo no seu trabalho regular.

Os alunos deverão ser maiores de 18 anos e não necessitam de qualquer experiência prévia na área teatral.

Datas: 6 de outubro 2014 a 22 de junho 2015
Horário: 2ª feira das 19h às 20h30
Duração: 1h30 / semana
Local: Visões Úteis – Fábrica Social (Rua da Fábrica Social s/n, 4000-201 Porto)
Propina do Curso: 10,00€ / inscrição (seguro incluído) + 20,00€ / mês

O Curso poderá ter um máximo de 10 participantes por turma. Será reconhecido por um Certificado de Participação.

Para mais informações / inscrições contacte-nos através do endereço Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ou do número de telefone +351 22 200 61 44.

Domingo, 31 Agosto 2014 23:32

B10M37RIC05

B10M37RiC05
de Heder Braga Fernandes

Trabalho inspirado no projeto "Biométricos" e realizado para a disciplina "Teatro e Teatralidade", no âmbito do Mestrado em Estudos do Teatro da Faculdade de Letras / Universidade do Porto.

Segunda, 21 Julho 2014 14:44

"Biodegradáveis" em processo de escrita

O mês de julho no Visões Úteis tem sido dedicado ao arranque do processo de estruturação e escrita da nossa nova criação original, "Biodegradáveis".

Depois de na primeira criação do ano, “Biométricos”, termos refletido sobre as capacidades do corpo e a superação dos limites fisiológicos individuais, agora centramo-nos nos efeitos da passagem do tempo sobre os corpos, e as estratégias que vão sendo encontradas - e inventadas - para tentar superar os limites da Biologia humana.

Refletimos acerca do modo como a ciência vai modificando os nossos comportamentos, a imagem que temos de nós próprios, a forma como envelhecemos e o modo como representamos o mundo.
Por isso, “Biodegradáveis” escreve-se a partir do contacto direto com investigadores de dois importantes laboratórios que visitámos nas passadas semanas - o 3B’s na Universidade do Minho, dedicado ao estudo de biomateriais, materiais biodegradáveis e materiais biomiméticos, e o IPATIMUP na Universidade do Porto, empenhado no estudo da genética e das doenças oncológicas.

“Biodegradáveis” olha para este estonteante presente – em que podemos traçar a nossa linhagem genética, substituir partes do corpo por materiais cada vez mais sofisticados, prevenir uma doença fatal anos antes de termos o primeiro sintoma, escolher entre uma panóplia de modos de dispor do nosso corpo após a morte – e pensa em como assim se vai desenhando lentamente um futuro em que a humanidade poderá ser qualquer coisa para lá do humano.

"Biodegradáveis" é uma coprodução Visões Úteis / Teatro Nacional São João, e tem estreia marcada para 6 de novembro, no Teatro Carlos Alberto no Porto.
Quinta, 10 Julho 2014 14:19

Noite do Terraço

Faça sol ou faça chuva, é já uma tradição o nosso convívio no terraço, no qual reunimos amigos e colaboradores em vésperas de férias de verão.

Este ano o encontro está marcado para amanhã, dia 11 de julho, a partir das 21h, no nosso espaço na Fundação Escultor José Rodrigues - Fábrica Social.
Segunda, 07 Julho 2014 11:39

Rivoli 1994 - 2014

Texto que levámos no passado dia 3 de julho ao debate público que teve lugar frente ao Teatro Municipal Rivoli, promovido na sequência da publicação do documento "Teatro Municipal: Que Serviço Público?":

"Há precisamente 20 anos, em 1994, Isabel Alves Costa, Diretora Artística do Teatro Municipal Rivoli, escrevia ao Vereador da Cultura da CMP uma carta em que apresentava uma proposta para o “Rivoli Vazio”. 

