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Tudo o que queria saber sobre o financiamento da actividade do Visões Úteis
Quarta, 17 Julho 2013 15:07

Porta 27 em "Tronco Nu"

A PORTA 27 estreia o seu primeiro espetáculo em formato de café-concerto: "TRONCO NU"

O espectáculo estará em cena de 18 a 21 de Julho às 22h no Pinguim Café Porto (Rua de Belomonte, nº 65)

A entrada tem o preço de 3,5€ (6€ na compra de 2 entradas).

Reservas: 91 995 32 67

 

"TRONCO NU"

Um solilóquio a dois. Onde começa um e acaba o outro?
Um fala, o outro espera a sua vez para falar, e vice-versa.
Uma corrente de informação corre por estas duas almas acabrunhadas por elas mesmas.
E lá estão eles; perdidos, parvos, palhaços, cientistas. Pessoas em potência. Coisas não acabadas. O que interessa é começar, experimentar - existir num multiverso de possibilidades.
Não há catarse neste mundo. Apenas duas focas equilibrando a realidade na ponta do nariz para regozijo do público. Batam palmas, riam-se dos palhaços. Ou tenham dó.
É um Homem a nu. De tronco nu. Sozinho. Ali, à toa, à espera de qualquer coisa.
Na verdade, estamos todos de tronco nu à espera que alguma carapuça nos sirva.
Lol


Texto: Colectivo O Gordo

Interpretação: Cristóvão Carvalheiro e Pedro Miguel Dias

Produção Executiva: Tiago Lourenço e Suzanna Rodrigues

Produção: Porta 27

Design: Gentleman Design

Duração Aprox. 45 m | M/16

Reservas: 91 995 32 67

Apoios_ Pinguim Café | Visões Úteis | Gentleman Design
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"BOOM! Having adapted to the sun and worked out how to get the bus Sifnos Crisis Theatre has fully launched into action. The drama kicked off Boom and Bang, an intense and energetic performance from Portuguese performers Ana Vitorino, Carlos Costa and Pedro Carreira.  The play is a fringe adaptation of David Hare’s The Power of Yes (2009) – a work commissioned for the National Theatre in London, which seeks to understand how the meltdown occurred and ask why no-one sought to prevent it.

Capture d’écran 2013-07-10 à 18.30.12

The pace of the show is fast and there are a lot of hard facts and questions, but for those who are happy to test their concentration span I can’t envisage a better way to get to grips with the problems in just over an hour. Full commendations to the actors, who, astonishingly, first started performing the work in English a week ago."

Ruth Mariner - Sifnos Crisis Theatre Diary Two

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Neste final de junho traduzimos e ensaiamos uma versão em língua inglesa do nosso espetáculo "Boom & Bang" - baseado em "The Power of Yes" de David Hare - que será apresentada na ilha de Sifnos (Grécia) já na próxima semana.

Esta apresentação acontece no âmbito do projeto "Sifnos Crisis" integrado no programa "Youth in Action" da União Europeia. Um projeto que junta, durante um workshop de duas semanas, cerca de 65 participantes de 7 países europeus, com o intuito de cruzar material previamente reunido sobre a crise financeira europeia e explorar diferentes modos de abordagem deste tema pelas artes performativas.

A nossa criação "Boom & Bang" será apresentada em inglês no próximo dia 4 de julho aos participantes do workshop, com os quais debateremos não só os contornos específicos da crise em Portugal mas também as nossas opções artísticas na adaptação da obra de David Hare.

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O passeio musical em bicicleta "Opera fiXi", que Kaffe Matthews escreveu e compôs para a cidade do Porto em colaboração com o Visões Úteis e a convite da Fundação de Serralves, foi prolongado e estará disponível, sempre gratuitamente, até ao próximo dia 23 de junho.

Os novos horários são:
de Quarta a Domingo - das 14h às 22h

Local: Loja / Início do Percurso
Rua Infante Dom Henrique nº63, Porto (Ribeira)

Mais informações: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar / (+351) 226 156 500
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Segunda, 10 Junho 2013 18:00

"Corpo Casa Rua" Estreia no Porto!

