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"Romance da Última Cruzada" / Foto: Visões Úteis

 

"Mas aquilo não era um filme, era a realidade, eram homens a sério numa guerra a sério. E a realidade é muito mais desorganizada do que um filme."

“Romance da Última Cruzada” é a segunda criação original do Visões Úteis em 2016, um ano dedicado ao eixo temático “Biografias”. Inspirado pelos diferentes modos de representar as experiências de guerra ao longo dos tempos, o espetáculo reflete sobre a forma como a representação da biografia condiciona a própria construção da memória e da identidade.

Nesta “cruzada” não se busca a verdade histórica ou qualquer tipo de redenção para a (aparentemente) inevitável atração humana pelo conflito. Antes se viaja por testemunhos, ficções, documentos biográficos e manuais de guerra, tentando desvendar a verdade sobre o momento retratado numa imagem fotográfica: a de um soldado caído em circunstâncias desconhecidas, um homem que parece lançar um apelo dramático a quem pousar nele o olhar.

Em “Romance da Última Cruzada” seguimos as fascinantes nuances que determinam a sedimentação da memória individual e da própria História, sublinhando coincidências biográficas, mas também as divergências entre os factos relatados a partir da memória individual e os que ficaram marcados na memória coletiva.

Do “Romance” de Vivian Gilbert – ator que combateu na Primeira Guerra Mundial e mais tarde se dedicou a representar a sua própria experiência –, a que o espetáculo vai beber o nome, ao Manual de Recrutamento do Estado Islâmico, dos Romances de Cavalaria às “personagens reais” do jogo “Call of Duty”, aqui se encontram (e constroem em tempo real) os retratos de muitos momentos e vidas.
Verosímeis? Talvez. Apaixonantes? Certamente!

“Romance da Última Cruzada” é uma criação original de Ana Vitorino e Carlos Costa e uma coprodução Visões Úteis / Teatro Académico de Gil Vicente / Teatro Municipal de Vila Real. O espetáculo estreou a 16 de novembro de 2016 no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra.


Duração:
70 minutos
Classificação etária: M12


 


"Romance da Última Cruzada"

Texto e Direção
Ana Vitorino e Carlos Costa

Conceção Plástica

Inês de Carvalho

Banda Sonora Original, Canção e Sonoplastia

João Martins

Desenho de Luz

Pedro Correia

Fotografia

Paulo Pimenta 

Soldado na fotografia

Daniel Gavina

Interpretação

Ana Vitorino, Carlos Costa e Inês de Carvalho

Produção Executiva

Sandra Carneiro

Coprodução

Visões Úteis / Teatro Académico de Gil Vicente / Teatro Municipal de Vila Real


"Romance da Última Cuzada"
estreou a 16 de novembro de 2016 no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra.  De seguida apresentou-se no Armazém 22, em Gaia, de 7 a 20 de novembro e, já em dezembro de 2016, na Casa da Cultura de Setúbal
Em 2017 o espetáculo apesentou-se no Teatro Municipal de Vila Real e, no âmbito da Mostra de Teatro Documental "Outras Vozes, Outra Gente" promovida pela Cooperativa Hermes, em Mortágua, Condeixa e Arganil.

Continua disponível para itinerância.


Vídeo relacionado

Última modificação em Terça, 15 Agosto 2017 22:29

"Yuck Factor" Design: João Guedes / TNSJ



"Hoje em dia é tudo muito rápido. Apegamo-nos muito depressa uns aos outros."

 

Estreia este mês no Porto a nossa nova criação original: "Yuck Factor", um espetáculo que propõe um menú com comida e repugnância, em doses (provavelmente) superiores às diárias recomendadas!

Em "Yuck Factor" seguimos o trabalho de uma peculiar equipa, que prepara e leva a cabo um evento adequado a convidados de todos os tipos e nacionalidades.
Uma oportunidade para esclarecer e transmitir as regras e procedimentos determinantes para uma reunião bem sucedida. Mas também para refletir sobre a Europa de hoje, a frágil construção da nossa identidade comum e os perigos da crescente intolerância.

