Visões Úteis

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Criações

Desde 1994, o Visões Úteis criou cerca de 40 espectáculos de teatro e criou também para outros suportes, designadamente audiowalks, pelo que apresentamos parte deste trabalho como Performance na Paisagem.

“Simulando a alegria”

Na terceira vez que trabalhámos com o João Paulo Seara Cardoso decidimos que o texto que escolhêssemos serviria como base para dele tirarmos só o que quiséssemos, que iríamos ter uma liberdade total de jogar com ele, de o estralhaçar, pintar, cantar, tudo!
Escolhemos o poeta Al Berto e das suas palavras escritas mostrámos não como se lêem mas o que nos fazem sentir e que ambientes despertaram em nós.
Criámos uma feira de quartos na noite da cidade do mundo. Simulámo-nos. Simulámos Al Berto.

Co-produção com o Centro Cultural de Belém.
Estreou a 18 de Fevereiro de 1999 no Balleteatro Auditório no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Lisboa e Beja num total de 15 apresentações.

textos
Al Berto

encenação e dramaturgia
João Paulo Seara Cardoso

cenografia
João Paulo Seara Cardoso e Eduardo Loio

figurinos
Judite Oliveira

música original
Albrecht Loops

música adicional
The Doors e Nick Cave & The Bad Seeds

desenho de luz
António Real

fotografia
Susana Paiva

vídeo
Nuno Diogo

design gráfico
Vitor Azevedo/DeC

construção de cenário
Luís Batista

construção de mobiliário
Paulo Custódio A. Santos

operação de luz
António Pedro Soares/Ada Pereira da Silva

operação de som
Albrecht Loops/António Pedro Soares

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Fernandes, Pedro Carreira e Eduardo Loio

coordenação de produção e produção executiva
Ada Pereira da Silva

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:10

“Sr. Samsa! Então?
O que é que se passa?”

No final de 1998 trabalhámos ao ritmo de Kafka num escritório: ao ritmo do relógio, naquela que foi até hoje a nossa produção mais complexa. Foi um prazer ver como profissionais como o José Wallenstein, o Jorge Ribeiro e a Vera Castro se conseguiram adaptar aos poucos meios de que dispúnhamos e sempre com brio e perfeccionismo se mantiveram fieis a uma ideia artística de grande produção.

Estreou a 19 de Novembro de 1998 no Auditório Nacional Carlos Alberto no Porto onde teve 9 apresentações.

texto
Franz Kafka

tradução
Gabriela Fragoso

encenação e adaptação
José Wallenstein

cenografia e figurinos
Vera Castro

música e desenho de som
Albrecht Loops

desenho de luz
Jorge Ribeiro

fotografia
Limamil

realização vídeo
Limamil e Alberto Fernandes

adereços
João Calvário e Eduardo Loio

construção de cenário
Luís Batista

construção de mobiliário
Paulo Custódio Almeida Santos

confecção de figurinos
Branca Elísio

gravação voz off
SomNorte

concepção de material gráfico
Eduardo Loio

fotografia do cartaz
Limamil

design gráfico
DeC

direcção de cena
Eduardo Loio

operação de som
Nuno Aragão (ANCA) e Serafim Ribeiro

operação de luz
José Rodrigues (ANCA)

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Martins, Jorge Paupério, Martinho Silva, Paulo Rodrigues e Pedro Carreira

voz off
Ada Pereira da Silva e José Wallenstein

vídeo
Ada Pereira da Silva

coordenação e produção executiva
Ada Pereira da Silva

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:10

“Trata-se de uma máquina muito especial.”

Com este espectáculo iniciámos a Trilogia da Punição de Kafka e quisemos fazer uma segunda tentativa de criação colectiva. No meio de muito ruído surgiu a luz ao fundo do túnel e criámos um espectáculo sem rede em cima de andaimes. A partir de uma ideia plástica surgiu o resto. Não havia cenário, havia a Máquina. Não havia público, havia os visitantes da Colónia Penal do Kafka. Foi como dar vida a algo que vivia de nós, se alimentava de nós e que tinha vida para além de nós. A ideia da criação colectiva deu os seus frutos e ficámos com a certeza que era por aí que queríamos ir, que uma criação colectiva pode não ser uma soma de ideias mas sim o confronto de vontades do qual nasce a ideia em si. A Máquina pode não ter sido o espectáculo ideal mas foi com certeza um dos motores de uma forma de estar no Visões Úteis.