"Corpo Casa Rua" Imagem Cartaz

Se calhar não devíamos estar na rua... 


Estreia já no próximo dia 17 de junho a nossa nova criação "Corpo Casa Rua"
, uma performance no espaço público que junta 21 participantes, com idades entre os 8 e os 80 anos, pertencentes a quatro comunidades - os alunos das Aulas de Teatro do Serviço Educativo do Visões Úteis, alunos do Serviço Educativo do Balleteatro Escola Profissional, utentes seniores do Centro de Dia da Junta de Freguesia de Santo Ildefonso e reclusas do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo.

De 17 a 21 de junho os utilizadores do metro do Porto e o público em geral poderão cruzar-se com as "casas" destas comunidades na Estação de Metro de São Bento (átrio principal) e, durante cerca de uma hora todas as tardes, com os próprios moradores - numa performance que pretende gerar uma heterotopia, congregando num único espaço o que não está ou não pode estar junto à superfície. O espetáculo é de acesso gratuito e destina-se a público de todas as idades.


Ao longo de três meses, "Corpo Casa Rua" reuniu 21 participantes de 4 grupos distintos, associados ao Serviço Educativo do Visões Úteis. Pretendemos, pela primeira vez, juntar a equipa artística do VU às comunidades que integram o nosso Serviço Educativo, num processo criativo em que as habituais metodologias de trabalho fossem forçadas a uma adaptação a contextos diversos, em termos sociais, culturais, económicos e geracionais. Na verdade, a experiência não seria completamente nova, porque há cerca de dez anos, e em colaboração com Isabel Alves Costa e o (extinto) Rivoli Teatro Municipal, já tínhamos arriscado algo parecido. Apenas parecido.
Desta vez, propusemo-nos a trabalhar uma vez por semana com cada um dos grupos: 4 crianças de uma turma de teatro do Serviço Educativo do Balleteatro, 6 seniores do Centro de Dia da Junta de Freguesia de Santo Ildefonso, 5 jovens da turma de teatro do Serviço Educativo do Visões Úteis e 6 mulheres reclusas no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo. E ao longo de 12 semanas fomos abordando exatamente as mesmas pistas de trabalho com cada grupo, partindo em cada semana de um motivo comum, mas necessariamente utilizando metodologias diferentes em cada contexto. E em comum, também, a necessidade de imaginar como seriam "os outros" - todos os nomes sem rosto -  de quem semanalmente cada grupo ouvia falar, mas que só conheceria na semana anterior às apresentações;
E assim fomos construindo um caleidoscópio em que se confundiam diferentes modos de definir identidade, tanto ao nível mais íntimo do Corpo - último reduto de cada um -  como ao nível do espaço público que partilhamos. E se nunca pretendemos tornar simples o que é complexo, também é verdade que nunca nos deixámos de surpreender com a imensa teia de consensos e antagonismos com que quotidianamente nos deparávamos, e cujos contornos se definiam por fatores (des)agregadores multiplos, em que a pedra de toque tanto podia ser a idade, o género, a biografia ou o contexto social.
E mais do que tentar expressar o visível - o que somos - tentamos paulatinamente expressar o invisível de que se tece o desejo do que gostaríamos de ser, ou de ter sido. Sempre imaginando que esta congregação de (im)possíveis se juntaria, num momento final, numa estação de Metro do Porto, criando assim uma heterótopia, na medida em que reuniria num mesmo espaço (subterrâneo) o que coexiste (à superfície) num mesmo tempo, mas nunca num mesmo espaço.

