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Segunda, 21 Junho 2010 14:32

A Metamorfose

“Sr. Samsa! Então?
O que é que se passa?”

No final de 1998 trabalhámos ao ritmo de Kafka num escritório: ao ritmo do relógio, naquela que foi até hoje a nossa produção mais complexa. Foi um prazer ver como profissionais como o José Wallenstein, o Jorge Ribeiro e a Vera Castro se conseguiram adaptar aos poucos meios de que dispúnhamos e sempre com brio e perfeccionismo se mantiveram fieis a uma ideia artística de grande produção.

Estreou a 19 de Novembro de 1998 no Auditório Nacional Carlos Alberto no Porto onde teve 9 apresentações.

texto
Franz Kafka

tradução
Gabriela Fragoso

encenação e adaptação
José Wallenstein

cenografia e figurinos
Vera Castro

música e desenho de som
Albrecht Loops

desenho de luz
Jorge Ribeiro

fotografia
Limamil

realização vídeo
Limamil e Alberto Fernandes

adereços
João Calvário e Eduardo Loio

construção de cenário
Luís Batista

construção de mobiliário
Paulo Custódio Almeida Santos

confecção de figurinos
Branca Elísio

gravação voz off
SomNorte

concepção de material gráfico
Eduardo Loio

fotografia do cartaz
Limamil

design gráfico
DeC

direcção de cena
Eduardo Loio

operação de som
Nuno Aragão (ANCA) e Serafim Ribeiro

operação de luz
José Rodrigues (ANCA)

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Martins, Jorge Paupério, Martinho Silva, Paulo Rodrigues e Pedro Carreira

voz off
Ada Pereira da Silva e José Wallenstein

vídeo
Ada Pereira da Silva

coordenação e produção executiva
Ada Pereira da Silva

Segunda, 21 Junho 2010 12:29

A Máquina

“Trata-se de uma máquina muito especial.”

Com este espectáculo iniciámos a Trilogia da Punição de Kafka e quisemos fazer uma segunda tentativa de criação colectiva. No meio de muito ruído surgiu a luz ao fundo do túnel e criámos um espectáculo sem rede em cima de andaimes. A partir de uma ideia plástica surgiu o resto. Não havia cenário, havia a Máquina. Não havia público, havia os visitantes da Colónia Penal do Kafka. Foi como dar vida a algo que vivia de nós, se alimentava de nós e que tinha vida para além de nós. A ideia da criação colectiva deu os seus frutos e ficámos com a certeza que era por aí que queríamos ir, que uma criação colectiva pode não ser uma soma de ideias mas sim o confronto de vontades do qual nasce a ideia em si. A Máquina pode não ter sido o espectáculo ideal mas foi com certeza um dos motores de uma forma de estar no Visões Úteis.

Estreou a 7 de Julho de 1998 no Mosteiro de São Bento da Vitória no Porto onde teve 35 apresentações.

textos
Franz Kafka

Criação colectiva de
Albrecht Loops, Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Fernandes, Eduardo Loio, Laia Oms, Limamil, Lucinda Gomes, Nuno Diogo e Pedro Carreira.

Segunda, 21 Junho 2010 11:36

Vozes na Lama

“Nunca mais foste o mesmo depois daquilo.
Nunca mais serás o mesmo depois disto.”

Com o "actor mais velho" Diogo Dória aprendemos como pode ser bom ouvir o silêncio e lançar palavras.
Há já muito tempo que desejávamos fazer Beckett com o seu universo de fantasmas que não encontram o seu sentido senão no vazio de um quarto, numa esquina de rua ou dentro do crânio de cada pessoa que os escuta.
Para nós foi um trabalho extremamente gratificante e fez-nos pensar: "Será que começamos a fazer sentido?"

