Visões Úteis

  • Aumentar o tamanho da fonte
  • Tamanho padrão da fonte
  • Diminuir tamanho da fonte
Home Novidades Visões Úteis
Visões Úteis

Visões Úteis

URL do Website: E-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

Segunda, 19 Julho 2010 00:52

Ana Azevedo

(Vila Nova de Famalicão, 1979)

Colabora com o Visões Úteis desde 2001 como Atriz e Monitora Residente do Serviço Educativo.

Formada no Balleteatro, Escola Profissional de Teatro do Porto, frequentou também o Curso Superior de Tecnologias da Comunicação Audiovisual do Instituto Politécnico do Porto, e concluiu a especialização em Texto Dramático da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Foi professora de teatro no Centro de Formação e na Escola Profissional do Balleteatro até 2015. Como atriz trabalhou também com diversos encenadores: Luís Mestre, Roberto Merino, Nicolau Pais, Igor Gandra, entre outros.

No cinema regista algumas breves passagens como atriz com os realizadores Eduardo Condorcet e Edgar Pêra.

Ao longo de 15 anos, como formadora, passou a desenvolver um método de ensino muito próprio, criando pontes entre todas as suas experiências e trabalhando em contextos que envolvem grupos muito diversos e de diferentes faixas etárias: aulas de teatro, performance em comunidade, grupos com asperger/autismo, crianças, adultos e seniores.

Segunda, 19 Julho 2010 00:36

A Comissão

“E é sobre este mar iluminado que a multidão se lança, cantando. Num salto de fé!”

“A Comissão” reflecte de forma divertida acerca dos mecanismos de decisão política e económica em Portugal e na Europa, como exercício de domínio e poder. Apresentado na sala de reuniões de um hotel, o espectáculo promove uma relação próxima com o público e simultaneamente explora a linguagem como mecanismo de exclusão.

Sinopse

Numa sala de reuniões de um hotel, uma Comissão reúne para aprovar o Plano de Acção elaborado pelo Comité Executivo a partir do Programa Estratégico previamente definido e aprovado. Os membros do Comité Executivo (o elenco) recebem os restantes membros da Comissão (representados pelos espectadores) e têm a delicada missão de apresentar de modo convincente o Plano de Acção que prepararam de modo a obter uma maioria de votos positivos.

Ao longo da reunião exibem-se gráficos, esmiúçam-se burocracias e esgrimem-se terminologias. E aos poucos vai-se instalando a dúvida quanto à competência e à isenção dos principais responsáveis...

Conseguirá esta Comissão reunir o consenso generalizado?

“A Comissão”
36ª criação Visões Úteis / Maio 2010

texto e direcção
Ana Vitorino e Carlos Costa

colaboração na dramaturgia
Nuno Casimiro

figurinos e adereços
Inês de Carvalho

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Gomes

infografismo e audiovisuais
João Martins / entropiadesign

projecto fotográfico
Paulo Pimenta

coordenação técnica
Luís Ribeiro

produção executiva e direcção de cena
Joana Neto

assistência de produção
Helena Madeira

design gráfico
entropiadesign a partir de imagem de Ricardo Lafuente

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Pedro Carreira
e ainda Joana Neto e Luís Ribeiro
com a participação especial (em vídeo) de Nuno Casimiro, João Teixeira Lopes, José Pinto da Costa, Miguel Guedes, Alice Costa, Carolina Gomes, Raquel Carreira, Ana Azevedo, João Martins e José Carlos Gomes

duração aproximada
80 minutos

classificação etária
M12


“A Comissão” estreou a 30 de Maio de 2010 no âmbito do 33º FITEI no Hotel Dom Henrique (Porto), onde em Novembro seguinte fez ainda uma temporada de resposição. Em 2010 o espectáculo integrou também a programação do Festival Escrita na Paisagem em Évora (Julho) e foi apresentado em Coimbra (sala do Teatrão/Setembro) e em Aveiro (Estúdio Performas/Dezembro). Já em 2011 "A Comissão" integra o Ciclo de Teatro do Porto? com duas apresentações em Lisboa no São Luiz Teatro Municipal (Março). Continua disponível para itinerância.