Não exageramos se dissermos que - nos quase 20 anos de atividade do VU -  este foi o processo criativo mais sujeito a contingências e transformações. Não só pela sua natureza em si - juntar o que não está junto - mas também pelo conturbado momento que o país atravessa e que nos levou a sucessivos cortes no orçamento da produção e um encaixe de sucessivos e incontroláveis fatores. E, a eleger o mais avassalador, teríamos que destacar as sucessivas convocações e desconvocações de greves pelo Corpo da Guarda Prisional, que constantemente conduziam ao encerramento de algumas das participantes nas suas celas durante 22 (!) horas por dia.
Por tudo isto, em "Corpo Casa Rua", ao fascínio deste processo criativo juntou-se uma muito particular obsessão com o produto, transformando-se este num desejo de efetivamente chegarmos todos juntos ao fim de um processo, que quotidianamente mostrava que tínhamos tudo para falhar, ou seja, para abandonarmos a convicção na possibilidade - ainda que transitória - da heterotopia.
Mas chegámos ao fim - ou melhor deveremos chegar ao fim. E, no seu final, acreditamos que "Corpo Casa Rua" se exprime de uma forma paradoxal: Por um lado, um processo centrado em consensos e numa noção de comunidade mais vasta do que o quotidianamente habitual; Por outro lado, um objeto em que, quase sempre, os consensos são preteridos pela convergência de ideias diferentes acerca do que partilhamos e do modo como o deveríamos fazer. Porque - e apesar de sermos todos tão "humanamente" parecidos em tantas coisas - a verdade é que todos pensamos de modo diverso.

Antes assim, em confronto aberto pela Praça de uma cidade que amamos, do que silenciados em nome de um consenso estúpido e hipócrita.

 

Local: Estação de Metro de S. Bento (Porto)
Datas: 17 a 21 de junho (2ª a 6ª)
Horário: 18h

 

direção Carlos Costa

dramaturgia Ana Vitorino, Carlos Costa

cenografia, figurinos e adereços Inês de Carvalho

cocriação e cocoordenação de participantes Ana Azevedo

banda sonora original e sonoplastia João Martins

desenho de luz José Carlos Coelho

vídeo Tiago Afonso

coordenação de produção Marina Freitas

interpretação e cocriação Ana Cardoso, Ana Coelho, Carla Sofia Martins, Carmen Gonçalves, David Coelho, Emanuel Costa, Fernanda Barros, João Paulo Lima, Leonor Quinta, Margarida Pinto, Maria Emília, Maria José Mendes, Martim Pinto Paiva, Patrícia Martins, Patrícia Susana Alves, Rita Ribeiro, Rute Andreia Nunes, Sissi Aubert, Teresa Alves Pires, Teresa Fernanda Ramalheira e Vitorino Neves.

apoio Metro do Porto, Condaltom, Sempre Versátil

colaboração Teatro Nacional São João, Balleteatro Escola Profissional, Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo, Junta de Freguesia de Santo Ildefonso e Serviço Educativo do Visões Úteis

produção Visões Úteis

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"Adúlteros Desorientados" Foto de Paulo Pimenta


Na verdade, eu nem sei bem o que é isto do adultério. Mas só encontrei uma paixão comparável na bricolage
.

No próximo dia 14 de junho a nossa divertida adaptação de "Cuentos de Adúlteros Desorientados" de Juan José Millás estará em Viana do Castelo.

O espetáculo apresenta-se no Teatro Municipal Sá de Miranda, num acolhimento do Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, e tem a duração aproximada de 50 minutos. A interpretação está a cargo de Pedro Carreira.


Local: Teatro Municipal Sá de Miranda
Rua Sá de Miranda, 4900-529 Viana do Castelo
Data: 14 de junho (6ªf)
Horário: 21h30
M16

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Quinta, 23 Maio 2013 16:26

"Opera fiXi" Estreia no Porto!

"Opera fiXi" Foto de Kaffe Matthews

 

“Opera fiXi” é uma nova ópera em bicicleta dirigida por Kaffe Matthews, e realizada para a cidade do Porto em colaboração com o Visões Úteis e integrando a programação do "Serralves em Festa" 2013.

