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Mostrar artigos por etiqueta: Infância
Sexta, 11 Fevereiro 2011 18:58

O Vento

"O tempo muda, foge. Morre e volta a ser. Aperto as mãos, respiro devagar. Esqueço tudo, volto a lembrar. O resto... não pára de acontecer."

"O Vento" é mais do que um espectáculo, é um evento-espectáculo dirigido aos mais novos e aos adultos que os acompanham, que não se limitam a ver... são convidados a fazer!

Sinopse

Cada apresentação de "O Vento" é antecedida por uma oficina criativa dirigida pelos próprios intérpretes que preparam os participantes para intervir directamente no espectáculo com acções performativas de expressão sonora, dramática, plástica e de movimento. Os participantes são ainda chamados a tomar decisões que definem uma direcção e um desfecho para a história.

O público dá assim corpo ao vento que impiedosamente molda o cenário físico e emocional de duas personagens que, aos poucos, vão perdendo todas as suas referências... até deixarem mesmo de saber quem são!

"O Vento" é um espectáculo dirigido por uma colaboradora do Visões Úteis, a cenógrafa e figurinista Inês de Carvalho, e nasceu da sua anterior experiência com o projecto “As histórias de Amélia (criações sobre a abundância)”.

O processo de criação de "O Vento" iniciou-se em Novembro de 2010 com uma viagem a Castilla-La-Mancha, em busca dos moinhos e paisagens de Quixote, e continuou com uma residência artística na freguesia da Afurada (Vila Nova de Gaia). Aqui trabalhámos com populações escolares e comunidades para recolher imagens, vídeos, histórias, músicas, enfim, as sementes do espectáculo. Os residentes da Afurada colaboraram ainda na construção do cenário de "O Vento" e puderam experimentar o espectáculo a meio do processo de criação, através de duas exeriências-piloto que realizámos em 2010.

O VENTO
38ª Criação Visões Úteis

um evento-espectáculo a partir do projecto “As histórias de Amélia [criações sobre a abundância]”

direcção
Inês de Carvalho

dramaturgia
Alberta Lemos, Ana Vitorino e Carlos Costa

cenografia e figurinos
Inês de Carvalho

desenho de luz e de imagem
José Carlos Coelho

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

projecto fotográfico
Paulo Pimenta

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa e ainda Alberta Lemos (off)

construção de escadotes
Josué Maia

construção da manta
Visões Úteis e Residentes da Afurada

grafismo
entropiadesign a partir de ilustração de Manufactura Independente

coordenação técnica e operação
Luís Ribeiro

produção executiva e direcção de cena
Joana Neto

assistência de produção
Helena Madeira

classificação etária
M4

duração aproximada
90 minutos (Oficina + Espectáculo)

O Vento fez a sua temporada de estreia entre 22 e 30 de Janeiro de 2011, na sala de ensaios do Teatro de Ferro (Gaia), com sessões para o público escolar e para o público geral. Em Agosto de 2011 apresentou-se em Ciudad Rodrigo (Espanha) na 14ª Feria de Teatro de Castilla y León. Em 2012 fez já uma temporada para escolas do ensino básico no Balleteatro Auditório (Porto) e apresentou-se no Teatro Municipal da Guarda.
Continua disponível para itinerância.

Publicado em Espectáculos
Segunda, 08 Novembro 2010 12:02

Qual é coisa, qual é sombra? [Guião]

Guião da peça homónima, de 2002, criado em colaboração com crianças do Bairro de Aldoar, no Porto. Disponibilizamos o texto na "versão conto" (adaptação de Ana Vitorino).

Licença Creative Commons

"Qual é coisa, qual é sombra?", de Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira está publicado ao abrigo duma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 2.5 Portugal License.

Descarregue, partilhe, utilize e transforme. Mas exclusivamente para fins não comerciais e creditando sempre as autorias originais. E volte a partilhar eventuais obras derivadas deste mesmo modo.

Para este efeito os autores são Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira para o texto original de cena e Ana Vitorino para a adaptação a
conto.

Publicado em Textos Originais
Sexta, 23 Julho 2010 18:20

Muna [Guião]

Guiões da peça homónima de 2008. Um projecto para dois espectáculos (crianças e adultos).

Licença Creative Commons

"Muna", por Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins é publicado ao abrigo duma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 2.5 Portugal License.

Descarregue, partilhe, utilize e transforme. Mas exclusivamente para fins não comerciais e creditando sempre as autorias originais. E volte a partilhar eventuais obras derivadas deste mesmo modo.

Publicado em Textos Originais
Segunda, 21 Junho 2010 18:22

Muna

“Meu filho, porque estás tu a tremer?
Pai, o Rei dos Elfos, não o estás a ver?
O Rei dos Elfos de cauda e coroa?
Meu filho, é só o nevoeiro que voa.”

“Muna” é um projecto que parte de uma mesma concepção dramatúrgica, plástica e sonora para dar origem a dois espectáculos: um apresentado de dia— “Muna” para a infância— e outro apresentado de noite— “Muna” para adultos. Inspirando-nos no poema “O Rei dos Elfos” de Goethe e no universo do ilustrador Júlio Vanzeler, exploramos o território entre o sonho e o acordar, onde a realidade e a ficção se unem e onde habitam todas as coisas sem nome que nos causam simultaneamente fascínio e medo. O espectáculo foi produzido em colaboração com os Teatros Nacionais São João e Dona Maria II.