Estreou a 9 de Abril de 1998 no Balleteatro Auditório no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Aveiro, Guarda, Covilhã, Lisboa e Coimbra num total de 23 apresentações.

textos
Samuel Beckett

tradução
Diogo Dória, Luís Miguel Cintra, Liberto Cruz e Miguel Serra Pereira

selecção, montagem de textos e encenação
Diogo Dória

cenografia, figurinos e grafismo
Eduardo Loio

confecção de figurinos
Armanda Neto

banda sonora e sonoplastia
Albrecht Loops

desenho de luz
Laia Oms

fotografia
Limamil

direcção de montagem
Laia Oms/Pedro Carreira

operação de luz
Laia Oms/Paulo Rodrigues

operação de som
Lucinda Gomes/Alexandra Lobato

registo vídeo
João Nuno Martins e Edgard Fernandes

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

produção executiva
Lucinda Gomes

assistência de produção
Alexandra Lobato

Segunda, 21 Junho 2010 11:11

O Aleijadinho do Corvo

“Não vão precisar de trabalhar, vão ter só de representar, que não se pode dizer que seja trabalhar, é só dizer umas coisas.”

No fnal de 1997 quisemos contar uma história sem grandes mensagens, para toda a gente. Uma história simples, de pessoas simples, de pessoas isoladas, de pessoas que sonham, de sonhos que se concretizam, de anos, de solidão e com humor. Com o António Feio a encenar um texto de Martin McDonagh rimos, chorámos e falámos "Açoreano" na Ilha do Corvo onde nunca estivemos mas acerca da qual temos um imaginário fértil.
Nunca tínhamos simplesmente contado uma história.
Gostámos e um dia destes havemos de repetir, na atura certa, mesmo que outras mentes iluminadas achem que não devíamos fazer "essas coisas".

Estreou a 27 de Novembro de 1997 no Rivoli no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Estremoz num total de 15 apresentações.

texto
Martin McDonagh

tradução e adaptação
António Feio

encenação
António Feio

cenografia
Eduardo Loio

figurinos
Eduardo Loio

execução de figurinos
Armanda Neto

caracterização
Aurora Gaia

música
Albrecht Loops

desenho de luz
Laia Oms

fotografia
Limamil

concepção gráfica
Eduardo Loio

registo vídeo
João Nuno Martins

direcção de montagem
Laia Oms

operação de luz
Laia Oms

operação de som
Paulo Rodrigues/Lucinda Gomes

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Anabela Mira, Carlos Costa, Catarina Martins, Fernando Moreira, Miguel Cabral, Nuno Cardoso e Pedro Carreira

produção executiva
Lucinda Gomes

Segunda, 21 Junho 2010 11:05

Gato e Rato

“Não se pode voltar atrás agora. Já não tenho nenhuma razão para viver. Tenho de arranjar prateleiras novas.”

Depois do Centro Cultural de Belém nos ter convidado para com o João Paulo Seara Cardoso fazer esta peça ficámos de pé atrás. Não conhecíamos o autor e parecia um "trabalho por encomenda". Decidimos dar o benefício da dúvida, lemos o texto e ficámos imediatamente apaixonados pelo estilo corrosivo de Gregory Motton e a sua escrita sobre a tirania de uma sociedade sem tiranos, sobre o mundo actual de pequenas idiossincrasias e grandes questões que se diluem por serem muitas. Se com o João Paulo redescobrimos o prazer da liberdade e da loucura, com Gregory Motton aprendemos porque é que se estão a dar "todas as casas às baleias" e que "aquela coisa grande e azul do lado de fora da janela" é o céu. Primeiro contacto com o dramaturgo Gregory Motton, que veio a ser uma presença assídua no nosso trabalho.

Estreou a 18 de Setembro de 1997 no Balleteatro Auditório no Porto. Além do Porto, foi apresentado em Tondela, Coimbra, Aveiro, Lisboa, Braga e Vila do Conde num total de 27 apresentações.

texto
Gregory Mottton

tradução
Espirídia Viterbo, Jean Ann Burrows e João Paulo da Cunha Galvão

encenação
João Paulo Seara Cardoso

cenário
João Paulo Seara Cardoso e Eduardo Loio

figurinos
Judite Oliveira

banda sonora original
Albrecht Loops

desenho de luz
António Real

efeitos especiais
José Cunha

fotografia
Limamil

grafismo
Eduardo Loio

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Nuno Cardoso e Pedro Carreira

operação de luz
Paulo Rodrigues

operação de som
Catarina Martins

coordenação de produção
Lucinda Gomes

produção executiva
Catarina Martins e Lucinda Gomes

Segunda, 21 Junho 2010 10:52

Porto Monocromático

“Só há uma coisa que me faz confusão… são aquelas protuberâncias… aquilo são cornos ou raios de sol?”