Fala dum tempo e dum lugar em que os pescadores são mulheres e as sereias são homens. Em que os ‘sereios’ têm seios, cabelos de algas e tocam harpas feitas com linhas de pesca e as raparigas ‘pescadoras’ usam fatos de pele de peixe quando saem para o mar, cantando canções na frequência do coração humano (298.5Hz), convidando os peixes machos para as suas enormes redes tecidas com os seus cabelos e vinhas.
Os conteúdos de "Opera fiXi" inspiram-se na pesca contemporânea, no rio Douro e na qualidade da sua água, na duração de uma jornada de pesca durante a noite e na poluição do rio que determina a taxa de mudança de sexo dos peixes.

O  público é convidado a ir até à loja da Ribeira onde estão as bicicletas e, pegando numa, a pedalar para ouvir a obra que se vai desdobrando ao longo da marginal do rio até ao farol, e de volta à loja. Um sistema único de localização identifica a posição do ciclista e as respetivas camadas de música de cada ponto do seu percurso.

Para além da equipa artística do Visões Úteis, "Opera fiXi" conta com a colaboração de um vasto leque de entidades, músicos e vozes.

Este "passeio musical" tem uma duração máxima aproximada de 1h30 e o acesso é gratuito.

Informações: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar / (+351) 226 156 500

Local: Loja / Início do Percurso
Rua Infante Dom Henrique nº63, Porto (Ribeira)

Datas e horários:
dia 25 de maio - Inauguração 13h-18h

de 26 de maio a 9 de junho
Seg-Sex, 10h00-22h00
Sáb, 08h00-00h00
Dom, 08h00-22h00
(últimas saídas em bicicleta 90 min. antes da hora de encerramento)

Opera fiXi:

Realizado com software baseado em localização desenvolvido por Dave Griffiths.

Bicicletas sónicas desenhadas por Kaffe Matthews e produzidas por timelab 2012.

Canções e música de Kaffe Matthews excepto as canções das ‘pescadoras’ que são adaptações de música tradicional portuguesa e escocesa.

Letras de Matthews, Carlos Costa e Ana Vitorino.


Vozes (por ordem)
:

Coro de raparigas 'pescadoras'/NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto): Cláudia Bastos, Helena Queirós, Márcia Santos, Paula Silva, Teresa Ruiz.

Coro da poluição/Instituto ORFF do Porto: Inês, João, Jorge, Luis, Manuel, Leonor, Vicente, Daniel.

Avatar: Ana Vitorino

Data Rapper: Nuno Moura

Coro de ‘pescadoras’/ Grupo Coral da Afurada: Rosa Maria, Maria José, Maria de Fátima, Fátima Ferreirinha, Sara Moreira, Emília Alda.

Capitão: Rui Rodrigues

Seis peixes machos: Carlos Costa, João Martins, Arsélio Martins, Pedro Carreira, Emanuel Costa, Vitorino Neves

Rapper: André Neves

Amantes: Fátima Almeida, Mário Moutinho

Poeta de rua: Adolfo Luxúria Canibal


Músicos:

Angelica Vázquez Salvi: harpa

João Martins: saxofones soprano e baixo, ‘laptop’ acústico

Kaffe Matthews: processamento electroacústico, contratear e gravações de campo.

Arranjos adicionais nos raps: Pedro Augusto


Tradutores: Ana Vitorino, Carlos Costa, João Martins


Agradecimentos
: Gustavo e Patrícia: Sonoscopia, Mário Azevedo, Pedro Vieira, Ricardo Rodrigues, Ricardo Organista, Ana Coutinho, Henrique Fernandes, João Vitorino, Alzira Matos, Senhor Domingos


Produção: Fundação de Serralves

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Em Dublin, o IETM – International Network for the Contemporary Performing Arts – reuniu, ironicamente, mesmo ao lado do Conselho de Ministros das Finanças da União Europeia.

Parece cada vez mais instalada, por toda a Europa, a sensação de morte de um estado social que, nas últimas décadas, vinha considerando a a criação artística (o seu acesso e diversidade) como um bem público. Por toda a Europa? Não. Porque em alguns locais, nomeadamente na Alemanha, assiste-se a um reforço do investimento na cultura e nas artes, como se vivêssemos em planetas diferentes apesar de vivermos tão perto uns dos outros.

