Visões Úteis

  • Aumentar o tamanho da fonte
  • Tamanho padrão da fonte
  • Diminuir tamanho da fonte
Home Criações
Criações

Criações

Desde 1994, o Visões Úteis criou cerca de 40 espectáculos de teatro e criou também para outros suportes, designadamente audiowalks, pelo que apresentamos parte deste trabalho como Performance na Paisagem.

"O tempo muda, foge. Morre e volta a ser. Aperto as mãos, respiro devagar. Esqueço tudo, volto a lembrar. O resto... não pára de acontecer."

"O Vento" é mais do que um espectáculo, é um evento-espectáculo dirigido aos mais novos e aos adultos que os acompanham, que não se limitam a ver... são convidados a fazer!

Sinopse

Cada apresentação de "O Vento" é antecedida por uma oficina criativa dirigida pelos próprios intérpretes que preparam os participantes para intervir directamente no espectáculo com acções performativas de expressão sonora, dramática, plástica e de movimento. Os participantes são ainda chamados a tomar decisões que definem uma direcção e um desfecho para a história.

O público dá assim corpo ao vento que impiedosamente molda o cenário físico e emocional de duas personagens que, aos poucos, vão perdendo todas as suas referências... até deixarem mesmo de saber quem são!

"O Vento" é um espectáculo dirigido por uma colaboradora do Visões Úteis, a cenógrafa e figurinista Inês de Carvalho, e nasceu da sua anterior experiência com o projecto “As histórias de Amélia (criações sobre a abundância)”.

O processo de criação de "O Vento" iniciou-se em Novembro de 2010 com uma viagem a Castilla-La-Mancha, em busca dos moinhos e paisagens de Quixote, e continuou com uma residência artística na freguesia da Afurada (Vila Nova de Gaia). Aqui trabalhámos com populações escolares e comunidades para recolher imagens, vídeos, histórias, músicas, enfim, as sementes do espectáculo. Os residentes da Afurada colaboraram ainda na construção do cenário de "O Vento" e puderam experimentar o espectáculo a meio do processo de criação, através de duas exeriências-piloto que realizámos em 2010.

O VENTO
38ª Criação Visões Úteis

um evento-espectáculo a partir do projecto “As histórias de Amélia [criações sobre a abundância]”

direcção
Inês de Carvalho

dramaturgia
Alberta Lemos, Ana Vitorino e Carlos Costa

cenografia e figurinos
Inês de Carvalho

desenho de luz e de imagem
José Carlos Coelho

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

projecto fotográfico
Paulo Pimenta

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa e ainda Alberta Lemos (off)

construção de escadotes
Josué Maia

construção da manta
Visões Úteis e Residentes da Afurada

grafismo
entropiadesign a partir de ilustração de Manufactura Independente

coordenação técnica e operação
Luís Ribeiro

produção executiva e direcção de cena
Joana Neto

assistência de produção
Helena Madeira

classificação etária
M4

duração aproximada
90 minutos (Oficina + Espectáculo)

O Vento fez a sua temporada de estreia entre 22 e 30 de Janeiro de 2011, na sala de ensaios do Teatro de Ferro (Gaia), com sessões para o público escolar e para o público geral. Em Agosto de 2011 apresentou-se em Ciudad Rodrigo (Espanha) na 14ª Feria de Teatro de Castilla y León. Em 2012 fez já uma temporada para escolas do ensino básico no Balleteatro Auditório (Porto) e apresentou-se no Teatro Municipal da Guarda.
Continua disponível para itinerância.

Vídeo relacionado

Última modificação em Quinta, 05 Fevereiro 2015 00:44

“E é sobre este mar iluminado que a multidão se lança, cantando. Num salto de fé!”

“A Comissão” reflecte de forma divertida acerca dos mecanismos de decisão política e económica em Portugal e na Europa, como exercício de domínio e poder. Apresentado na sala de reuniões de um hotel, o espectáculo promove uma relação próxima com o público e simultaneamente explora a linguagem como mecanismo de exclusão.

