Visões Úteis

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Criações

Desde 1994, o Visões Úteis criou cerca de 40 espectáculos de teatro e criou também para outros suportes, designadamente audiowalks, pelo que apresentamos parte deste trabalho como Performance na Paisagem.

“Nunca mais foste o mesmo depois daquilo.
Nunca mais serás o mesmo depois disto.”

Com o "actor mais velho" Diogo Dória aprendemos como pode ser bom ouvir o silêncio e lançar palavras.
Há já muito tempo que desejávamos fazer Beckett com o seu universo de fantasmas que não encontram o seu sentido senão no vazio de um quarto, numa esquina de rua ou dentro do crânio de cada pessoa que os escuta.
Para nós foi um trabalho extremamente gratificante e fez-nos pensar: "Será que começamos a fazer sentido?"

Estreou a 9 de Abril de 1998 no Balleteatro Auditório no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Aveiro, Guarda, Covilhã, Lisboa e Coimbra num total de 23 apresentações.

textos
Samuel Beckett

tradução
Diogo Dória, Luís Miguel Cintra, Liberto Cruz e Miguel Serra Pereira

selecção, montagem de textos e encenação
Diogo Dória

cenografia, figurinos e grafismo
Eduardo Loio

confecção de figurinos
Armanda Neto

banda sonora e sonoplastia
Albrecht Loops

desenho de luz
Laia Oms

fotografia
Limamil

direcção de montagem
Laia Oms/Pedro Carreira

operação de luz
Laia Oms/Paulo Rodrigues

operação de som
Lucinda Gomes/Alexandra Lobato

registo vídeo
João Nuno Martins e Edgard Fernandes

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

produção executiva
Lucinda Gomes

assistência de produção
Alexandra Lobato

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:09

"Locus Logro" - imagem: João Martins / entropiadesign
                                                                                                                                  design: João Martins / entropiadesign

 

Há um mistério pelas ruas de Campanhã ... venha resolvê-lo!

"Locus Logro", a primeira criação do Visões Úteis em 2016, propôs uma deambulação pela memória dos espaços e das populações de Campanhã, e em particular da Rua de Miraflor.

Uma divertida e imersiva experiência, eminentemente áudio e interativa, inspirada na estrutura dos romances policiais e nas características do clássico teatro radiofónico, cruzando-as com as histórias reais de locais e de habitantes desta zona do Porto.

A Galeria Mira Forum foi simultaneamente “Estação” de partida e de chegada, num percurso ao longo do qual o público era convidado a elaborar uma hipótese para explicar um desaparecimento.

Seguindo a pista de uma investigação policial ficcional, o público recebia um mapa onde estavam assinaladas outras “Estações” - espaços mais ou menos privados - que tinha de visitar e onde encontrava ambientes particulares, testemunhos gravados e um conjunto de pistas físicas. Elementos que tanto podiam ajudar a desvendar a "verdade", como confundir ainda mais.

"Locus Logro" envolveu a população local no próprio processo criativo, criando uma particular relação entre diversos espaços em torno da Rua de Miraflor, e entre estes e a Estação de Campanhã.

"Locus Logro" esteve disponível na Galeria Mira Forum - Rua de Miraflor, nº155 - na tarde de 28 de maio de 2016, ao longo de três horas, tratando-se de uma iniciativa de acesso Gratuito. Em julho de 2016 a criação foi adaptada à cidade de Abrantes e disponibilizada ao longo de uma semana no "180 Creative Camp".


LOCUS LOGRO de
Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins coprodução Visões Úteis, Mira Forum banda sonora original, sonoplastia e elementos gráficos João Martins coordenação de produção Marina Freitas interpretação Acúrcio Moniz, Ana Azevedo, Ana Vitorino, António Gonçalves, Beatriz Vilas Boas, Carlos Costa, Inês Barros, Inês Lopes, Irene Monteiro, João Lafuente, João Martins, João Mendonça, Leonor Quinta, Manuela Monteiro, Mariana Martins, Marina Freitas, Pedro Carreira, Pedro Marques e Tiago Moreira

Os textos manuscritos adaptaram excertos de “Torres em Transe” de Fernanda Carlos Borges.
As fotografias nas capas são de Manuela Matos Monteiro.
Os textos do Jornal de Notícias pertencem às edições referidas ou são ficções de Augusto Correia e Maria Cláudia Monteiro.
Todos os documentos utilizados são de acesso público.

