Visões Úteis

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Como se financia o Visões Úteis?

Visões Úteis é financiado pelo Estado Português através da Direção Geral das Artes. Este financiamento é vital para o desenvolvimento da nossa actividade e representa cerca de 50% do nosso orçamento anual. O Estado Português financia a criação artística por a considerar um bem público, tal como a saúde, a educação, o ambiente, a agricultura, a segurança ou a defesa nacional. E o financiamento dos bens públicos permite o seu desenvolvimento sem o constrangimento da lógica dos mercados. Isto permite, no caso da criação artística, que esta evolua num permanente gesto crítico do mundo e de forma acessível à generalidade da população. Basicamente o Visões Úteis é um privado que exerce, do ponto de vista das finanças públicas, uma actividade semelhante à de uma universidade, hospital ou força policial.

Os restantes 50% das receitas do Visões Úteis tem origens muito diversas, a saber:

  • Coproduções: Entidades nacionais e estrangeiras que decidem, antecipadamente, suportar parte (eventualmente a totalidade) do custo de um projecto. Podemos aqui encontrar teatros, fundações, federações, instituições de ensino, municípios e até a a União Europeia (programas Europa Criativa e Erasmus +) num cruzamento complexo de (mais) capital público e privado. Mas sempre justificado pelo cruzamento dos objectivos dessas entidades com os do Visões Úteis.

  • Vendas: Uma situação relativamente simples em que uma entidade (pública ou privada) compra um espectáculo/actividade do Visões Úteis porque o deseja apresentar ao seu público. Pode ser uma entidade que programa regularmente (um teatro municipal ou um Festival, por exemplo), pontualmente (uma instituição de ensino ou município, por exemplo) ou mesmo esporadicamente (um evento avulso ou até mesmo, e a título completamente particular, uma pessoa em nome individual, por exemplo). Pelo que se vê, também aqui se cruzam dinheiros públicos e privados.

  • Apoios: Trata-se, essencialmente, de entidades privadas que prestam serviços gratuitamente ou oferecem/emprestam produtos. Isto a troco da menção pública do referido apoio. Estas entidades optam por este envolvimento, essencialmente, por considerarem que o mesmo beneficia a sua imagem.

  • Mecenato: A cultura empresarial e o regime fiscal vigente não facilitam o funcionamento deste tipo de financiamento (pelo menos à escala em que se desenvolvem os nossos projetos, relativamente pequena). Ainda assim podemos apontar um recente caso de sucesso, no âmbito de um projeto de aplicação das artes à Terapêutica do Síndroma de Asperger.

  • Outras receitas: Incluem-se aqui as receitas de bilheteira, as propinas dos cursos do nosso Serviço Educativo, a venda de publicações e merchandising e alguma eventual prestação de serviços relacionada com as competências/recursos próprios da nossa equipa (aluguer de material, formação etc). Naturalmente, e considerando o esforço já feito pelos cidadãos/contribuintes no financiamento do  serviço público de que somos agentes, as possibilidades de crescimento deste item são auto-limitadas, não se aplicando aqui a lógica pela qual se guiam os agentes ou entidades de cariz comercial.

 

Quem controla a nossa gestão do dinheiro público (o seu dinheiro)?

Anualmente o Visões Úteis elabora relatórios (intercalares e finais) de actividades e contas para a Direção Geral das Artes. E o nosso trabalho é fiscalizado de perto pela Direção Regional de Cultura do Norte (e por uma Comissão de Acompanhamento) que garante que a nossa actividade cumpre o acordado com o Estado, nos termos dos respectivos concursos públicos e contratos.

As demais contratações, nomeadamente com entidades públicas, são também sujeitas a contratos, relatórios e prestação de contas e dependem, em grande parte dos casos, da comprovação de situação regularizada perante finanças e segurança social.

A Contabilidade do Visões Úteis é organizada nos termos legais por uma empresa do sector (a SSC, Gestão e Contabilidade) Todos os movimentos são documentados e susceptíveis de verificação pelas entidades competentes.

O Visões Úteis, em termos jurídicos, é uma Associação Cultural de Direito Privado e sem fins lucrativos. E está, nos termos legais, isento de IRC e IVA. Em termos práticos - e no que diz respeito ao IVA - o Visões Úteis é um consumidor final, suportando o imposto sem direito a qualquer devolução sempre que compra; mas não faturando imposto quando vende.

O Visões Úteis é uma Pessoa Colectiva de Utilidade Pública nos termos do Despacho nº11156/2010 de 25 de Junho de 2010 do Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, publicado em Diário de República, 2ª série - Nº131 - a 8 de Julho de 2010.

O Visões Úteis tem a sua situação regularizada com o Fisco e com a Segurança Social e cumpre a lei laboral, celebrando contratos de trabalho nos termos da legislação em vigor.