Sinopse

Numa sala de reuniões de um hotel, uma Comissão reúne para aprovar o Plano de Acção elaborado pelo Comité Executivo a partir do Programa Estratégico previamente definido e aprovado. Os membros do Comité Executivo (o elenco) recebem os restantes membros da Comissão (representados pelos espectadores) e têm a delicada missão de apresentar de modo convincente o Plano de Acção que prepararam de modo a obter uma maioria de votos positivos.

Ao longo da reunião exibem-se gráficos, esmiúçam-se burocracias e esgrimem-se terminologias. E aos poucos vai-se instalando a dúvida quanto à competência e à isenção dos principais responsáveis...

Conseguirá esta Comissão reunir o consenso generalizado?

“A Comissão”
36ª criação Visões Úteis / Maio 2010

texto e direcção
Ana Vitorino e Carlos Costa

colaboração na dramaturgia
Nuno Casimiro

figurinos e adereços
Inês de Carvalho

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Gomes

infografismo e audiovisuais
João Martins / entropiadesign

projecto fotográfico
Paulo Pimenta

coordenação técnica
Luís Ribeiro

produção executiva e direcção de cena
Joana Neto

assistência de produção
Helena Madeira

design gráfico
entropiadesign a partir de imagem de Ricardo Lafuente

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Pedro Carreira
e ainda Joana Neto e Luís Ribeiro
com a participação especial (em vídeo) de Nuno Casimiro, João Teixeira Lopes, José Pinto da Costa, Miguel Guedes, Alice Costa, Carolina Gomes, Raquel Carreira, Ana Azevedo, João Martins e José Carlos Gomes

duração aproximada
80 minutos

classificação etária
M12


“A Comissão” estreou a 30 de Maio de 2010 no âmbito do 33º FITEI no Hotel Dom Henrique (Porto), onde em Novembro seguinte fez ainda uma temporada de resposição. Em 2010 o espectáculo integrou também a programação do Festival Escrita na Paisagem em Évora (Julho) e foi apresentado em Coimbra (sala do Teatrão/Setembro) e em Aveiro (Estúdio Performas/Dezembro). Já em 2011 "A Comissão" integra o Ciclo de Teatro do Porto? com duas apresentações em Lisboa no São Luiz Teatro Municipal (Março). Continua disponível para itinerância.

Vídeo relacionado

Última modificação em Sexta, 04 Julho 2014 14:02

“Isto é uma nova espécie de socialismo. É o socialismo para os ricos. Para os outros está tudo na mesma. Só para os bancos é que há socialismo. O resto do pessoal continua tão à rasca como dantes. E é nesta altura que começamos a sentir uma certa sensação de injustiça, ou não é?”

“Boom & Bang”, adaptação de “The power of yes” de David Hare, é um espectáculo “portátil” – fácil de transportar, rápido de montar – em que rimos (para não chorar) com a crise financeira que em 2008 abalou o mundo e mexeu com o quotidiano de todos nós.

Sinopse

Na sequência da crise económica que explodiu em Setembro de 2008, o National Theatre (Londres, Inglaterra) encomendou ao dramaturgo David Hare uma peça de teatro que se confrontasse com a referida situação e com os seus protagonistas. O resultado final foi um texto rigoroso e complexo– em que se recusa qualquer desejo excessivo de dramatização e se procura antes contar uma história de ambição e ganância– intitulado “O poder do sim”, e bem a propósito sub-intitulado “Um dramaturgo tenta compreender a crise financeira”, cuja estreia mundial aconteceu, precisamente, no National Theatre de Londres, em Setembro de 2009.
Na versão do Visões Úteis, “Boom & Bang”, apresenta-se vocacionado para um contacto muito próximo com o público, através do trabalho de 3 actores que convocam uma pluralidade de protagonistas da crise financeira, sem esquecer uma imprescindível aproximação à realidade portuguesa, no que podemos classificar de um espectáculo extremamente divertido, apesar de não ter piada nenhuma!

