Visões Úteis

  • Aumentar o tamanho da fonte
  • Tamanho padrão da fonte
  • Diminuir tamanho da fonte
Home Criações
Criações

Criações

Desde 1994, o Visões Úteis criou cerca de 40 espectáculos de teatro e criou também para outros suportes, designadamente audiowalks, pelo que apresentamos parte deste trabalho como Performance na Paisagem.

“Aos primeiros raios de sol, o homem riscou na terra um quadrado perfeito e começou a escavar.”

“Os ossos de que é feita a pedra” é um audiowalk criado para as instalações da Cidade da Cultura da Galiza em Santiago de Compostela, a convite da Fundácion Cidade da Cultura de Galícia (organismo criado e tutelado pela Xunta de Galicia).

Sinopse

A Cidade da Cultura da Galiza, instalada no Monte Gaiás em Santiago de Compostela, é um complexo arquitectónico desenhado por Peter Eisenmann com o intuito de albergar um conjunto de instalações dedicadas à arte e à preservação da memória daquela região: Museu Nacional, Arquivo e Biblioteca, Teatro, Centro de Arte Internacional. O processo de construção iniciou-se há mais de uma década e não está ainda concluído.
No decorrer de todo este tempo a Cidade da Cultura tem, no entanto, sido local de visitas frequentes de todas as nacionalidades (populações escolares, arquitectos, estudiosos, imprensa, etc) e foi com o objectivo de disponibilizar a este público uma visita que ultrapassasse os aspectos meramente técnicos que surgiu o convite ao Visões Úteis para a realização deste audiowalk.

“Os ossos de que é feita a pedra” leva um grupo de espectadores através de uma cidade artificial, ainda vazia de vida, mergulhando-os num ambiente que reflecte simultaneamente os futuros conteúdos da cidade e a imensidão do gesto implicado na sua construção.



“Os ossos de que é feita a pedra”
33ª criação Visões Úteis

texto e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins

paisagem sonora e engenharia de som
João Martins

intervenções plásticas
Inês de Carvalho

colaboração na escrita
Nuno Casimiro

interpretação
José Barato, María Bouzas e Rocío González

produção
Xunta de Galicia e Fundación Cidade da Cultura


Vídeo relacionado

Última modificação em Segunda, 08 Novembro 2010 13:06

“Corremos com toda a força para o futuro e vamos tão depressa que o presente nos escapa e a poeira da nossa corrida nos esconde o passado.”

No início do segundo ano do Visões chegou ao Porto o furacão Carlos Curto para nos encenar numa peça sobre a poeira que levantamos nesta nossa fuga para a frente num mundo de excessos e clichés. Fizemos um espectáculo "Dirty" no Teatro Sá da Bandeira– espaço em que o tempo e o esquecimento deixaram marcas profundas– local ideal para uma peça que tal como todo o teatro foi efémera e depressa ficou coberta de pó nestes quatro anos que entretanto se passaram.

Estreou a 8 de Fevereiro de 1996 no Teatro Sá da Bandeira no Porto onde teve 16 apresentações.

texto
Boris Vian

tradução e encenação
Carlos Curto

cenografia
Eduardo Loio

figurinos
Preciosa Afonso

música
Da Bélio – C

desenho de luz
Carlos Curto

fotografia
Limamil

design gráfico
Eduardo Loio

registo vídeo
Carlos Curto

montagem e operação de luz
Serafim Ribeiro

operação de som
Tiago Rodrigues

interpretação
Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Cardoso, Pedro Carreira e Xana Fonseca

produção executiva
Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Cardoso e Pedro Carreira

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:07

“Subir aquele rio era como viajar até aos primórdios do mundo. Um rio deserto, um enorme silêncio, uma floresta impenetrável. Nenhuma alegria no brilho do sol.”

O Resto do Mundo é a segunda produção do projecto “A Caminho do Resto do Mundo”, uma reflexão sobre o nosso tempo e lugar a partir da escrita de Joseph Conrad.