Segunda, 12 Julho 2010 16:39

Boom & Bang

“Isto é uma nova espécie de socialismo. É o socialismo para os ricos. Para os outros está tudo na mesma. Só para os bancos é que há socialismo. O resto do pessoal continua tão à rasca como dantes. E é nesta altura que começamos a sentir uma certa sensação de injustiça, ou não é?”

“Boom & Bang”, adaptação de “The power of yes” de David Hare, é um espectáculo “portátil” – fácil de transportar, rápido de montar – em que rimos (para não chorar) com a crise financeira que em 2008 abalou o mundo e mexeu com o quotidiano de todos nós.

Sinopse

Na sequência da crise económica que explodiu em Setembro de 2008, o National Theatre (Londres, Inglaterra) encomendou ao dramaturgo David Hare uma peça de teatro que se confrontasse com a referida situação e com os seus protagonistas. O resultado final foi um texto rigoroso e complexo– em que se recusa qualquer desejo excessivo de dramatização e se procura antes contar uma história de ambição e ganância– intitulado “O poder do sim”, e bem a propósito sub-intitulado “Um dramaturgo tenta compreender a crise financeira”, cuja estreia mundial aconteceu, precisamente, no National Theatre de Londres, em Setembro de 2009.
Na versão do Visões Úteis, “Boom & Bang”, apresenta-se vocacionado para um contacto muito próximo com o público, através do trabalho de 3 actores que convocam uma pluralidade de protagonistas da crise financeira, sem esquecer uma imprescindível aproximação à realidade portuguesa, no que podemos classificar de um espectáculo extremamente divertido, apesar de não ter piada nenhuma!

“Boom & Bang”
35ª criação Visões Úteis
a partir de “The power of yes” de David Hare

dramaturgia e direcção
Ana Vitorino e Carlos Costa

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa e Pedro Carreira

projecto fotográfico
Paulo Pimenta

coordenação técnica e operação
Luís Ribeiro

produção executiva
Joana Neto

assistência de produção
Helena Madeira

design gráfico
entropiadesign a partir de imagem de Ricardo Lafuente

duração aproximada
50 minutos

classificação etária
M12

“Boom & Bang” estreou a 26 de Janeiro de 2010 no Labirintho Bar (Porto).
Até ao final de 2013 itinerou de Norte a Sul do país, com espectáculos em Bragança, Covilhã, Vila Real, Torres Vedras, Chaves, Lamego, Penalva do Castelo, Mirandela, Mem Martins, Quinta do Conde, Pinhal Novo, Celorico da Beira, Seia, Torres Vedras, Oeiras, Leça da Palmeira, Coimbra, Famalicão, Aveiro, Ovar, Portalegre, Castêlo da Maia, Lisboa, Sintra, Barcelos e Penafiel.

Em 2013 o espetáculo foi (re)traduzido e adaptado para língua inglesa, apresentando-se pela primeira vez fora de Portugal, na Ilha de Sifnos (Grécia) a 4 de julho, no âmbito do projeto "Sifnos Crisis".

Continua ainda disponível para itinerância, nas versões portuguesa e inglesa

Segunda, 12 Julho 2010 16:39

O Anzol

“E enquanto corto a cebola penso num final feliz; um final em que não morra tanta gente.”

“O Anzol” é a segunda incursão do Visões Úteis na obra da dramaturga catalã Gemma Rodríguez. A peça mostra um momento decisivo na vida de três personagens que, nas palavras da  autora, “têm em comum as suas vidas fracassadas mas não perdem a esperança de apanhar o anzol da felicidade”.

“O Anzol” estreou a 23 de Abril de 2009 no Pequeno Auditório do Teatro Municipal de Vila Real.