Espetáculo para maiores de 16 / Duração aproximada: 1h30
 


PORTO: Teatro Carlos Alberto
Data: de 25 a 29 de novembro
Horário: 21h (4ª a sáb) / 16h (dom)

OVAR: Centro de Arte
Data: 12 de dezembro
Horário: 22h

texto e direção Ana Vitorino, Carlos Costa cenografia e figurinos Inês de Carvalho banda sonora original e sonoplastia João Martins com voz de Rita Camões desenho de luz José Carlos Gomes cocriação Ainhoa Hevia Uria, Cristóvão Carvalheiro coordenação de produção Marina Freitas interpretação Ainhoa Hevia Uria, Ana Vitorino, Carlos Costa, Cristóvão Carvalheiro coprodução Visões Úteis, Centro de Arte de Ovar acolhimento Teatro Nacional São João apoio ICEL

Última modificação em Terça, 10 Janeiro 2017 15:07

"trans/missão" Design: João Martins Foto: Paulo Pimenta

                                                                                                 Design: João Martins Foto: Paulo Pimenta


"Era após Era, de Messias em Messias, ora o nariz empinado, ora a cabeça baixa. Mas sempre em rebanho. Cá vamos indo, não é?"


Sinopse


Em "trans/missão" um músico e um dramaturgo abrem ao público o seu processo de trabalho numa ópera que se pretende revolucionária: uma criação que questiona precisamente as dificuldades de organização e mobilização dos coletivos - seja uma equipa artística, uma comunidade ou todo um povo... de que o português é um especial bom exemplo.
Mas, ao longo desta apresentação pública, torna-se evidente a própria dificuldade de colaboração entre os dois artistas, que entram numa rota de colisão que ameaça destruir todo o projeto!

  

"trans/missão" é um espetáculo híbrido, que junta música e teatro, e onde o processo colaborativo artístico é utilizado como espelho das marcas de uma identidade nacional, que parece estar fadada à não-inscrição e à dificuldade de mobilização.  Partindo do diagnóstico traçado por obras como "Portugal Hoje, o Medo de Existir" de José Gil, a peça explora com humor a tensão entre o pensar e o agir, e a nossa aparente incapacidade de passar dos diagnósticos à mudança concreta.

"trans/missão" é uma coprodução Visões Úteis / Teatro Municipal do Porto e contou ainda, no seu processo de criação, com uma série de parcerias e colaborações muito especiais, nas áreas da Música (NEFUP, Sonoscopia, Porta-Jazz, Ensemble Super Moderne) Fotografia (Paulo Pimenta e Fotógrafos convidados pelo Mira Forum) e Sociologia (Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto).


Texto e Direção
Ana Vitorino, Carlos Costa, João Martins

Banda sonora original e Sonoplastia

João Martins  

Fotografia
Paulo Pimenta
e Acúrcio Moniz, Adelino Marques, Antonieta Monteiro, Celso Rocha, Cláudia Fernandes, Dania Marques, Joana Gaio, João Hernâni Tavares, José Manuel Esteves, Luisa Malheiro Rodrigues, Manuela Matos Monteiro, Manuela Vaz António Gonçalves e Salomé Carvalho (Mira Forum com curadoria de Manuela Matos Monteiro)

 Ilustração para tatuagem
Pedro Oliveira

 Ilustração e Modelos em papel
Cláudia Escaleira
 

Kit eletrónico
Ricardo Lameiro
 

Interpretação
Carlos Costa e João Martins
e ainda (em off) Ana Azevedo, Arsélio Martins, Cristóvão Carvalheiro, Inês Carreira, Isabel Damião, João Mendonça, João Ricardo, José Carlos Coelho, Pedro Carreira, Mariana Martins, Marina Freitas, Sara Fernandes

Colaborações musicais
Sonoscopia: Alberto Lopes, Gustavo Costa, Henrique Fernandes e João Ricardo

Ensemble Super Moderne: José Soares - sax alto; José Pedro Coelho - sax tenor; Rui Teixeira - sax barítono, clarinete baixo; Paulo Perfeito - trombone; Eurico Costa - guitarra; Carlos Azevedo - piano; Miguel Ângelo - contrabaixo; Mário Costa - bateria, percussão;

