Visões Úteis

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Performance na Paisagem

Exige o Futuro / Design: Cristóvão Carvalheiro

 

 

O Visões Úteis leva a Campanhã este projeto europeu em que se associa a parceiros da Suécia, Letónia, França e Escócia. Inspirando-se na energia e no potencial para a mudança que caracterizam os Carnavais, cada parceiro desenvolve no seu país um conjunto de atividades que culmina em dois a três dias de apresentações públicas.

“Reclaim the Future” dá voz a diferentes periferias europeias, sublinhando o seu papel e importância na construção de um futuro partilhado, descobrindo pontos de contacto entre comunidades geograficamente distantes. O projeto tem a duração de dois anos e terminará em 2018 com um evento em Bruxelas, construído coletivamente e integrando elementos e contributos das comunidades locais dos diferentes países.

O evento português, coproduzido pela Câmara Municipal do Porto e inserido no Programa “Cultura em Expansão”, acontece a 13, 14 e 15 de julho de 2017 e é inspirado pelo desejo de dar visibilidade pública ao trabalho de agentes, entidades, coletivos e associações de Campanhã – com quem o Visões Úteis levou a cabo sessões de trabalho ao longo dos últimos meses. Pretende-se ainda promover o encontro destes grupos entre si e com artistas e coletivos internacionais que desenvolvem atividades afins.

São três dias de atividades com acesso gratuito, durante os quais a criação artística, a investigação, o encontro e a participação comunitária encontram um espaço privilegiado.

 

PROGRAMA:


Dia 13 de julho (5ªfeira)
 

Conferência “Da mesma laia” - conversas e embaraços sobre arte e comunidade
Hora e Local: 10h30 – MIRA FORUM / 15h - Associação Recreativa os Malmequeres de Noêda

Artistas, investigadores e público discutem a natureza, o propósito e os resultados da arte realizada em contexto comunitário. Esta conferência integra-se no projeto de investigação mais alargado que “Reclaim the Future” promove, e ao abrigo do qual recebemos no Porto o investigador Mats Hyvönen, da Universidade de Uppsala.

“Da mesma laia” tem conceção e coordenação de Jorge Palinhos, participação de Albertino Gonçalves, Cláudia Pato de Carvalho, AveLina Pérez, Joana Braga, Sónia Passos, Bruno Dias, Lino Moreira, José António Pinto e Marta Leitão, moderação de Carlos Costa, José Ribeiro, Inês de Carvalho e Pedro Rocha, e uma performance final pelo ator Cristóvão Carvalheiro.

 

Dia 14 de julho (6ª feira) 

Encontros “A Europa é aqui” - encontros entre agentes de Campanhã e parceiros internacionais
Hora: 10h e 15h / Local: Vários

Os artistas internacionais dos países parceiros que viajam para o evento português encontram-se com agentes de Campanhã, que com eles partilham os seus conhecimentos e experiências relacionados com cada parceiro em função da sua atividade, objetivos ou estratégias. A Compagnie des Mers du Nord (França) encontra-se com o grupo "Era uma Vez... Teatro" da APPC - Associação do Porto de Paralisia Cerebral; o Teatermaskinen (Suécia) encontra-se com a Associação Movimento Terra Solta; o Rural Nations (Escócia) encontra-se com o realizador Pedro Neves e o Dirty Deal Teatro (Letónia) encontra-se com os responsáveis das galerias MIRA.


Teatro “Reconstruindo a peça”:
“C'est tout” - reconstrução portuguesa de um espetáculo sueco
“trans/mission” - reconstrução sueca de um espetáculo português
Local: MIRA FORUM / Hora: 21h30

O Visões Úteis e o parceiro sueco Teatermaskinen colaboram na troca e reconstrução de espetáculos: a criação “trans/missão” (2015) foi adaptada pelo Teatermaskinen e apresentada publicamente na Suécia em junho, e a criação “C’est Tout” do coletivo sueco é adaptada pelo Visões Úteis. Os dois espetáculos serão mostrados ao público na noite de 14 de julho.