Sinopse

“O Anzol” retrata um momento crítico na vida de três “perdedores” : Lena, o seu pai e a sua vizinha do lado, Irene.
Lena decidiu convidar o pai, um ex-alcoólico em recuperação com quem não fala há dois anos, para um jantar. Enquanto espera que ele chegue, desespera com o atraso do seu companheiro, que já deveria ter chegado a casa com os filhos dela. No apartamento ao lado, Irene aguarda a chegada dos funcionários do gás, que chamou após ter detectado uma fuga. A caminho do edifício, o pai de Lena prepara-se para tentar recuperar o amor dos netos e a confiança da filha.

Influenciada pela dramaturgia alemã contemporânea, em “O Anzol” Gemma Rodríguez alia com mestria a amargura à comicidade, a fantasia poética à rude realidade, numa obra em que a tensão cresce minuto a minuto, em direcção a um desfecho que tem tanto de dramático como de banal.

“O Anzol”
34ª criação Visões Úteis / uma co-produção com o Teatro Municipal de Vila Real

texto
Gemma Rodríguez

tradução e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins

cenografia e figurinos
Inês de Carvalho

desenho de luz
José Carlos Coelho

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Pedro Carreira
e Gemma Rodríguez e Paula Seabra (voz-off)

coordenação técnica
Luís Ribeiro

assistência cenográfica
Rui Azevedo

produção executiva
Joana Neto

assistência de produção
Helena Madeira

design gráfico
entropiadesign a partir de imagem de Ricardo Lafuente

classificação etária
M/12

duração
60 minutos

“O Anzol” estreou a 23 de Abril de 2009 no Pequeno Auditório do Teatro Municipal de Vila Real no âmbito do Festival Vinte e Sete. Em Dezembro de 2009 esteve em cena no Teatro Helena Sá e Costa (Porto).

Segunda, 12 Julho 2010 16:37

Os Ossos de que é Feita a Pedra

“Aos primeiros raios de sol, o homem riscou na terra um quadrado perfeito e começou a escavar.”

“Os ossos de que é feita a pedra” é um audiowalk criado para as instalações da Cidade da Cultura da Galiza em Santiago de Compostela, a convite da Fundácion Cidade da Cultura de Galícia (organismo criado e tutelado pela Xunta de Galicia).

Sinopse

A Cidade da Cultura da Galiza, instalada no Monte Gaiás em Santiago de Compostela, é um complexo arquitectónico desenhado por Peter Eisenmann com o intuito de albergar um conjunto de instalações dedicadas à arte e à preservação da memória daquela região: Museu Nacional, Arquivo e Biblioteca, Teatro, Centro de Arte Internacional. O processo de construção iniciou-se há mais de uma década e não está ainda concluído.
No decorrer de todo este tempo a Cidade da Cultura tem, no entanto, sido local de visitas frequentes de todas as nacionalidades (populações escolares, arquitectos, estudiosos, imprensa, etc) e foi com o objectivo de disponibilizar a este público uma visita que ultrapassasse os aspectos meramente técnicos que surgiu o convite ao Visões Úteis para a realização deste audiowalk.

“Os ossos de que é feita a pedra” leva um grupo de espectadores através de uma cidade artificial, ainda vazia de vida, mergulhando-os num ambiente que reflecte simultaneamente os futuros conteúdos da cidade e a imensidão do gesto implicado na sua construção.



“Os ossos de que é feita a pedra”
33ª criação Visões Úteis

texto e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins

paisagem sonora e engenharia de som
João Martins

intervenções plásticas
Inês de Carvalho

colaboração na escrita
Nuno Casimiro

interpretação
José Barato, María Bouzas e Rocío González

produção
Xunta de Galicia e Fundación Cidade da Cultura


Segunda, 21 Junho 2010 18:22

Muna

“Meu filho, porque estás tu a tremer?
Pai, o Rei dos Elfos, não o estás a ver?
O Rei dos Elfos de cauda e coroa?
Meu filho, é só o nevoeiro que voa.”

