Visões Úteis

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Criações

Criações

Desde 1994, o Visões Úteis criou cerca de 40 espectáculos de teatro e criou também para outros suportes, designadamente audiowalks, pelo que apresentamos parte deste trabalho como Performance na Paisagem.

“Há sempre qualquer merda que está mal.”

As palavras são sempre as erradas. O momento nunca é oportuno. As decisões nunca são o que parecem. As relações não correm nunca como nos romances nem nos filmes. Corremos uns para os outros e acabamos a empurrar-nos. Se conseguíssemos ser normais... Só por um instante.
Trabalho criado em estreita colaboração com o autor, Gregory Motton, cimentando uma relação de cumplicidade que muito nos orgulha.

Co-produção com a Culturporto/Rivoli-Teatro Municipal e Centro Cultural de Belém.
Estreou a 16 de Novembro de 2000 no Rivoli no Porto. Além do Porto foi apresentado em Lisboa, Beja, Coimbra, Póvoa do Varzim, Viana do Castelo, Portalegre e Estarreja num total de 27 apresentações.

Recado aos Corações Despedaçados (no original Message for the Broken Hearted) é uma peça da autoria de Gregory Motton, escrita em 1991 e apresentada pela primeira vez ao público no Liverpool Playhouse em 1993, numa encenação de Ramin Gray.

A produção do Visões Úteis é a primeira deste texto em Portugal e partiu de uma tradução de Pedro Marques revista por Maria Helena Guimarães.

Para a criação deste espectáculo os seus directores e intérpretes— Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira— estiveram em Londres a trabalhar com o autor, Gregory Motton, no início do processo de ensaios.

Destas sessões de trabalho, onde estiveram também presentes Ramin Gray e Pedro Marques, surgiu não só a versão final da tradução que levamos à cena como uma aprofundada análise dramatúrgica que determinou o posterior trabalho de encenação, levado a cabo em Portugal.

realização plástica
Paulo Soares

figurinos
Sofia Matos Soares

desenho de luz
Pedro Marques

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

fotografia
Susana Paiva

imagem gráfica
Vitor Azevedo

produção executiva
Ágata Marques Fino

secretariado
Nuno Casimiro

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:11

“O público não quer peças, quer espectáculos”

Uma companhia quer falar de arte e de teatro, inventar novas formas, unir dois textos actuais há quase um século. A proposta é unir “A Gaivota” de Tchekov e “Seis Personagens à procura de Autor” de Pirandello. Mas a companhia falha. E, ao falhar, fala ao público de arte, de teatro e de pessoas.

Estreou a 29 de Junho de 2000 no Mosteiro de São Bento da Vitória no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Aveiro, Coimbra e Vila Real num total de 24 apresentações.

texto
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

a partir de
"A Gaivota", de Anton Tchekov (tradução de Fiama Hasse Pais Brandão) e "Seis Personagens à procura de Autor" e "Esta noite improvisa-se", de Luigi Pirandello

concepção e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

direcção plástica e desenho de luz
Laia Oms

execução cenográfica
Luís Baptista e Preciosa Afonso

concepção e execução da gaivota
João Calvário

banda sonora original e sonoplastia
ohmalone (Alexandre Gamelas, Ana Costa, João Pedro Martins, João Tiago Fernandes e José Miguel Pinto)

grafismo
Vitor Azevedo/DeC

fotografia do cartaz
Vitor Boura Xavier/Éobra

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Fernandes, Fernando Moreira e Pedro Carreira

pré-produção
Ada Pereira da Silva

produção executiva
Ágata Marques Fino

secretariado
Nuno Casimiro

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:11

“O Silêncio é uma bomba a rebentar-nos dentro da cabeça.”

"O Livro das Igrejas Abandonadas" de Tonino Guerra transformado em espectáculo-instalação numa igreja abandonada mesmo no centro da cidade. Estranhos que procuram um tempo e um espaço que não pode ser seu. Ou como temos de viajar para chegar a casa. Um trabalho sobre o tempo e o espaço da memória.

Estreou a 17 de Fevereiro de 2000 na Capela de São José e Nossa Senhora das Dores no Porto onde teve 13 apresentações.

textos
Tonino Guerra

tradução
José Colaço Barreiros

concepção, dramaturgia, adaptação e interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

vídeo arte
Maria Krejci

banda sonora original e sonoplastia
Albrecht Loops

cenografia
José Pelicano e Pelicano

fotografia
Susana Paiva

grafismo
Vitor Azevedo/DeC

montagem e operação de som
Eliana Leão Valdigem

montagem e operação de luz/vídeo
Susana Paiva

confecção figurinos (casacos)
Branca Elísio

coordenação de produção
Ada Pereira da Silva

assistência de produção
Ágata Marques Fino

secretariado
Cláudia Silva

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:11

“Agora ficaste a saber o que existia para além de ti.”

A útima produção da trilogia da punição foi trabalhada no âmbito do nosso Projecto Liberdades– levar teatro aos estabelecimentos prisionais. Escolhemos este texto para as prisões porque gostamos de Kafka, por ser o mais autobiográfico dos textos do autor e por tratar de prisões, não as de quatro paredes mas as que estão dentro de nós. Aquelas que às vezes são para toda a vida, de onde nem sempre há fuga possível nem data de libertação. Este espectáculo marcou também o início de uma forma de trabalhar, principalmente ao nível da direcção e dramaturgia, que é talvez a que melhor nos completa, nos faz crescer e ter prazer.

Criada no âmbito do Projecto Liberdades
Estreou a 19 de Julho de 1999 no Estabelecimento Prisional de Vila Real. Foi apresentada e 30 estabelecimentos prisionais e "cá fora", além do Porto, foi apresentado em Aveiro, Viana do Castelo, Ermelo, Lamas d’Olo, Macedo de Cavaleiros, Lisboa, Coimbra, Carrazeda de Ansiães, Pombal de Ansiães, Alfândega da Fé, Vila Flor e Estarreja num total de cerca de 60 apresentações.

texto
Franz Kafka

tradução
Maria Helena Guimarães

revisão da tradução
Gonçalo Vilas-Boas

adaptação, dramaturgia e concepção do espectáculo
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

cenografia
Pelicano e Pelicano

construção do cenário
Luís Baptista

figurinos
Miguel Barros

confecção
Maria Rosa

banda sonora original
Albrecht Loops

fotografia
Susana Paiva

grafismo
Vitor Azevedo/DeC

operação de som
João Martins/António Pedro Soares/Ana Vitorino

interpretação
Carlos Costa e Pedro Carreira

coordenação de produção e produção executiva
Ada Pereira da Silva

secretariado
Ágata Marques Fino

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:10
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