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Espectáculos

“Agora ficaste a saber o que existia para além de ti.”

A útima produção da trilogia da punição foi trabalhada no âmbito do nosso Projecto Liberdades– levar teatro aos estabelecimentos prisionais. Escolhemos este texto para as prisões porque gostamos de Kafka, por ser o mais autobiográfico dos textos do autor e por tratar de prisões, não as de quatro paredes mas as que estão dentro de nós. Aquelas que às vezes são para toda a vida, de onde nem sempre há fuga possível nem data de libertação. Este espectáculo marcou também o início de uma forma de trabalhar, principalmente ao nível da direcção e dramaturgia, que é talvez a que melhor nos completa, nos faz crescer e ter prazer.

Criada no âmbito do Projecto Liberdades
Estreou a 19 de Julho de 1999 no Estabelecimento Prisional de Vila Real. Foi apresentada e 30 estabelecimentos prisionais e "cá fora", além do Porto, foi apresentado em Aveiro, Viana do Castelo, Ermelo, Lamas d’Olo, Macedo de Cavaleiros, Lisboa, Coimbra, Carrazeda de Ansiães, Pombal de Ansiães, Alfândega da Fé, Vila Flor e Estarreja num total de cerca de 60 apresentações.

texto
Franz Kafka

tradução
Maria Helena Guimarães

revisão da tradução
Gonçalo Vilas-Boas

adaptação, dramaturgia e concepção do espectáculo
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

cenografia
Pelicano e Pelicano

construção do cenário
Luís Baptista

figurinos
Miguel Barros

confecção
Maria Rosa

banda sonora original
Albrecht Loops

fotografia
Susana Paiva

grafismo
Vitor Azevedo/DeC

operação de som
João Martins/António Pedro Soares/Ana Vitorino

interpretação
Carlos Costa e Pedro Carreira

coordenação de produção e produção executiva
Ada Pereira da Silva

secretariado
Ágata Marques Fino

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:10

“Simulando a alegria”

Na terceira vez que trabalhámos com o João Paulo Seara Cardoso decidimos que o texto que escolhêssemos serviria como base para dele tirarmos só o que quiséssemos, que iríamos ter uma liberdade total de jogar com ele, de o estralhaçar, pintar, cantar, tudo!
Escolhemos o poeta Al Berto e das suas palavras escritas mostrámos não como se lêem mas o que nos fazem sentir e que ambientes despertaram em nós.
Criámos uma feira de quartos na noite da cidade do mundo. Simulámo-nos. Simulámos Al Berto.

Co-produção com o Centro Cultural de Belém.
Estreou a 18 de Fevereiro de 1999 no Balleteatro Auditório no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Lisboa e Beja num total de 15 apresentações.

textos
Al Berto

encenação e dramaturgia
João Paulo Seara Cardoso

cenografia
João Paulo Seara Cardoso e Eduardo Loio

figurinos
Judite Oliveira

música original
Albrecht Loops

música adicional
The Doors e Nick Cave & The Bad Seeds

desenho de luz
António Real

fotografia
Susana Paiva

vídeo
Nuno Diogo

design gráfico
Vitor Azevedo/DeC

construção de cenário
Luís Batista

construção de mobiliário
Paulo Custódio A. Santos

operação de luz
António Pedro Soares/Ada Pereira da Silva

operação de som
Albrecht Loops/António Pedro Soares

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Fernandes, Pedro Carreira e Eduardo Loio

coordenação de produção e produção executiva
Ada Pereira da Silva

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:10

“Sr. Samsa! Então?
O que é que se passa?”

No final de 1998 trabalhámos ao ritmo de Kafka num escritório: ao ritmo do relógio, naquela que foi até hoje a nossa produção mais complexa. Foi um prazer ver como profissionais como o José Wallenstein, o Jorge Ribeiro e a Vera Castro se conseguiram adaptar aos poucos meios de que dispúnhamos e sempre com brio e perfeccionismo se mantiveram fieis a uma ideia artística de grande produção.

Estreou a 19 de Novembro de 1998 no Auditório Nacional Carlos Alberto no Porto onde teve 9 apresentações.

texto
Franz Kafka

tradução
Gabriela Fragoso

encenação e adaptação
José Wallenstein

cenografia e figurinos
Vera Castro

música e desenho de som
Albrecht Loops

desenho de luz
Jorge Ribeiro

fotografia
Limamil

realização vídeo
Limamil e Alberto Fernandes

adereços
João Calvário e Eduardo Loio

construção de cenário
Luís Batista

construção de mobiliário
Paulo Custódio Almeida Santos

confecção de figurinos
Branca Elísio

gravação voz off
SomNorte

concepção de material gráfico
Eduardo Loio

fotografia do cartaz
Limamil

design gráfico
DeC

direcção de cena
Eduardo Loio

operação de som
Nuno Aragão (ANCA) e Serafim Ribeiro

operação de luz
José Rodrigues (ANCA)

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Martins, Jorge Paupério, Martinho Silva, Paulo Rodrigues e Pedro Carreira

voz off
Ada Pereira da Silva e José Wallenstein

vídeo
Ada Pereira da Silva

coordenação e produção executiva
Ada Pereira da Silva

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:10

“Trata-se de uma máquina muito especial.”

Com este espectáculo iniciámos a Trilogia da Punição de Kafka e quisemos fazer uma segunda tentativa de criação colectiva. No meio de muito ruído surgiu a luz ao fundo do túnel e criámos um espectáculo sem rede em cima de andaimes. A partir de uma ideia plástica surgiu o resto. Não havia cenário, havia a Máquina. Não havia público, havia os visitantes da Colónia Penal do Kafka. Foi como dar vida a algo que vivia de nós, se alimentava de nós e que tinha vida para além de nós. A ideia da criação colectiva deu os seus frutos e ficámos com a certeza que era por aí que queríamos ir, que uma criação colectiva pode não ser uma soma de ideias mas sim o confronto de vontades do qual nasce a ideia em si. A Máquina pode não ter sido o espectáculo ideal mas foi com certeza um dos motores de uma forma de estar no Visões Úteis.

Estreou a 7 de Julho de 1998 no Mosteiro de São Bento da Vitória no Porto onde teve 35 apresentações.

textos
Franz Kafka

Criação colectiva de
Albrecht Loops, Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Fernandes, Eduardo Loio, Laia Oms, Limamil, Lucinda Gomes, Nuno Diogo e Pedro Carreira.

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:09
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