“Muna” é um projecto que parte de uma mesma concepção dramatúrgica, plástica e sonora para dar origem a dois espectáculos: um apresentado de dia— “Muna” para a infância— e outro apresentado de noite— “Muna” para adultos. Inspirando-nos no poema “O Rei dos Elfos” de Goethe e no universo do ilustrador Júlio Vanzeler, exploramos o território entre o sonho e o acordar, onde a realidade e a ficção se unem e onde habitam todas as coisas sem nome que nos causam simultaneamente fascínio e medo. O espectáculo foi produzido em colaboração com os Teatros Nacionais São João e Dona Maria II.

“Muna” estreou a 18 Junho (versão para a infância) e a 20 Junho (versão para adultos) de 2008 no Teatro Carlos Alberto no Porto.

Sinopse

Versão para a infância

Num quarto uma criança está deitada na cama. Está doente e os pais vigiam-na. No seu sono de febre a criança mergulha num território estranho e desconhecido, onde se imagina um super-herói. Os objectos e vozes do quarto confundem-se com as personagens excêntricas desse mundo sonhado. O nosso herói vive uma aventura inesperada com um pé na realidade e outro na fantasia. Enquanto luta com o Rei dos Elfos para salvar a lua roubada, toma o xarope que a mãe lhe dá.

Versão para adultos

Num quarto um pai que perdeu um filho está deitado na cama. No seu delírio de dor mergulha num território estranho e desconhecido de onde não consegue fugir. As memórias e os remorsos confundem-se com as personagens bizarras desse mundo que inexplicavelmente o interpela. Numa batalha perdida à partida, o pai tenta dominar a sua esmagadora impotência. Num mundo que foge a qualquer lógica, tenta encontrar o caminho de volta à realidade.

Estreou a 18 Junho (versão para a infância) e a 20 Junho (versão para adultos) de 2008 no Teatro Carlos Alberto no Porto, e em Outubro seguinte esteve em cena no Teatro Nacional Dona Maria II em Lisboa. Em Dezembro de 2008 foi ainda apresentado no Auditório da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (versão para a infância) e em Outubro de 2009 ambas as versões estiveram em reposição no Teatro Helena Sá e Costa (Porto). Muna fez já um total de cerca de 50 apresentações. Continua disponível para itinerância.

dramaturgia e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins

cenografia e adereços
João Calvário

figurinos
Ana Luena

a partir de ilustrações originais de
Júlio Vanzeler

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho

caracterização
Anita Novais

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, João Martins, Pedro Carreira, Rui Queirós de Matos e Raquel Carreira (voz-off)

assistência de cenografia e adereços
Rui Azevedo

execução de adereços adicionais
Suzete Rebelo

execução de guarda-roupa
Ana Maria Fernandes, Glória Costa

pintura de figurinos
Catarina Felgueiras

execução de cenografia
Américo Castanheira/Tudo Faço

coordenação de montagem e assistência de iluminação
Luís Ribeiro

assistência de produção
Helena Madeira

produção executiva
Marina Freitas

Segunda, 21 Junho 2010 18:17

Adúlteros Desorientados

“E os adúlteros e as adúlteras que, neste preciso momento, levam a cabo o seu trabalho febril (...) criam uma rede na qual se apoia o resto das contradições que moldam a realidade. A mim, a todos nós, adúlteros e adúlteras esforçados, a sociedade deve-nos tudo.”

“Adúlteros Desorientados”, adaptação da obra “Cuentos de adúlteros desorientados” de Juan José Millás, é mais uma incursão do Visões Úteis no teatro portátil— um monólogo divertido para um público descontraído mas exigente, concebido para possibilitar a relação directa entre criadores e público.