“Locus Logro” inclui citações de: “Uma solidão demasiado ruidosa” de Bohumil Hrabal (versão de Ludmila Dismánova e Mário Gomes), “O Falcão de Malta” de Dashiell Hammett e “O Vale Encantado de Campanhã” do Projecto Pular a Cerca na Companhia do Rugby.

parceria Associação Recreativa Malmequeres de Noêda, BellyStudio, Porto d'Artes
apoio Jornal de Notícias
apoio à divulgação
Câmara Municipal do Porto, Metro do Porto, Associação Cultural e Desportiva Bairro do Falcão, Associação Movimento Terra Solta, Centro Cultural Atletismo de Bonjóia, Grupo Dramático do Monte Aventino

Vídeo relacionado

Última modificação em Sexta, 24 Fevereiro 2017 14:40

“Não vão precisar de trabalhar, vão ter só de representar, que não se pode dizer que seja trabalhar, é só dizer umas coisas.”

No fnal de 1997 quisemos contar uma história sem grandes mensagens, para toda a gente. Uma história simples, de pessoas simples, de pessoas isoladas, de pessoas que sonham, de sonhos que se concretizam, de anos, de solidão e com humor. Com o António Feio a encenar um texto de Martin McDonagh rimos, chorámos e falámos "Açoreano" na Ilha do Corvo onde nunca estivemos mas acerca da qual temos um imaginário fértil.
Nunca tínhamos simplesmente contado uma história.
Gostámos e um dia destes havemos de repetir, na atura certa, mesmo que outras mentes iluminadas achem que não devíamos fazer "essas coisas".

Estreou a 27 de Novembro de 1997 no Rivoli no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Estremoz num total de 15 apresentações.

texto
Martin McDonagh

tradução e adaptação
António Feio

encenação
António Feio

cenografia
Eduardo Loio

figurinos
Eduardo Loio

execução de figurinos
Armanda Neto

caracterização
Aurora Gaia

música
Albrecht Loops

desenho de luz
Laia Oms

fotografia
Limamil

concepção gráfica
Eduardo Loio

registo vídeo
João Nuno Martins

direcção de montagem
Laia Oms

operação de luz
Laia Oms

operação de som
Paulo Rodrigues/Lucinda Gomes

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Anabela Mira, Carlos Costa, Catarina Martins, Fernando Moreira, Miguel Cabral, Nuno Cardoso e Pedro Carreira

produção executiva
Lucinda Gomes

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:09

"Biométricos" Design: João Martins / entropiadesign

                                                                                                                                              design: João Martins / entropiadesign

 

"Biométricos”, a primeira criação original do Visões Úteis em 2014, integrou a programação do "Serralves em Festa" 2014, em coprodução com a Fundação de Serralves e com o apoio financeiro da Porto Lazer. Um projecto dedicado ao tema do esforço físico, comparando três áreas que normalmente não são relacionadas: a arte, o desporto e o trabalho. Uma reflexão sobre a capacidade de ultrapassar os limites do corpo, mas também sobre as diferenças no valor que habitualmente se atribui ao esforço nestas três áreas, bem como na ideia de beleza que a elas se associa.

Entre os dias 17 de maio e 1 de junho de 2014, “Biométricos” desdobrou-se em três atividades – todas de acesso gratuito - e três espaços diferentes:

Biométricos Rua - Durante duas semanas, o público pôde dirigir-se ao Espaço Montepio na Avenida dos Aliados e requisitar um smartphone que continha a aplicação original "Biométricos". Era então desafiado a escolher o melhor percurso para ligar um conjunto de “estações obrigatórias” no centro da cidade do Porto. A sua localização era continuamente monitorizada por GPS e condicionava a banda sonora ouvida a cada momento. Pelo caminho, o espetador podia descobrir e validar os códigos "Biométricos" espalhados pelas ruas, e escolher as ligações geográficas que implicavam maior ou menor esforço físico.