 

Quer apoiar a actividade do Visões Úteis?

Antes de o fazer deve lembrar-se que já a apoia através dos impostos que paga e que pode prolongar esse esforço simplesmente através da compra, por exemplo, de um bilhete.

E se pretender participar ainda mais na nossa atividade poderá - na sua declaração de IRS - consignar 0,5% dos impostos que paga para apoiar a nossa atividade. Desse modo estará a coproduzir diretamente o nosso plano de atividade. Para isso basta que na declaração, na folha de Rosto do Modelo 3, preencha o quadro 11 e no campo 1103 coloque o nosso NIF 503 285 315. Mas não deixe de recordar que são imensas e notáveis as entidades a quem pode consignar 0,5% do seu IRS; falamos não só de organizações do setor cultural mas também de organizações ligadas à saúde, direitos humanos, ambiente etc... portanto pense duas vezes antes de inserir um NIF para consignação.

Entretanto, se pretender mesmo tornar-se um mecenas do Visões Úteis , deverá contactar-nos para discutirmos a melhor forma de o fazer e o respetivo enquadramento fiscal.

Segunda, 19 Julho 2010 01:14

Manufactura Independente

A Manufactura Independente é um estúdio de investigação crítica em design e comunicação gráfica, focado nas perspetivas da cultura livre e open-source.

Criado em 2010 no Porto por Ana Isabel Carvalho (Porto,1983) e Ricardo Lafuente (Porto, 1984), é o laboratório das suas intervenções nas áreas do design, media art, tipografia, metodologias colaborativas, arquitetura de informação e arqueologia de hardware e software.

Colabora desde 2009 com o Visões Úteis, tanto na investigação específica para projetos como no design gráfico de algumas criações. Ana Isabel Carvalho é Mestre em Design da Imagem pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Foi monitora na Universidade Júnior nos cursos 'O meu primeiro site" (alunos do 5º ao 9º ano) e 'Introdução à programação para a Web' (alunos do secundário).

Foi também responsável pela ilustração e design de interface da plataforma “Escolinhas.pt” para crianças do primeiro ciclo. Ricardo Lafuente é Mestre em Média Design pelo Piet Zwart Institut de Roterdão. Entre 2010 e 2014 foi professor assistente convidado na licenciatura de Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Na Universidade Júnior foi responsável pela conceção do curso 'Toy Hacks'.

Pela Manufactura Independente orientaram já vários workshops de natureza exploratória e especulativa em locais como Bruxelas, Londres, Montréal, Linz ou Roterdão.

Segunda, 19 Julho 2010 01:12

Pedro Maia

(Vila do Conde, 1983)

Colabora com o Visões Úteis desde 2005.

Licenciado em Tecnologias da Comunicação Audiovisual pelo Instituto Politécnico do Porto. Trabalha principalmente em torno do conceito de ‘Analogue Cinema’, explorando a potencialidade do próprio meio, expandindo a estética e “herança” técnica do trabalho em película de 16mm e 8mm.

Os seus filmes têm sido apresentados em vários festivais de cinema e galerias, como Tokyo Contemporary Art Museum, Armenian Center for Contemporary Experimental Art, MACBA Barcelona, Edinburgh International Film Festival, Galeria Solar, Curtas Vila do Conde, Indie Lisboa, entre outros.

Desde 2004, explora o conceito de “Live Cinema”, manipulação de imagens em tempo real e a sua relação com o som e música, trabalhando com músicos de renome como Panda Bear, Lee Ranaldo, Fennesz, Vessel, Craig Leon, Demdike Stare, Shackleton, Jacaszek, Tropic of Cancer, Porto Remix Exemble; e apresentando essas colaborações em importantes festivais (Sonar, Unsound, Berlin Atonal, All Tomorrow’s Party, Mutek, Dekmantel, TaicoClub Japan, Red Bull Music Academy) assim como em instituições de renome (Museu de Serralves, Casa da Música, CA2M Centro de Arte Dos de Mayo, Eye Film Museum, Caixa Forum, entre outros).

Segunda, 19 Julho 2010 01:11

Pedro Carreira

Fundador e membro do elenco do Visões Úteis.

Nasceu no Sabugal em 1972.

Iniciou a sua actividade artística no CITAC – Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra — com acções de formação de Paulo Lisboa, João Grosso, e Andrejev Kowalski.

Fundou o Visões Úteis em 1994 tendo começado por desenvolver trabalho de actor com encenadores como António Feio, João Paulo Seara Cardoso, José Wallenstein e Diogo Dória. A partir de 1999 alargou a sua actividade, sempre no Visões Úteis, a áreas diversas como a tradução, investigação, encenação e dramaturgia.