Sinopse

Um adúltero tenta encontrar justificação para a sua vida dúplice no relato de inúmeros adultérios reais, possíveis e imaginários. Com um humor desconcertante, viaja pelo estado de confusão em que estão submersos os adúlteros, permanentemente obrigados a uma vigilância constante para que a sua opção de vida não se torne transparente aos olhos dos outros. Sempre encarando o adultério como algo a que não se pode escapar... enfim uma vocação, ou até uma metáfora da própria vida.

Estreou a 15 de Janeiro de 2008 no Espaço Serv'artes no Porto. Até ao final de 2010 foi ainda apresentado em Aveiro, Vila Real, Guimarães, Maia, S. Pedro do Sul, Portalegre, Barcelos, Coimbra, Gouveia, Leiria, Estarreja, Castêlo da Maia e Lisboa, fazendo também a sua primeira apresentação em território internacional ao integrar a programação do FIOT 2010 na Coruña (Galiza). Continua disponível para itinerância.

texto
Juan José Millás

tradução
Anabela Mendes

dramaturgia e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins

direcção musical
João Martins

interpretação
Pedro Carreira

Segunda, 21 Junho 2010 18:09

O Resto do Mundo

“Subir aquele rio era como viajar até aos primórdios do mundo. Um rio deserto, um enorme silêncio, uma floresta impenetrável. Nenhuma alegria no brilho do sol.”

O Resto do Mundo é a segunda produção do projecto “A Caminho do Resto do Mundo”, uma reflexão sobre o nosso tempo e lugar a partir da escrita de Joseph Conrad.

Inspirados por “Heart of Darkness”, um texto que é sobretudo conhecido pela adaptação ao cinema de Francis Ford Coppola - Apocalypse Now -,  criamos um espectáculo num táxi perdido no Azevedo, o Porto para lá da circunvalação, a cidade onde não se vai.

O Resto do Mundo é um espectáculo de teatro in itinere, que dá continuidade aos audio-walks criados pelo Visões Úteis, bem como a uma reflexão – sobre a paisagem urbana – que atravessou todo o século XX - desde Dadaístas e Surrealistas, passando pelos Situacionistas e pela Land Art.

Estreou a 25 de Maio de 2007 no FITEI.

Sinopse

Marlow relata a sua viagem, rio acima, na direcção do mais remoto dos entrepostos comerciais. À medida que sobe o rio confronta-se, de forma violenta, não só com as trevas que pressente para lá das margens mas sobretudo com aquelas que vai cartografando no coração dos homens.

Evocando a recordação de Marlow, um taxista erra pela cidade ao encontro das suas trevas.

O Resto do Mundo
a partir de “Heart of Darkness” de Joseph Conrad

dramaturgia e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins

pesquisa e documentação geográfica
João Martins e Nuno Casimiro

colaboração na dramaturgia
Nuno Casimiro

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

interpretação
Carlos Costa e Pedro Carreira

direcção técnica
entropiadesign

vídeo e documentário
Pedro Maia

projecto fotográfico
Paulo Pimenta

produção executiva
Marina Freitas e Cristiana Morais

Segunda, 21 Junho 2010 18:01

A Frente do Progresso

“Os dois pioneiros do comércio e do progresso passavam dias a olhar o vazio. O rio corria calmo debaixo do sol vibrante. E a toda a volta, a imensa floresta, plena de vida, estendia-se no eloquente silêncio daquela grandeza muda. Kayerts e Carlier não percebiam nada. Não queriam saber de nada.”

A Frente do Progresso é a primeira produção do projecto A Caminho do Resto do Mundo, uma reflexão sobre o nosso tempo e lugar a partir da escrita de Joseph Conrad.

É uma adaptação do conto “An Outpost of Progress” de Joseph Conrad, que se instala no palco, brincando com maquinaria e convenção teatral, para contar ao público uma história tão longínqua - no espaço e no tempo - e tão próxima.

Estreou a 29 de Março de 2007 no Teatro Carlos Alberto, em co-produção com o Teatro Nacional São João.