Biométricos Mira -  Durante três horas, na tarde de 24 de maio, juntámos no Espaço Mira um grupo de convidados ligados ao desporto, às artes e a trabalhos que implicam especial esforço físico. Uma espécie de “instalação viva” onde foram replicadas as suas atividades - da performance de ator à ultramaratona, do desenho às artes marciais, do trabalho operário aos cantares e danças inspirados no trabalho rural. O público pôde não só comparar ao vivo os esforços das várias áreas, mas também aceder a dados informativos e biométricos dos participantes, medidos em tempo real. Tinha ainda oportunidade de medir alguns dos seus próprios dados, e compará-los com os daqueles profissionais. A endocrinologista Isabel do Carmo, o ator António Fonseca, o Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto (NEFUP) e a atleta Ester Alves foram alguns dos participantes convidados.


Biométricos Parque - Durante os dois dias do "Serralves em Festa" ocupámos parte dos jardins de Serralves com um original jogo de equipas, onde desporto e arte se misturavam. O Visões Úteis esteve em campo, defrontando quem quisesse experimentar este divertido jogo, onde a perceção era desafiada e a estratégia de equipa podia ser muito mais importante do que a capacidade física individual. Contámos ainda com uma dupla de comentadores, formada por um jornalista de desporto e um crítico e investigador de teatro, que fez no local o relato em direto das partidas.

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BIOMÉTRICOS

44ª criação Visões Úteis

Direção: Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins

Cocriação: Inês de Carvalho

Leitura Vídeo: Alexandre Martins
Imagem: João Martins / entropiadesign

Coordenação de Produção: Marina Freitas

BIOMÉTRICOS RUA

Concepção e interface da aplicação, banda sonora original e sonoplastia: João Martins

Programação: Óscar Rodrigues (Digitópia/Casa da Música)

Textos: Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins e entrevistas com Alexandre Viegas, António Fonseca, Conceição Martins, Ester Alves e Isabel do Carmo.

Interpretação: Ana Vitorino, Carlos Costa, Inês de Carvalho, João Martins, José Carlos Gomes e Marina Freitas e ainda Alexandre Viegas, António Fonseca, Conceição Martins, Ester Alves e Isabel do Carmo.

Com citações de Alberta Lemos, Carlos Sá, Filippo Tommaso Marinetti, Hugo Ball, La Fontaine por Curvo Semedo e Marion Bartoli. A banda sonora inclui registos de ensaio do NEFUP, de situações em contexto de trabalho e desporto, e um excerto da transmissão de uma partida de ténis entre Michelle Brito e Maria Sharapova.


BIOMÉTRICOS MIRA

Com a participação de Alexandre Viegas, António Fonseca, Conceição Martins, Ester Alves, Inês de Carvalho, Isabel do Carmo, João Tiago Fernandes, Jorge Palinhos, NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto: Adriana Costa, Belisanda Cavaleiro, Carmo Pacheco, Conceição Aguiar, Fernando Fangueiro, Helena Queirós, João Ferreira, José Fróis, José Gabriel, Luís Pacheco, Luís Ramos, Manuel Friães, Márcia Santos, Margarida Luz, Paula Silva, Rogério Pinto, Vasco Ferreira e Teresa Ruiz e Cláudia Bastos (off) e a colaboração de Catarina Bettencourt/Farmácia Barreiros

Com textos originais de Isabel do Carmo, excertos de “Os Lusíadas” de Luiz Vaz de Camões e músicas tradicionais portuguesas.


BIOMÉTRICOS PARQUE

Conceção Plástica: Inês de Carvalho
Relato: Fernando Eurico/Antena 1
Comentários
: Jorge Palinhos

O projeto "Biométricos" estreou no dia 17 de maio e esteve disponível ao público até dia 1 de junho de 2014, em três calendários e espaços diferentes: Biométricos Rua - de 17 de maio a 1 de junho no centro do Porto, com partida do Espaço Montepio; Biométricos Mira - dia 24 de maio no Espaço Mira; Biométricos Parque - dias 31 de maio e 1 de junho no "Serralves em Festa 2014" (jardins de Serralves)


 

Última modificação em Quarta, 12 Novembro 2014 14:29
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Ministério da CulturaDireção Geral das Artes

O Visões Úteis é membro

Plateia - Associação dos Profissionais das Artes Cénicas IETM - International Network for Contemporary Performing Arts Anna Lindh Foundation

Visões Úteis é associado

Sonoscopia - Associação Cultural e Associação dos Amigos do Teatro da Liberdade da Palestina - The Freedom Theatre ZERO - Associação Sistema Terreste Sustentável