É professor de Física aplicada às Artes do Espectáculo na Academia Contemporânea do Espectáculo e dobrador de filmes de animação na Somnorte.

Frequentou a licenciatura em Engenharia Física na Universidade de Coimbra e é licenciado em Física pela Universidade do Porto, encontrando-se neste momento a concluir o respectivo mestrado.

blog: desvioprovermelho.blogspot.com

Segunda, 19 Julho 2010 01:11

Paulo Pimenta

Fotógrafo.

Colabora com o Visões Úteis desde 1997.

Nasceu no Porto em 1967.

Tem o Curso Superior de Fotografia da Escola Superior Artística do Porto.
Fotojornalista do Jornal Público desde 1997, tem desenvolvido narrativas fotográficas inspiradas nos processos criativos do Visões Úteis. O seu trabalho tem sido premiado e exibido em diversas exposições individuais e colectivas.

blog: paulopimenta.blogspot.com
fotojornalismo: fotospress.blogspot.com

Segunda, 19 Julho 2010 01:05

João Martins

(Vila Nova de Gaia, 1977)

Colabora com o Visões Úteis, desde 1999, tendo assumido um progressivo envolvimento nos processos criativos, nomeadamente na área da Performance na Paisagem e audiowalks, partilhando a direção deste tipo de projetos a partir de 2014 e a Direção Artística do coletivo desde 2017, com Ana Vitorino e Carlos Costa. No VU é diretor técnico e trabalha como músico, sonoplasta, dramaturgo e performer.

Iniciou os seus estudos musicais em 1990, no Conservatório de Música de Aveiro. A partir de 1998, dedicou-se à experimentação e improvisação, tendo iniciado uma atividade regular como compositor, intérprete, improvisador e construtor de instrumentos.

No seu percurso como músico, a solo e em grupos diversos, participou em inúmeros concertos, performances e edições em Portugal e no estrangeiro. Colaborou com algumas das mais relevantes figuras do panorama nacional e internacional na área da improvisação e experimentação.

Concluiu, em 2009 o Curso de Formação de Animadores Musicais, do Serviço Educativo da Casa da Música e tem desenvolvido oficinas e projectos de arte comunitária, com destaque para a atividade do Space Ensemble, com ampla circulação nacional.

É Docente de Desenho Técnico na Academia Contemporânea do Espetáculo e de Desenho Assistido por Computador na ESMAE/IPP.

Frequentou a licenciatura em Arquitetura da Universidade do Porto e é licenciado em Estudos Artísticos (Minor em Artes e Património), pela Universidade Aberta.

Segunda, 19 Julho 2010 01:01

Inês de Carvalho

(Lisboa, 1977)

Colabora com o Visões Úteis desde 2009 nas áreas de cenografia, figurinos e realização plástica.

Desde 2011 assume também a direção de projetos, nomeadamente dos que envolvem comunidades.

Cenógrafa e artista educadora. Master em Theatre Design pela Slade School of Fine Arts na University College London e Bacharelato em Realização Plástica do Espetáculo pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa.

Frequentou ainda o Mestrado em Artes Visuais Intermedia na Universidade de Évora.

Lecionou na Licenciatura em Teatro da Universidade de Évora e na Licenciatura e Mestrado em Educação Básica do Instituto Piaget. Tem ainda desenvolvido diversas oficinas e espetáculos para um público jovem. O seu trabalho procura estreitar a relação entre a prática, a investigação e a pedagogia nas artes visuais e do espetáculo.

Segunda, 19 Julho 2010 01:00

Helena Madeira

(Porto, 1964)

Colabora com o Visões Úteis, como Secretária da Direcção e Assistente de Produção, desde 2008.

Iniciou a sua actividade profissional no Pelouro da Animação da Cidade da Câmara Municipal do Porto, entre 1991 e 1997, no acompanhamento de processos contabilísticos e Assistente de Produção em eventos anuais como as Festas da Cidade.

Entre 1997 e 2007, integrou a equipa da Culturporto-Associação de Produção

Cultural, como Secretária da Direcção e Secretária da Direcção de Produção.

Segunda, 19 Julho 2010 00:58

Carlos Costa

(Porto,1969)

Iniciou atividade no CITAC em 1992 e fundou o Visões Úteis em 1994; aqui é codiretor Artístico e assume também a Direção De Produção. Exerce atividade como dramaturgo, encenador e ator, destacando-se a coautoria de inúmeros processos de criação original tanto para teatro como para Performance na Paisagem, muitos deles alvo de edições literárias, leituras vídeo e adaptações cinematográficas.