Estreou a 7 de Julho de 1998 no Mosteiro de São Bento da Vitória no Porto onde teve 35 apresentações.

textos
Franz Kafka

Criação colectiva de
Albrecht Loops, Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Fernandes, Eduardo Loio, Laia Oms, Limamil, Lucinda Gomes, Nuno Diogo e Pedro Carreira.

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:09

Exige o Futuro / Design: Cristóvão Carvalheiro

 

 

O Visões Úteis leva a Campanhã este projeto europeu em que se associa a parceiros da Suécia, Letónia, França e Escócia. Inspirando-se na energia e no potencial para a mudança que caracterizam os Carnavais, cada parceiro desenvolve no seu país um conjunto de atividades que culmina em dois a três dias de apresentações públicas.

“Reclaim the Future” dá voz a diferentes periferias europeias, sublinhando o seu papel e importância na construção de um futuro partilhado, descobrindo pontos de contacto entre comunidades geograficamente distantes. O projeto tem a duração de dois anos e terminará em 2018 com um evento em Bruxelas, construído coletivamente e integrando elementos e contributos das comunidades locais dos diferentes países.

O evento português, coproduzido pela Câmara Municipal do Porto e inserido no Programa “Cultura em Expansão”, acontece a 13, 14 e 15 de julho de 2017 e é inspirado pelo desejo de dar visibilidade pública ao trabalho de agentes, entidades, coletivos e associações de Campanhã – com quem o Visões Úteis levou a cabo sessões de trabalho ao longo dos últimos meses. Pretende-se ainda promover o encontro destes grupos entre si e com artistas e coletivos internacionais que desenvolvem atividades afins.

São três dias de atividades com acesso gratuito, durante os quais a criação artística, a investigação, o encontro e a participação comunitária encontram um espaço privilegiado.

 

PROGRAMA:


Dia 13 de julho (5ªfeira)
 

Conferência “Da mesma laia” - conversas e embaraços sobre arte e comunidade
Hora e Local: 10h30 – MIRA FORUM / 15h - Associação Recreativa os Malmequeres de Noêda

Artistas, investigadores e público discutem a natureza, o propósito e os resultados da arte realizada em contexto comunitário. Esta conferência integra-se no projeto de investigação mais alargado que “Reclaim the Future” promove, e ao abrigo do qual recebemos no Porto o investigador Mats Hyvönen, da Universidade de Uppsala.

“Da mesma laia” tem conceção e coordenação de Jorge Palinhos, participação de Albertino Gonçalves, Cláudia Pato de Carvalho, AveLina Pérez, Joana Braga, Sónia Passos, Bruno Dias, Lino Moreira, José António Pinto e Marta Leitão, moderação de Carlos Costa, José Ribeiro, Inês de Carvalho e Pedro Rocha, e uma performance final pelo ator Cristóvão Carvalheiro.

 

Dia 14 de julho (6ª feira) 

Encontros “A Europa é aqui” - encontros entre agentes de Campanhã e parceiros internacionais
Hora: 10h e 15h / Local: Vários

Os artistas internacionais dos países parceiros que viajam para o evento português encontram-se com agentes de Campanhã, que com eles partilham os seus conhecimentos e experiências relacionados com cada parceiro em função da sua atividade, objetivos ou estratégias. A Compagnie des Mers du Nord (França) encontra-se com o grupo "Era uma Vez... Teatro" da APPC - Associação do Porto de Paralisia Cerebral; o Teatermaskinen (Suécia) encontra-se com a Associação Movimento Terra Solta; o Rural Nations (Escócia) encontra-se com o realizador Pedro Neves e o Dirty Deal Teatro (Letónia) encontra-se com os responsáveis das galerias MIRA.