Mas de um modo geral, os artistas performativos europeus estão empenhados num processo de transformação da sua atividade, em particular do modo como esta se inscreve no circuito económico e no modo como se desenha uma relação de confiança com os públicos, através de “práticas sociais” que alargam o território da criação artística.

Uma coisa é certa, não se baixa os braços e já todos pararam de sentir pena de si próprios para partir à procura de novos modos e relações de trabalho. E aqui destacam-se cada vez mais os modelos que permitam o acesso a financiamentos europeus, num momento em que o investimento nacional na cultura tende a descer (ainda que, naturalmente, em alguns locais este seja compensado pela responsabilização da administração ao nível regional – que em Portugal não existe – e local). Por um lado abre-se, sem dúvida, uma oportunidade acrescida para pensar no que nos une a todos, enquanto grande comunidade europeia; Mas por outro lado, e na busca da uniformização imposta pelos procedimentos europeus, abre-se uma porta perigosa ao desinvestimento nas especificidades nacionais e no acesso (de alguns) dos respetivos públicos à criação artística contemporânea.

O IETM volta a reunir em Outubro, em Atenas.
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Sábado, 13 Abril 2013 21:02

Dublin 1: IETM - Plenário de primavera

IETM Plenário da Primavera em Dublin


Este mês participamos no plenário de primavera do IETM — International Network for Contemporary Performing Arts que decorre de entre 11 e 14 de abril na capital irlandesa de Dublin.

O tema deste encontro é a "Confiança" - como podem os cidadãos europeus confiar naqueles que ocupam os cargos de autoridade? Como podem o artistas, curadores, produtores e trabalhadores culturais confiar uns nos outros e nas estruturas criadas para apoiar o seu trabalho? E como podem os públicos aprender a confiar nos seus criadores e a apoiar o desenvolvimento de novos tipos de trabalho?

Durante este plenário, acolhido e organizado pelo Project Arts Centre de Dublin, elegeram-se ainda os novos corpos sociais do IETM, com o nosso Carlos Costa a ser escolhido como membro do Comité de Aconselhamento.

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Segunda, 01 Abril 2013 18:23

"Nióbio" - Temporada no Porto cancelada

O Visões Úteis comunica o cancelamento das apresentações do espetáculo NIÓBIO, programadas para 3, 4, 5 e 6 de abril, no Teatro Helena Sá e Costa no Porto.

Esta decisão tornou-se inevitável em virtude dos sucessivos e inacreditáveis atrasos que afetam o Concurso de Apoio às Artes promovido pelo Secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.

Com a chegada do mês de abril, a situação tornou-se financeiramente insustentável, não estando reunidas as condições para que o serviço público previsto possa ser prestado. Recordamos que durante o primeiro trimestre, e perante os atrasos da Secretaria de Estado da Cultura, foram os agentes privados de todo o país a suportar integralmente os custos da atividade artística.

E neste momento os sinais de desorganização dos serviços tutelados pelo Secretário de Estado da Cultura são assustadores, com os resultados do concurso de teatro retidos por razões desconhecidas, e sem data concreta de anúncio previsível.

Deste modo nada mais nos resta do que cancelar a reposição do espetáculo “Nióbio”, agendada já para esta semana no Teatro Helena Sá e Costa no Porto.

Por esta situação, que neste momento nos ultrapassa, apresentamos as nossas desculpas ao público, aos convidados e professores e alunos universitários participantes nesta temporada. Acreditem que ninguém lamenta mais do que nós a teia de incompetência e irresponsabilidade em que os titulares de cargos públicos persistem em envolver os cidadãos, a cultura e a economia.

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O Visões Úteis é uma estrutura financiada

Ministério da CulturaDireção Geral das Artes

O Visões Úteis é membro

Plateia - Associação dos Profissionais das Artes Cénicas IETM - International Network for Contemporary Performing Arts Anna Lindh Foundation

Visões Úteis é associado

Associação dos Amigos do Teatro da Liberdade da Palestina - The Freedom Theatre e ZERO - Associação Sistema Terreste Sustentável