“C’est Tout”, a partir da obra homónima de Marguerite Duras, tem adaptação e direção de João Martins, interpretação de Alberto Lopes, João Martins, Kenneth Cosimo, Rita Camões (em vídeo) e a participação especial de Alfredo Angelici, e vídeo de Nuno Barbosa.

“trans/mission” (espetáculo em língua inglesa) é uma encenação de Jonas Engman, com texto de Anders Olsson, codramaturgia de Ana Vitorino, direção de atores de Alfredo Angelici e interpretação de Anders Olsson e Berit Engman.

 

Dia 15 de julho (sábado) 

Desfile “Parada Desatada” - de São Vicente de Paulo ao Matadouro
Local: Praça da Corujeira / Hora: 17h

Expressão visível do processo de trabalho de vários meses com associações, coletivos e comunidades de Campanhã, a Parada Desatada, com direção de Inês de Carvalho, será um percurso performativo, celebratório e participativo que ligará o espaço expectante de S. Vicente ao promissor Matadouro Municipal, passando pela central Praça da Corujeira e (re)ligará pessoas, vidas e vontades de futuro.

A Parada inclui a participação (música, teatro, dança, intervenções no espaço) de mais de duas centenas de membros das comunidades de Campanhã, a performance de uma equipa de Bufões coordenada por Rui Paixão e Ana Azevedo – integrando membros das comunidades e formandos do Serviço Educativo do Visões Úteis – e a geolocalização de histórias de vida, recolhidas durante o processo de criação, que poderão ser descobertas pelo espaço através de uma aplicação para telemóvel, num trabalho do investigador Pedro Rocha.

 

Mas “Exige o Futuro / Reclaim the Future” não se esgota nestes três dias: ao longo do próximo ano e meio continuam a decorrer uma série de atividades paralelas incluídas neste projeto, de que iremos dando conta nas Novidades deste site!

 

"Reclaim the Future" é cofinanciado pelo programa Europa Criativa da União Europeia; o evento português é uma coprodução entre o Visões Úteis e a Câmara Municipal do Porto, no âmbito do Programa “Cultura em Expansão”. Parceria: Teatermaskinen (Suécia), Dirty Deal Teatro (Letónia), Compagnie des Mers du Nord (França) e Rural Nations (Escócia) Parceria local: MIRA FORUM Apoios: Junta de Freguesia de Campanhã e IEFP - Instituto do Emprego e Formação Profissional.

 

 

Curadoria

Carlos Costa

Direção da Parada Desatada

Inês de Carvalho

Direção da versão portuguesa de “C’est Tout”

João Martins

Codramaturgia da versão sueca de “trans/missão”

Ana Vitorino

Direção da intervenção dos Bufões

Rui Paixão

Conceção e Coordenação da conferência “Da mesma laia”

Jorge Palinhos

Realização e Guião “10 Conversas com o Futuro”

Nuno Santos

Realização, Captação de imagem e Edição “10 Conversas com o Futuro”

Sara Allen

Realização, Captação de som e Edição “10 Conversas com o Futuro”

Alexandra Allen

Mediação com as comunidades

Márcia Andrade

Cartografia social

Pedro Rocha

Coordenação da participação do Serviço Educativo

Ana Azevedo

Coordenação de Produção e Produção Executiva

Teresa Camarinha

Direção técnica

 José Diogo Cunha e Vasco Santos

Design gráfico

Cristóvão Carvalheiro

Assessoria de imprensa

Joana de Belém

Assistência de produção

Rosa Lopes Dias

Criação e Produção

Visões Úteis


Última modificação em Quarta, 12 Julho 2017 16:22

"Locus Logro" - imagem: João Martins / entropiadesign
                                                                                                                                  design: João Martins / entropiadesign

 

Há um mistério pelas ruas de Campanhã ... venha resolvê-lo!

"Locus Logro", a primeira criação do Visões Úteis em 2016, propôs uma deambulação pela memória dos espaços e das populações de Campanhã, e em particular da Rua de Miraflor.

Uma divertida e imersiva experiência, eminentemente áudio e interativa, inspirada na estrutura dos romances policiais e nas características do clássico teatro radiofónico, cruzando-as com as histórias reais de locais e de habitantes desta zona do Porto.