Teatro “Reconstruindo a peça”:
“C'est tout” - reconstrução portuguesa de um espetáculo sueco
“trans/mission” - reconstrução sueca de um espetáculo português
Local: MIRA FORUM / Hora: 21h30

O Visões Úteis e o parceiro sueco Teatermaskinen colaboram na troca e reconstrução de espetáculos: a criação “trans/missão” (2015) foi adaptada pelo Teatermaskinen e apresentada publicamente na Suécia em junho, e a criação “C’est Tout” do coletivo sueco é adaptada pelo Visões Úteis. Os dois espetáculos serão mostrados ao público na noite de 14 de julho.

“C’est Tout”, a partir da obra homónima de Marguerite Duras, tem adaptação e direção de João Martins, interpretação de Alberto Lopes, João Martins, Kenneth Cosimo, Rita Camões (em vídeo) e a participação especial de Alfredo Angelici, e vídeo de Nuno Barbosa.

“trans/mission” (espetáculo em língua inglesa) é uma encenação de Jonas Engman, com texto de Anders Olsson, codramaturgia de Ana Vitorino, direção de atores de Alfredo Angelici e interpretação de Anders Olsson e Berit Engman.

 

Dia 15 de julho (sábado) 

Desfile “Parada Desatada” - de São Vicente de Paulo ao Matadouro
Local: Praça da Corujeira / Hora: 17h

Expressão visível do processo de trabalho de vários meses com associações, coletivos e comunidades de Campanhã, a Parada Desatada, com direção de Inês de Carvalho, será um percurso performativo, celebratório e participativo que ligará o espaço expectante de S. Vicente ao promissor Matadouro Municipal, passando pela central Praça da Corujeira e (re)ligará pessoas, vidas e vontades de futuro.

A Parada inclui a participação (música, teatro, dança, intervenções no espaço) de mais de duas centenas de membros das comunidades de Campanhã, a performance de uma equipa de Bufões coordenada por Rui Paixão e Ana Azevedo – integrando membros das comunidades e formandos do Serviço Educativo do Visões Úteis – e a geolocalização de histórias de vida, recolhidas durante o processo de criação, que poderão ser descobertas pelo espaço através de uma aplicação para telemóvel, num trabalho do investigador Pedro Rocha.

 

Mas “Exige o Futuro / Reclaim the Future” não se esgota nestes três dias: ao longo do próximo ano e meio continuam a decorrer uma série de atividades paralelas incluídas neste projeto, de que iremos dando conta nas Novidades deste site!

 

"Reclaim the Future" é cofinanciado pelo programa Europa Criativa da União Europeia; o evento português é uma coprodução entre o Visões Úteis e a Câmara Municipal do Porto, no âmbito do Programa “Cultura em Expansão”. Parceria: Teatermaskinen (Suécia), Dirty Deal Teatro (Letónia), Compagnie des Mers du Nord (França) e Rural Nations (Escócia) Parceria local: MIRA FORUM Apoios: Junta de Freguesia de Campanhã e IEFP - Instituto do Emprego e Formação Profissional.

 

 

Curadoria

Carlos Costa

Direção da Parada Desatada

Inês de Carvalho

Direção da versão portuguesa de “C’est Tout”

João Martins

Codramaturgia da versão sueca de “trans/missão”

Ana Vitorino

Direção da intervenção dos Bufões

Rui Paixão

Conceção e Coordenação da conferência “Da mesma laia”

Jorge Palinhos

Realização e Guião “10 Conversas com o Futuro”

Nuno Santos

Realização, Captação de imagem e Edição “10 Conversas com o Futuro”

Sara Allen

Realização, Captação de som e Edição “10 Conversas com o Futuro”

Alexandra Allen

Mediação com as comunidades

Márcia Andrade

Cartografia social

Pedro Rocha

Coordenação da participação do Serviço Educativo

Ana Azevedo

Coordenação de Produção e Produção Executiva

Teresa Camarinha

Direção técnica

 José Diogo Cunha e Vasco Santos

Design gráfico

Cristóvão Carvalheiro

Assessoria de imprensa

Joana de Belém

Assistência de produção

Rosa Lopes Dias

Criação e Produção

Visões Úteis


Última modificação em Quarta, 12 Julho 2017 16:22
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