Desde 2009 é ainda responsável pelo desenvolvimento do Serviço Educativo e do Programa de Artistas Associados do Visões Úteis, integrando os processos criativos contemporâneos nas comunidades envolventes e reforçando o papel da arte como factor de inclusão, desenvolvimento sustentado, participação política e qualidade de vida.  

É Professor Auxiliar Convidado da Universidade de Coimbra, onde é responsável pelas disciplinas de História do Teatro e do Espetáculo II e Dramaturgia e Escrita Teatral, respetivamente na Licenciatura e Mestrado em Estudos Artísticos. É também Investigador Integrado do CEIS-20, Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX, da Universidade de Coimbra. Entre 2005 e 2013 foi professor de Dramaturgia na Academia Contemporânea do Espetáculo, no Porto.

É membro da direção da PLATEIA – Associação de Profissionais das Artes Cénicas, membro dos órgãos sociais da GDA - Direitos dos Artistas e participante ativo no IETM – International Network for Contemporary Performing Arts, onde integrou o Advisory Board, entre 2013 e 2016; no mesmo período integrou também o Conselho de Curadores da Fundação GDA.

Frequentou a licenciatura em História na Universidade Aberta, é licenciado em Direito e pós-graduado em Estudos Europeus (vertente de Economia) pela Universidade de Coimbra, Mestre em Texto Dramático pela Universidade do Porto e Doutor em Estudos Teatrais e Performativos pela Universidade de Coimbra.

(Porto,1969)

Iniciou atividade no CITAC em 1992 e fundou o Visões Úteis em 1994; aqui é codiretor Artístico e assume também a Direção De Produção. Exerce atividade como dramaturgo, encenador e ator, destacando-se a coautoria de inúmeros processos de criação original tanto para teatro como para Performance na Paisagem, muitos deles alvo de edições literárias, leituras vídeo e adaptações cinematográficas.

Desde 2009 é ainda responsável pelo desenvolvimento do Serviço Educativo e Programa de Artistas Associados do Visões Úteis, integrando os processos criativos contemporâneos nas comunidades envolventes e reforçando o papel da arte como factor de inclusão, desenvolvimento sustentado, participação política e qualidade de vida.  

É Professor Auxiliar Convidado da Universidade de Coimbra, onde é responsável pelas disciplinas de História do Teatro e do Espetáculo II e Dramaturgia e Escrita Teatral, respetivamente na Licenciatura e Mestrado em Estudos Artísticos. É também Investigador Integrado do CEIS-20, Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX, da Universidade de Coimbra. Entre 2005 e 2013 foi professor de Dramaturgia na Academia Contemporânea do Espetáculo, no Porto.

É membro da direção da PLATEIA – Associação de Profissionais das Artes Cénicas, membro dos órgãos sociais da GDA - Direitos dos Artistas e participante ativo no IETM – International Network for Contemporary Performing Arts, onde integrou o Advisory Board, entre 2013 e 2016; no mesmo período integrou também o Conselho de Curadores da Fundação GDA.

Frequentou a licenciatura em História na Universidade Aberta, é licenciado em Direito e pós-graduado em Estudos Europeus (vertente de Economia) pela Universidade de Coimbra, Mestre em Texto Dramático pela Universidade do Porto e Doutor em Estudos Teatrais e Performativos pela Universidade de Coimbra.

Segunda, 19 Julho 2010 00:57

Ana Vitorino

(Setúbal, 1973)

Fundou o Visões Úteis (VU) em 1994; aqui é codiretora Artística e diretora de comunicação.

Trabalha como dramaturga, encenadora e atriz.

Iniciou a sua atividade artística no CITAC – Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra. Fez formação com Paulo Lisboa, João Grosso, Andrejev Kowalski, Anatoli Vassiliev, Marcia Haufrecht, Joseph Danan, entre outros.

Já no VU trabalhou como atriz com encenadores como António Feio, João Paulo Seara Cardoso, José Wallenstein, Nuno Cardoso e Diogo Dória.

A partir de 1999 alargou a sua atividade à dramaturgia e direção, codirigindo inúmeros processos de criação dramatúrgica original, para teatro e Performance na Paisagem, muitos deles alvo de edições literárias, leituras vídeo e adaptações cinematográficas.

Desde 2009 é ainda responsável pelo desenvolvimento do Serviço Educativo e do Programa de Artistas Associados do Visões Úteis, integrando os processos criativos contemporâneos nas comunidades envolventes e reforçando o papel da arte como factor de inclusão, desenvolvimento sustentado, participação política e qualidade de vida.

De 2010 a 2015 integrou os órgãos sociais da PLATEIA – Associação de Profissionais das Artes Cénicas.

É licenciada em Psicologia – Área Clínica pela Universidade de Coimbra e em Línguas e Literaturas Modernas – Estudos Portugueses e Alemães pela Universidade Aberta.

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