A Galeria Mira Forum foi simultaneamente “Estação” de partida e de chegada, num percurso ao longo do qual o público era convidado a elaborar uma hipótese para explicar um desaparecimento.

Seguindo a pista de uma investigação policial ficcional, o público recebia um mapa onde estavam assinaladas outras “Estações” - espaços mais ou menos privados - que tinha de visitar e onde encontrava ambientes particulares, testemunhos gravados e um conjunto de pistas físicas. Elementos que tanto podiam ajudar a desvendar a "verdade", como confundir ainda mais.

"Locus Logro" envolveu a população local no próprio processo criativo, criando uma particular relação entre diversos espaços em torno da Rua de Miraflor, e entre estes e a Estação de Campanhã.

"Locus Logro" esteve disponível na Galeria Mira Forum - Rua de Miraflor, nº155 - na tarde de 28 de maio de 2016, ao longo de três horas, tratando-se de uma iniciativa de acesso Gratuito. Em julho de 2016 a criação foi adaptada à cidade de Abrantes e disponibilizada ao longo de uma semana no "180 Creative Camp".


LOCUS LOGRO de
Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins coprodução Visões Úteis, Mira Forum banda sonora original, sonoplastia e elementos gráficos João Martins coordenação de produção Marina Freitas interpretação Acúrcio Moniz, Ana Azevedo, Ana Vitorino, António Gonçalves, Beatriz Vilas Boas, Carlos Costa, Inês Barros, Inês Lopes, Irene Monteiro, João Lafuente, João Martins, João Mendonça, Leonor Quinta, Manuela Monteiro, Mariana Martins, Marina Freitas, Pedro Carreira, Pedro Marques e Tiago Moreira

Os textos manuscritos adaptaram excertos de “Torres em Transe” de Fernanda Carlos Borges.
As fotografias nas capas são de Manuela Matos Monteiro.
Os textos do Jornal de Notícias pertencem às edições referidas ou são ficções de Augusto Correia e Maria Cláudia Monteiro.
Todos os documentos utilizados são de acesso público.

“Locus Logro” inclui citações de: “Uma solidão demasiado ruidosa” de Bohumil Hrabal (versão de Ludmila Dismánova e Mário Gomes), “O Falcão de Malta” de Dashiell Hammett e “O Vale Encantado de Campanhã” do Projecto Pular a Cerca na Companhia do Rugby.

parceria Associação Recreativa Malmequeres de Noêda, BellyStudio, Porto d'Artes
apoio Jornal de Notícias
apoio à divulgação
Câmara Municipal do Porto, Metro do Porto, Associação Cultural e Desportiva Bairro do Falcão, Associação Movimento Terra Solta, Centro Cultural Atletismo de Bonjóia, Grupo Dramático do Monte Aventino

Vídeo relacionado

Última modificação em Sexta, 24 Fevereiro 2017 14:40

"Biométricos" Design: João Martins / entropiadesign

                                                                                                                                              design: João Martins / entropiadesign

 

"Biométricos”, a primeira criação original do Visões Úteis em 2014, integrou a programação do "Serralves em Festa" 2014, em coprodução com a Fundação de Serralves e com o apoio financeiro da Porto Lazer. Um projecto dedicado ao tema do esforço físico, comparando três áreas que normalmente não são relacionadas: a arte, o desporto e o trabalho. Uma reflexão sobre a capacidade de ultrapassar os limites do corpo, mas também sobre as diferenças no valor que habitualmente se atribui ao esforço nestas três áreas, bem como na ideia de beleza que a elas se associa.

Entre os dias 17 de maio e 1 de junho de 2014, “Biométricos” desdobrou-se em três atividades – todas de acesso gratuito - e três espaços diferentes:

Biométricos Rua - Durante duas semanas, o público pôde dirigir-se ao Espaço Montepio na Avenida dos Aliados e requisitar um smartphone que continha a aplicação original "Biométricos". Era então desafiado a escolher o melhor percurso para ligar um conjunto de “estações obrigatórias” no centro da cidade do Porto. A sua localização era continuamente monitorizada por GPS e condicionava a banda sonora ouvida a cada momento. Pelo caminho, o espetador podia descobrir e validar os códigos "Biométricos" espalhados pelas ruas, e escolher as ligações geográficas que implicavam maior ou menor esforço físico.