“Boom & Bang”
35ª criação Visões Úteis
a partir de “The power of yes” de David Hare

dramaturgia e direcção
Ana Vitorino e Carlos Costa

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa e Pedro Carreira

projecto fotográfico
Paulo Pimenta

coordenação técnica e operação
Luís Ribeiro

produção executiva
Joana Neto

assistência de produção
Helena Madeira

design gráfico
entropiadesign a partir de imagem de Ricardo Lafuente

duração aproximada
50 minutos

classificação etária
M12

“Boom & Bang” estreou a 26 de Janeiro de 2010 no Labirintho Bar (Porto).
Até ao final de 2013 itinerou de Norte a Sul do país, com espectáculos em Bragança, Covilhã, Vila Real, Torres Vedras, Chaves, Lamego, Penalva do Castelo, Mirandela, Mem Martins, Quinta do Conde, Pinhal Novo, Celorico da Beira, Seia, Torres Vedras, Oeiras, Leça da Palmeira, Coimbra, Famalicão, Aveiro, Ovar, Portalegre, Castêlo da Maia, Lisboa, Sintra, Barcelos e Penafiel.

Em 2013 o espetáculo foi (re)traduzido e adaptado para língua inglesa, apresentando-se pela primeira vez fora de Portugal, na Ilha de Sifnos (Grécia) a 4 de julho, no âmbito do projeto "Sifnos Crisis".

Continua ainda disponível para itinerância, nas versões portuguesa e inglesa

Vídeo relacionado

Última modificação em Quinta, 05 Fevereiro 2015 00:42

“E enquanto corto a cebola penso num final feliz; um final em que não morra tanta gente.”

“O Anzol” é a segunda incursão do Visões Úteis na obra da dramaturga catalã Gemma Rodríguez. A peça mostra um momento decisivo na vida de três personagens que, nas palavras da  autora, “têm em comum as suas vidas fracassadas mas não perdem a esperança de apanhar o anzol da felicidade”.

“O Anzol” estreou a 23 de Abril de 2009 no Pequeno Auditório do Teatro Municipal de Vila Real.

Sinopse

“O Anzol” retrata um momento crítico na vida de três “perdedores” : Lena, o seu pai e a sua vizinha do lado, Irene.
Lena decidiu convidar o pai, um ex-alcoólico em recuperação com quem não fala há dois anos, para um jantar. Enquanto espera que ele chegue, desespera com o atraso do seu companheiro, que já deveria ter chegado a casa com os filhos dela. No apartamento ao lado, Irene aguarda a chegada dos funcionários do gás, que chamou após ter detectado uma fuga. A caminho do edifício, o pai de Lena prepara-se para tentar recuperar o amor dos netos e a confiança da filha.

Influenciada pela dramaturgia alemã contemporânea, em “O Anzol” Gemma Rodríguez alia com mestria a amargura à comicidade, a fantasia poética à rude realidade, numa obra em que a tensão cresce minuto a minuto, em direcção a um desfecho que tem tanto de dramático como de banal.

“O Anzol”
34ª criação Visões Úteis / uma co-produção com o Teatro Municipal de Vila Real

texto
Gemma Rodríguez

tradução e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins

cenografia e figurinos
Inês de Carvalho

desenho de luz
José Carlos Coelho

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Pedro Carreira
e Gemma Rodríguez e Paula Seabra (voz-off)

coordenação técnica
Luís Ribeiro

assistência cenográfica
Rui Azevedo

produção executiva
Joana Neto

assistência de produção
Helena Madeira

design gráfico
entropiadesign a partir de imagem de Ricardo Lafuente

classificação etária
M/12

duração
60 minutos

“O Anzol” estreou a 23 de Abril de 2009 no Pequeno Auditório do Teatro Municipal de Vila Real no âmbito do Festival Vinte e Sete. Em Dezembro de 2009 esteve em cena no Teatro Helena Sá e Costa (Porto).

Vídeo relacionado

Última modificação em Quinta, 05 Fevereiro 2015 00:47
Pág. 3 de 13

O Visões Úteis é uma estrutura financiada

Secretário de Estado da CulturaDireção Geral das Artes

O Visões Úteis é membro de

Plateia - Associação dos Profissionais das Artes CénicasIETM - International Network for Contemporary Performing ArtsAnna Lindh Foundation