Em Porto Monocromático quisemos viver o Porto e o seu quotidiano e durante sete meses lançámo-nos num processo de investigação em que algumas portas se fecharam e muitas se abriram. No final não sabemos se falámos do porto mas de certeza que ficámos a conhecer-nos melhor e que falámos de nós. Fomos igualmente confrontados com as dificuldades de uma criação colectiva, questionando como se conjugam a Ideia, o Processo e o Resultado Final de um espectáculo. Porto Monocromático foi acima de tudo um prisma de todos quantos nele participaram e um reflexo do colectivo.

Estreou a 9 de Maio de 1997 no Teatro Nacional São João no Porto onde teve 3 apresentações.

texto
Criação Colectiva

direcção
Nuno Cardoso

dramaturgia
Nuno Cardoso

apoio à dramaturgia
António Brás

cenografia
Eduardo Loio, Laia Oms e Limamil

música e sonoplastia
Albrecht Loops

desenho de luz
Nuno Cardoso e Rui Gonçalves

vídeo
João Nuno e Tiago Rodrigues

figurinos
Preciosa Afonso

concepção gráfica
Eduardo Loio

fotografia
Limamil

contra-regra
Pedro Guimarães (TNSJ)

operação de luz
Rui Gonçalves e José Carlos Coelho (ambos do TNSJ)

maquinistas
Jorge Silva, Carlos Biana, António Quaresma, Lídio Pontes, Filipe Silva e Joaquim Marques (todos do TNSJ)

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

produção executiva
Lucinda Gomes

Segunda, 21 Junho 2010 10:45

Casa de Mulheres

“Uma tarde de Verão, no meu quarto. A janela está aberta. Entra um cheiro estranho a folhas podres e asfalto a derreter-se ao Sol.”

Durante três meses convidámos o público a espreitar pelo buraco da fechadura de uma casa de mulheres. Pela primeira vez tivemos consciência, para o bem e para o mal, das dificuldades das grandes temporadas em espaços alternativos. Ao longo de 76 apresentações levámos este espectáculo a dez localidades e vimos como evolui um espectáculo desde a estreia em 1996 na Rua de S. João no Porto até à última apresentação no Auditório Carlos Paredes, Lisboa, em Abril de 1999. Ainda aconteceu outra novidade: foi até hoje o único espectáculo a que decidimos pôr termo. Não houve uma morte lenta em que nos apercebemos que já não conseguíamos colocar o espectáculo em cena por diversas razões mas sim uma decisão de o fazer pela última vez porque a carreira já ia longa e daí para a frente já não havia surpresa e risco, que é o que nos faz fazer teatro.

Estreou a 26 de Setembro de 1996. Além do Porto, foi apresentada em Aveiro, Almada, Évora, Braga, Guarda, Covilhã, Valongo, Coimbra, Beja, Glória do Ribatejo e Lisboa num total de 76 apresentações.

texto
Dacia Maraini

tradução
José Colaço Barreiros

encenação
Nuno Cardoso

cenografia
Eduardo Loio

figurinos
Preciosa Afonso

música
Albrecht Loops

desenho de luz
Nuno Cardoso

fotografia
Limamil

design gráfico
Eduardo Loio

registo vídeo
Tiago Rodrigues e Edgard Fernandes

operação de luz e som
Pedro Carreira

interpretação
Ana Vitorino e Catarina Martins

produção executiva
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Cardoso e Pedro Carreira

Segunda, 21 Junho 2010 10:31

A Cantora Careca

“A minha mulher é a inteligência personificada. É mesmo mais inteligente do que eu. Em todo o caso é muito mais feminina. Dizem.”

Na primeira vez que trabalhámos com o João Paulo Seara Cardoso fizemos esta "tragédia da linguagem" como inicialmente lhe chamou Ionesco. Criámos um mundo sem nexo, com um texto sem nexo, feito com personagens sem nexo. Surpreendentemente no fim, pelo menos para nós, tudo tinha nexo. Era mesmo a tragédia da linguagem! Aprendemos que muitas vezes se fala muito e nada se diz… ou simplesmente não interessa.