Biométricos Mira -  Durante três horas, na tarde de 24 de maio, juntámos no Espaço Mira um grupo de convidados ligados ao desporto, às artes e a trabalhos que implicam especial esforço físico. Uma espécie de “instalação viva” onde foram replicadas as suas atividades - da performance de ator à ultramaratona, do desenho às artes marciais, do trabalho operário aos cantares e danças inspirados no trabalho rural. O público pôde não só comparar ao vivo os esforços das várias áreas, mas também aceder a dados informativos e biométricos dos participantes, medidos em tempo real. Tinha ainda oportunidade de medir alguns dos seus próprios dados, e compará-los com os daqueles profissionais. A endocrinologista Isabel do Carmo, o ator António Fonseca, o Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto (NEFUP) e a atleta Ester Alves foram alguns dos participantes convidados.


Biométricos Parque - Durante os dois dias do "Serralves em Festa" ocupámos parte dos jardins de Serralves com um original jogo de equipas, onde desporto e arte se misturavam. O Visões Úteis esteve em campo, defrontando quem quisesse experimentar este divertido jogo, onde a perceção era desafiada e a estratégia de equipa podia ser muito mais importante do que a capacidade física individual. Contámos ainda com uma dupla de comentadores, formada por um jornalista de desporto e um crítico e investigador de teatro, que fez no local o relato em direto das partidas.

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BIOMÉTRICOS

44ª criação Visões Úteis

Direção: Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins

Cocriação: Inês de Carvalho

Leitura Vídeo: Alexandre Martins
Imagem: João Martins / entropiadesign

Coordenação de Produção: Marina Freitas

BIOMÉTRICOS RUA

Concepção e interface da aplicação, banda sonora original e sonoplastia: João Martins

Programação: Óscar Rodrigues (Digitópia/Casa da Música)

Textos: Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins e entrevistas com Alexandre Viegas, António Fonseca, Conceição Martins, Ester Alves e Isabel do Carmo.

Interpretação: Ana Vitorino, Carlos Costa, Inês de Carvalho, João Martins, José Carlos Gomes e Marina Freitas e ainda Alexandre Viegas, António Fonseca, Conceição Martins, Ester Alves e Isabel do Carmo.

Com citações de Alberta Lemos, Carlos Sá, Filippo Tommaso Marinetti, Hugo Ball, La Fontaine por Curvo Semedo e Marion Bartoli. A banda sonora inclui registos de ensaio do NEFUP, de situações em contexto de trabalho e desporto, e um excerto da transmissão de uma partida de ténis entre Michelle Brito e Maria Sharapova.


BIOMÉTRICOS MIRA

Com a participação de Alexandre Viegas, António Fonseca, Conceição Martins, Ester Alves, Inês de Carvalho, Isabel do Carmo, João Tiago Fernandes, Jorge Palinhos, NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto: Adriana Costa, Belisanda Cavaleiro, Carmo Pacheco, Conceição Aguiar, Fernando Fangueiro, Helena Queirós, João Ferreira, José Fróis, José Gabriel, Luís Pacheco, Luís Ramos, Manuel Friães, Márcia Santos, Margarida Luz, Paula Silva, Rogério Pinto, Vasco Ferreira e Teresa Ruiz e Cláudia Bastos (off) e a colaboração de Catarina Bettencourt/Farmácia Barreiros

Com textos originais de Isabel do Carmo, excertos de “Os Lusíadas” de Luiz Vaz de Camões e músicas tradicionais portuguesas.


BIOMÉTRICOS PARQUE

Conceção Plástica: Inês de Carvalho
Relato: Fernando Eurico/Antena 1
Comentários
: Jorge Palinhos

O projeto "Biométricos" estreou no dia 17 de maio e esteve disponível ao público até dia 1 de junho de 2014, em três calendários e espaços diferentes: Biométricos Rua - de 17 de maio a 1 de junho no centro do Porto, com partida do Espaço Montepio; Biométricos Mira - dia 24 de maio no Espaço Mira; Biométricos Parque - dias 31 de maio e 1 de junho no "Serralves em Festa 2014" (jardins de Serralves)


 

Última modificação em Quarta, 12 Novembro 2014 14:29

“Opera fiXi” designa a ópera em bicicleta dirigida por Kaffe Matthews, e realizada para a cidade do Porto em colaboração com o

Visões Úteis e integrando a programação do "Serralves em Festa" 2013
.