“Muna” estreou a 18 Junho (versão para a infância) e a 20 Junho (versão para adultos) de 2008 no Teatro Carlos Alberto no Porto.

Sinopse

Versão para a infância

Num quarto uma criança está deitada na cama. Está doente e os pais vigiam-na. No seu sono de febre a criança mergulha num território estranho e desconhecido, onde se imagina um super-herói. Os objectos e vozes do quarto confundem-se com as personagens excêntricas desse mundo sonhado. O nosso herói vive uma aventura inesperada com um pé na realidade e outro na fantasia. Enquanto luta com o Rei dos Elfos para salvar a lua roubada, toma o xarope que a mãe lhe dá.

Versão para adultos

Num quarto um pai que perdeu um filho está deitado na cama. No seu delírio de dor mergulha num território estranho e desconhecido de onde não consegue fugir. As memórias e os remorsos confundem-se com as personagens bizarras desse mundo que inexplicavelmente o interpela. Numa batalha perdida à partida, o pai tenta dominar a sua esmagadora impotência. Num mundo que foge a qualquer lógica, tenta encontrar o caminho de volta à realidade.

Estreou a 18 Junho (versão para a infância) e a 20 Junho (versão para adultos) de 2008 no Teatro Carlos Alberto no Porto, e em Outubro seguinte esteve em cena no Teatro Nacional Dona Maria II em Lisboa. Em Dezembro de 2008 foi ainda apresentado no Auditório da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (versão para a infância) e em Outubro de 2009 ambas as versões estiveram em reposição no Teatro Helena Sá e Costa (Porto). Muna fez já um total de cerca de 50 apresentações. Continua disponível para itinerância.

dramaturgia e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins

cenografia e adereços
João Calvário

figurinos
Ana Luena

a partir de ilustrações originais de
Júlio Vanzeler

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho

caracterização
Anita Novais

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, João Martins, Pedro Carreira, Rui Queirós de Matos e Raquel Carreira (voz-off)

assistência de cenografia e adereços
Rui Azevedo

execução de adereços adicionais
Suzete Rebelo

execução de guarda-roupa
Ana Maria Fernandes, Glória Costa

pintura de figurinos
Catarina Felgueiras

execução de cenografia
Américo Castanheira/Tudo Faço

coordenação de montagem e assistência de iluminação
Luís Ribeiro

assistência de produção
Helena Madeira

produção executiva
Marina Freitas

Publicado em Espectáculos
Segunda, 21 Junho 2010 15:35

Qual é coisa, qual é sombra?

“Vou construir uma torre muito alta
Para chegar até ao céu
E ver o que se passa com o sol”

A convite do Rivoli, criámos com crianças do Bairro de Aldoar um espectáculo para atirar os medos para trás das costas. E no mês de trabalho diário com aqueles meninos tentámos atirar pela janela do teatro o quotidiano duro e escondido onde habitam, esperando que mesmo depois de as luzes apagadas um qualquer raio de sol as continue a acompanhar.

Co-Produção com a Culturporto/Rivoli-Teatro Municipal no âmbito do Projecto Bairros.
Estreou a 18 de Abril de 2002 no Rivoli no Porto onde teve 3 apresentações.

texto, direcção e concepção
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

espaço cénico
Paulo Soares

banda sonora original e sonoplastia
Gustavo Costa

operação de som
Gustavo Costa

operação de luz
(Rivoli)

interpretação
Ana Vitorino, Augusto Pereira, Carla Pinto, Carlos Costa, Catarina Martins, Daniel Oliveira, Diogo Fernandes, Flávio Ribeiro, Hélder Mendes, Joana Inês Oliveira, Joana Mafalda Neves, Lúcia Pereira, Marisa Macieira, Pedro Carreira, Vanessa Pinho e Vanessa Teixeira

produção executiva
Ágata Marques Fino

Publicado em Espectáculos
Segunda, 21 Junho 2010 09:31

As Aventuras de João Sem Medo

“Proibida a entrada a quem não andar espantado de existir.”

Na nossa segunda produção teatral brincámos com os monstros debaixo da cama e fizemos cabanas. Fomos crianças de novo e deparámo-nos com questões que mesmo hoje, enquanto adultos, não somos capazes de responder: por que caminho vamos? O que é real e o que é ilusão? Que mundo queremos afinal? O que é mais belo?

A partir do texto homónimo de José Gomes Ferreira brincámos com os filhos e quisemos piscar o olho aos pais.

Estreou a 16 de Junho de 1995 no Teatro Sá da Bandeira no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Coimbra num total de 23 apresentações.

texto
José Gomes Ferreira

encenação
Nuno Cardoso

dramaturgia
Visões Úteis

preparação vocal
Cristina Faria

cenário e figurinos
Eduardo Loio e Nuno Cardoso

banda sonora original e sonoplastia
Albrecht Loops

desenho de luz
Nuno Cardoso

concepção gráfica
Eduardo Loio

fotografia
J. P. Lima

confecção de figurinos
Paula Ventura

operação de luz
Serafim Ribeiro/Nuno Cardoso

operação de som
Catarina Martins

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Maria João Jorge e Pedro Carreira

produção executiva
Catarina Martins

Publicado em Espectáculos

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