Na altura, o edifício ainda aguardava as obras que o iriam tornar no equipamento que hoje conhecemos, mas a Direção Artística não hesitou em avançar, de imediato, com um programa que se espalhava por todos os espaços do edifício. Um programa, na altura, assente em 4 princípios: formação, experimentação, criação e partilha. E isto era possível porque um edifício não é um programa e um programa não é um edifício.

20 anos depois, já é possível encontrar, infelizmente, uma geração de público e de artistas que não tem memória de um programa de Teatro Municipal, na cidade do Porto. Porque ao longo dos últimos 12 anos, três executivos municipais se demitiram da sua responsabilidade de serviço público, da sua responsabilidade de manter e acarinhar uma esfera pública, que fosse mais do que a mera soma do título de propriedade do edifício e equipamento com a apresentação de espetáculos abertos ao público em geral.

Um Teatro Municipal – um programa de Teatro Municipal – tem de ser uma porta aberta entre a cidade e o mundo. Para sair e para entrar. E sobretudo para transformar os modos de olhar a cidade e da cidade olhar o mundo. Condição essencial para a mudança, para o progresso.

Mas, em 2014, o grande desafio que se coloca à cidade é descobrir como articular democraticamente, por um lado, as necessidades, desejos e aspirações dos cidadãos, e, por outro lado, o sentido do voto expresso por esses mesmos cidadãos em função dos programas eleitorais sufragados nas últimas eleições autárquicas.

E para pensar esta encruzilhada, não deveremos esquecer a experiência acumulada pelo próprio Rivoli, ao longo dos últimos anos de desentendimentos, lutas, ocupações e processos judiciais. Talvez lembrar, mais uma vez, as palavras de Isabel Alves Costa, quando confrontada, em 2005 com o fim anunciado do programa de Teatro Municipal.

“ (…) com o distanciamento que hoje penso ter dos acontecimentos, vejo que teria sido talvez possível reforçar a nossa missão, se tivéssemos tido a coragem de abandonar (…) sem nostalgias do passado, o modelo inicial, e se tivéssemos sido capazes de reinventar um novo. (…) É que, face ao futuro negro que se adivinhava, teria sido necessário, mais do que a nossa desmesurada capacidade de resistir, ter tido uma obstinada capacidade de reconstruir...”

E é este grande dilema de 2014: vamos continuar desmesuradamente a resistir? Ou vamos obstinadamente reconstruir?"

Sexta, 04 Julho 2014 00:47

Novas adições à Galeria virtual

Neste início de mês, disponibilizamos ao público três novos conteúdos em formato digital na nossa Galeria virtual:

- O guião original de "Ficheiros Secretos", criação de 2013 inspirada pela espionagem moderna e a recolha obsessiva de informação.

- A Tese de Doutoramento de Carlos Costa em Estudos Artísticos, especialidade de Estudos Teatrais e Performativos (Universidade de Coimbra): "Vens ver ou vens viver? Estética e Política da Participação"

- Os três textos que Isabel do Carmo escreveu para "Biométricos Mira", lidos pela própria na instalação do passado dia 24 de maio no Espaço Mira: "A Greve da Fome", "O Esforço e as Hormonas" e "O Trabalho e a Revolta".

Todos estes textos podem ser descarregados gratuitamente diretamente na Galeria.

"A Greve da Fome", "O Esforço e as Hormonas" e "O Trabalho e a Revolta".

Três textos da endocrinologista e ativista política Isabel do Carmo, escritos originalmente para serem lidos pela autora na instalação "Biométricos Mira", segunda parte do projeto "Biométricos".

Sexta, 27 Junho 2014 15:12

Vens ver ou vens viver?

Vens ver ou vens viver? Estética e Política da Participação
de Carlos Costa

Tese de Doutoramento em Estudos Artísticos, especialidade de Estudos Teatrais e Performativos, orientada pelo Senhor
Professor Fernando Matos Oliveira e apresentada ao Departamento de História, Arqueologia e Artes da Faculdade de Letras
da Universidade de Coimbra (setembro de 2013).

Link para descarregar PDF (3,5MB)

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