Fala dum tempo e dum lugar em que os pescadores são mulheres e as sereias são homens. Em que os ‘sereios’ têm seios, cabelos de algas e tocam harpas feitas com linhas de pesca e as raparigas ‘pescadoras’ usam fatos de pele de peixe quando saem para o mar, cantando canções na frequência do coração humano (298.5Hz), convidando os peixes machos para as suas enormes redes tecidas com os seus cabelos e vinhas.
Os conteúdos de "Opera fiXi" inspiraram-se na pesca contemporânea, no rio Douro e na qualidade da sua água, na duração de uma jornada de pesca durante a noite e na poluição do rio que determina a taxa de mudança de sexo dos peixes.

O público dirigia-se à loja designada na Ribeira do Porto e era convidado a, gratuitamente, pedalar para ouvir a obra que se ia desdobrando ao longo da marginal do rio até ao farol, e de volta à loja. Um sistema único de localização identificava a posição do ciclista e as respetivas camadas de música de cada ponto do seu percurso.

O Visões Úteis colaborou com Kaffe Matthews na definição do percurso e da dramaturgia de "Opera fiXi", bem como na escrita das letras, na interpretação e na tradução de conteúdos entre português e inglês. Para além da equipa artística do Visões Úteis, "Opera fiXi" contou com a colaboração de um vasto leque de entidades, músicos e vozes.

O percurso de "Opera fiXi" tinha uma duração máxima aproximada de 1h30.

 

Opera fiXi:

Realizado com software baseado em localização desenvolvido por Dave Griffiths.

Bicicletas sónicas desenhadas por Kaffe Matthews e produzidas por timelab 2012.

Canções e música de Kaffe Matthews excepto as canções das ‘pescadoras’ que são adaptações de música tradicional portuguesa e escocesa.

Letras de Matthews, Carlos Costa e Ana Vitorino.


Vozes (por ordem)
:

Coro de raparigas 'pescadoras'/NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto): Cláudia Bastos, Helena Queirós, Márcia Santos, Paula Silva, Teresa Ruiz.

Coro da poluição/Instituto ORFF do Porto: Inês, João, Jorge, Luis, Manuel, Leonor, Vicente, Daniel.

Avatar: Ana Vitorino

Data Rapper: Nuno Moura

Coro de ‘pescadoras’/ Grupo Coral da Afurada: Rosa Maria, Maria José, Maria de Fátima, Fátima Ferreirinha, Sara Moreira, Emília Alda.

Capitão: Rui Rodrigues

Seis peixes machos: Carlos Costa, João Martins, Arsélio Martins, Pedro Carreira, Emanuel Costa, Vitorino Neves

Rapper: André Neves

Amantes: Fátima Almeida, Mário Moutinho

Poeta de rua: Adolfo Luxúria Canibal


Músicos:

Angelica Vázquez Salvi: harpa

João Martins: saxofones soprano e baixo, ‘laptop’ acústico

Kaffe Matthews: processamento electroacústico, contratear e gravações de campo.

Arranjos adicionais nos raps: Pedro Augusto


Tradutores: Ana Vitorino, Carlos Costa, João Martins


Agradecimentos
: Gustavo e Patrícia: Sonoscopia, Mário Azevedo, Pedro Vieira, Ricardo Rodrigues, Ricardo Organista, Ana Coutinho, Henrique Fernandes, João Vitorino, Alzira Matos, Senhor Domingos


Produção: Fundação de Serralves

 

"Opera fiXi" estreou no Porto (Ribeira) a 25 de maio de 2013, integrando a programação do "Serralves em Festa" 2013. Esteve disponível ao público até 23 de junho.

Última modificação em Sexta, 03 Janeiro 2014 16:49
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Secretário de Estado da CulturaDireção Geral das Artes

O Visões Úteis é membro de

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