Inspirados por “Heart of Darkness”, um texto que é sobretudo conhecido pela adaptação ao cinema de Francis Ford Coppola - Apocalypse Now -,  criamos um espectáculo num táxi perdido no Azevedo, o Porto para lá da circunvalação, a cidade onde não se vai.

O Resto do Mundo é um espectáculo de teatro in itinere, que dá continuidade aos audio-walks criados pelo Visões Úteis, bem como a uma reflexão – sobre a paisagem urbana – que atravessou todo o século XX - desde Dadaístas e Surrealistas, passando pelos Situacionistas e pela Land Art.

Estreou a 25 de Maio de 2007 no FITEI.

Sinopse

Marlow relata a sua viagem, rio acima, na direcção do mais remoto dos entrepostos comerciais. À medida que sobe o rio confronta-se, de forma violenta, não só com as trevas que pressente para lá das margens mas sobretudo com aquelas que vai cartografando no coração dos homens.

Evocando a recordação de Marlow, um taxista erra pela cidade ao encontro das suas trevas.

O Resto do Mundo
a partir de “Heart of Darkness” de Joseph Conrad

dramaturgia e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins

pesquisa e documentação geográfica
João Martins e Nuno Casimiro

colaboração na dramaturgia
Nuno Casimiro

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

interpretação
Carlos Costa e Pedro Carreira

direcção técnica
entropiadesign

vídeo e documentário
Pedro Maia

projecto fotográfico
Paulo Pimenta

produção executiva
Marina Freitas e Cristiana Morais

Última modificação em Quinta, 01 Setembro 2011 15:19

“No fundo da alma, bem lá no fundo do Subterrâneo, rimo-nos do sofrimento.
O que não nos impede de sermos desgraçadamente infelizes.”

Em S. Bento da Vitória, bem no fundo do Mosteiro, ao lado do poço do elevador, perto das gotas de água que incessantemente se escutam, enclausurou-se o "homem do subterrâneo". Em Setembro de 1995, no fim do 1º ano de existência do Visões Úteis, pudemos ouvi-lo num monólogo, quase diálogo com o público. Com este espectáculo passámos para um outro plano de reconhecimento por parte da cidade; não sabemos se por termos conseguido resistir a um ano de actividade, se porque neste texto se expunha a má consciência de todos quantos o fizeram e a ele assistiram. O certo é que resultou.

Estreou a 8 de Setembro de 1995 no Mosteiro de São Bento da Vitória no Porto. Além do Porto foi apresentada em Aveiro, Coimbra, Évora, Braga, Almada, Tondela e Montemor-o-Velho e em 16 estabelecimentos prisionais no âmbito do Projecto Liberdades num total de 68 apresentações.

texto
Fiodor Dostoievski

tradução
Aurora Aranha

encenação
Paulo Castro

cenário e grafismo
Eduardo Loio

figurinos
Preciosa Afonso

desenho de luz
Paulo Castro

música
Albrecht Loops (banda sonora original) e Johann Sebastian Bach

sonoplastia
Albrecht Loops

fotografia
Limamil

montagem
Serafim Ribeiro

operação de luz e som
J.P. Lima/Carlos Costa/Paulo Rodrigues/Ana Vitorino

interpretação
Nuno Cardoso

coordenação de produção
Catarina Martins

produção executiva
Nuno Cardoso, Carlos Costa e Pedro Carreira

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:06
Pág. 12 de 14

O Visões Úteis é uma estrutura financiada

Ministério da CulturaDireção Geral das Artes

O Visões Úteis é membro

Plateia - Associação dos Profissionais das Artes Cénicas IETM - International Network for Contemporary Performing Arts Anna Lindh Foundation

Visões Úteis é associado

Associação dos Amigos do Teatro da Liberdade da Palestina - The Freedom Theatre e ZERO - Associação Sistema Terreste Sustentável