Sinopse

Kayerts e Carlier estão encarregues de um entreposto comercial, nas margens de um rio, no coração da selva. Rodeados por uma imensidão que se torna mais estranha e incompreensível pelas visões fugazes e misteriosas da vida intensa que contêm, os dois homens são como crianças e não têm qualquer preparação para enfrentar tal desafio. Uma parábola do nosso mundo num registo cómico e grotesco.

Estreia a 29 de Março de 2007 no Teatro Carlos Alberto, em co-produção com o Teatro Nacional São João.

A Frente do Progresso
a partir de “An Outpost of Progress” (1897), de Joseph Conrad

dramaturgia e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins

cenografia
João Calvário, a partir de ilustrações originais de José Carlos Fernandes

figurinos
Ana Luena, a partir de ilustrações originais de José Carlos Fernandes

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Miguel Rosas, Pedro Carreira e Rui Queirós de Matos

apoio dramatúrgico
Nuno Casimiro

caracterização
Anita Novais

adereços e execução de cenografia
João Calvário, Luísa Soares, Pedro Raposo

máscaras
Cristóvão Neto

execução de guarda-roupa
Ana Maria Fernandes

enchimentos
Jonas Ribeiro

coordenação de montagem e assistência de iluminação
Luís Ribeiro

produção executiva
Marina Freitas

Segunda, 21 Junho 2010 17:51

Mal Vistos

“Um homem tosse. Tosse uma tosse seca, de mil anos de tabaco nos pulmões.”

A tensão criada pelo espaço claustrofóbico dos escritórios de uma empresa, tendo como pano de fundo os processos de globalização e deslocalização do trabalho.

Com este espectáculo Gemma Rodriguez foi pela primeira vez  apresentada ao público português.

Mal Vistos recebeu o “Prémio Maria Teresa Léon 2002”.

Estreou em Maio de 2006 no FITEI/Porto.

Sinopse

Em redor das instalações da sucursal de uma multinacional alemã, uma multidão avoluma-se e protesta contra os despedimentos massivos, o inevitável encerramento, a previsível deslocalização.

Lá dentro vive-se mais um dia sem trabalho. Num clima de crescente tensão e desconfiança, mimam-se os procedimentos necessários à manutenção das aparências. Quatro homens, quadros superiores da empresa, evitam a tudo o custo admitir abertamente o fracasso e a sua impotência face à situação. Agarrando-se à ideia da sua superioridade hierárquica, debatendo-se com a frustração, o sentimento de culpa e a incerteza do seu futuro, tentam esconder uma verdade gritante: estão ultrapassados e são dispensáveis.

Estreou a 31 de Maio de 2006 no Teatro Carlos Alberto no Porto, integrado no XXIX FITEI. Foi ainda apresentado em Aveiro e Coimbra, tendo sido reposto no Porto em Novembro de 2007 no Teatro Helena Sá e Costa, num total de 15 apresentações.

tradução
Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins, a partir do original castelhano de 2003 e do original catalão na versão de 2006

direcção
Ana Vitorino e Carlos Costa

cenografia, adereços e figurinos
Ana Luena

desenho de luz
José Carlos Coelho

banda sonora original e sonoplastia:
João Martins

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Miguel Rosas, Nuno Simões, Pedro Carreira e Valdemar Santos

design gráfico
Vitor Azevedo

coordenação de montagem
Luís Ribeiro

assistente de cenografia
Júlio Alves

produção executiva
Marina Freitas

produção
Visões Úteis

Pág. 22 de 25

Recentes


Facebook


O Visões Úteis é uma estrutura financiada

Ministério da CulturaDireção Geral das Artes

O Visões Úteis é membro

Plateia - Associação dos Profissionais das Artes Cénicas IETM - International Network for Contemporary Performing Arts Anna Lindh Foundation

Visões Úteis é associado

Associação dos Amigos do Teatro da Liberdade da Palestina - The Freedom Theatre e ZERO - Associação Sistema Terreste Sustentável