Estreou a 30 de Maio de 1996 no Balleteatro Auditório no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Lisboa, Coimbra e Aveiro num total de 28 apresentações.

texto
Eugéne Ionesco

tradução
Luís de Lima

encenação
João Paulo Seara Cardoso

cenografia
João Paulo Seara Cardoso

figurinos
Preciosa Afonso

música
Albrecht Loops

desenho de luz
António Real

fotografia
Limamil

design gráfico
Eduardo Loio

registo vídeo
Balleteatro

operação de luz
Ana Vitorino

operação de som
Miguel Teixeira (BT)/Lucinda Gomes

interpretação
Alexandra Lobato, Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Cardoso, Patrícia Gonçalves e Pedro Carreira

produção executiva
Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Cardoso e Pedro Carreira

Segunda, 21 Junho 2010 10:20

Schmürz, ou Os Construtores de Impérios

“Corremos com toda a força para o futuro e vamos tão depressa que o presente nos escapa e a poeira da nossa corrida nos esconde o passado.”

No início do segundo ano do Visões chegou ao Porto o furacão Carlos Curto para nos encenar numa peça sobre a poeira que levantamos nesta nossa fuga para a frente num mundo de excessos e clichés. Fizemos um espectáculo "Dirty" no Teatro Sá da Bandeira– espaço em que o tempo e o esquecimento deixaram marcas profundas– local ideal para uma peça que tal como todo o teatro foi efémera e depressa ficou coberta de pó nestes quatro anos que entretanto se passaram.

Estreou a 8 de Fevereiro de 1996 no Teatro Sá da Bandeira no Porto onde teve 16 apresentações.

texto
Boris Vian

tradução e encenação
Carlos Curto

cenografia
Eduardo Loio

figurinos
Preciosa Afonso

música
Da Bélio – C

desenho de luz
Carlos Curto

fotografia
Limamil

design gráfico
Eduardo Loio

registo vídeo
Carlos Curto

montagem e operação de luz
Serafim Ribeiro

operação de som
Tiago Rodrigues

interpretação
Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Cardoso, Pedro Carreira e Xana Fonseca

produção executiva
Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Cardoso e Pedro Carreira

Segunda, 21 Junho 2010 10:11

O Subterrâneo

“No fundo da alma, bem lá no fundo do Subterrâneo, rimo-nos do sofrimento.
O que não nos impede de sermos desgraçadamente infelizes.”

Em S. Bento da Vitória, bem no fundo do Mosteiro, ao lado do poço do elevador, perto das gotas de água que incessantemente se escutam, enclausurou-se o "homem do subterrâneo". Em Setembro de 1995, no fim do 1º ano de existência do Visões Úteis, pudemos ouvi-lo num monólogo, quase diálogo com o público. Com este espectáculo passámos para um outro plano de reconhecimento por parte da cidade; não sabemos se por termos conseguido resistir a um ano de actividade, se porque neste texto se expunha a má consciência de todos quantos o fizeram e a ele assistiram. O certo é que resultou.

Estreou a 8 de Setembro de 1995 no Mosteiro de São Bento da Vitória no Porto. Além do Porto foi apresentada em Aveiro, Coimbra, Évora, Braga, Almada, Tondela e Montemor-o-Velho e em 16 estabelecimentos prisionais no âmbito do Projecto Liberdades num total de 68 apresentações.

texto
Fiodor Dostoievski

tradução
Aurora Aranha

encenação
Paulo Castro

cenário e grafismo
Eduardo Loio

figurinos
Preciosa Afonso

desenho de luz
Paulo Castro

música
Albrecht Loops (banda sonora original) e Johann Sebastian Bach

sonoplastia
Albrecht Loops

fotografia
Limamil

montagem
Serafim Ribeiro

operação de luz e som
J.P. Lima/Carlos Costa/Paulo Rodrigues/Ana Vitorino

interpretação
Nuno Cardoso

coordenação de produção
Catarina Martins

produção executiva
Nuno Cardoso, Carlos Costa e Pedro Carreira

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