NEFUP: Adelaide Soares, Adelino Geraço, Adriana Costa, Armanda Sousa, Armando Dourado, Belisanda Cavaleiro, Bruno Costa, Carlos Cal Brandão, Carmo Pacheco, Cláudia Monteiro, Conceição Aguiar, Fátima Teixeira, Fernando Fangueiro, Filomena Teixeira, Helena Queirós, Inês Loureiro, Isabel Reis, Joana Paulo, João Dias, Joaquim Reis, Jorge Alçada, José Ferreira, José Fróis, José Gabriel, Lígia Milheiro, Luís Monteiro, Luis Pacheco, Luís Ramos, Mafalda Pinto, Manuel Friães, Marcelino Couto, Márcia Santos, Margarida Luz, Maria José Rocha, Paula Silva, Rita Pacheco, Rita Sousa, Rogério Pinto, Silvério Meireles, Teresa Ruiz, Vasco Ferreira

O texto inclui citações de Álvaro Cunhal, Anónimo com username Argala, Che Guevara, Ho Chi Minh, Isabel do Carmo, John Perry Barlow, José Gil, Manuel António Pina, Nelson Mandela, Susan George, The Mentor
A banda sonora inclui as citações “Cantiga sem Maneiras” de José Mário Branco/GAC, “Nós de cá e Vós de lá” tradicional de Arouca e “A Internacional” de Pierre De Geyter

Coordenação de produção
Marina Freitas

Coprodução
Visões Úteis / Teatro Municipal do Porto

Parcerias
Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Mira Forum, NEFUP- Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto, Porta-Jazz, Sonoscopia, Teatro de Ferro


"trans/missão"
estreou a 21 de maio de 2015 no Teatro Municipal do Porto / Rivoli - Auditório Isabel Alves Costa onde esteve em cena até dia 24 de maio. A 26 de junho fez mais uma apresentação no Porto, desta feita no Espaço Mira Forum (Campanhã).
Desde então o espetáculo apresentou-se em Setúbal, Praia de Mira, Aveiro, Lanheses, Paredes de Coura, Barcelos, Coimbra e Vila Real.
Em 2017,
no âmbito do projeto "Reclaim the Future", o espetáculo foi adaptado na Suécia pela companhia Teatermaskinen, estreando a 20 de junho; esta versão foi ainda apesentada em língua inglesa no Porto a 14 de julho aquando do evento português de "Reclaim the Future" - "Exige o Futuro"

Continua disponível para itinerância.

Vídeo relacionado

Última modificação em Terça, 15 Agosto 2017 22:20

"Biodegradáveis" Design: Joana Moteiro e Paul Hardman

                                                                                                                 design: Joana Monteiro e Paul Hardman

 

"Temos de nos abrigar. O que vem aí é muito mau. É muito pior do que isto."

 


Sinopse

:
"Biodegradáveis"
- uma coprodução com o Teatro Nacional São João, com a colaboração dos laboratórios Grupo 3B’s (Universidade do Minho) e IPATIMUP (Universidade do Porto)

Uma reflexão sobre os efeitos da passagem do tempo sobre os corpos, o modo como lidamos com a nossa finitude, enquanto homens e enquanto espécie, e a influência dos avanços tecnológicos e científicos na forma como nos vemos e nos definimos (e redefinimos) enquanto humanos.

"Biodegradáveis" parte de uma reflexão em torno dos limites da Biologia humana e do contacto próximo com investigadores científicos, para chegar, com uma saudável dose de humor à mistura, a uma celebração da contínua renovação da vida.

"A transformação em palco, seja de veteranos, seja de jovens, famosos ou desconhecidos, não cessa de deslumbrar. A actuação é pessoal, ao ponto de confundir o espectador sobre os limites convencionais da ficção e realidade, como não pode deixar de ser sempre que a actuação é boa."   Jorge Louraço Figueira in Jornal Público


Biodegradáveis
45ª criação Visões Úteis

texto e direção
Ana Vitorino, Carlos Costa

cenografia e figurinos
Inês de Carvalho

banda sonora original, sonoplastia, grafismos e vídeo
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho

cocriação
Catarina Ribeiro Santos e Cristóvão Carvalheiro (Porta 27)

coordenação de produção
Marina Freitas

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa
, Catarina Ribeiro Santos, Cristóvão Carvalheiro

coprodução
Visões Úteis, TNSJ

colaboração
Ipatimup – Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, Grupo 3B’s - Biomateriais, Biodegradáveis e Biomiméticos da Universidade do Minho

apoio
Adão Oculistas, Ornimundo

duração aproximada
1h30

classificação etária
M/16 anos

"Biodegradáveis" estreou a 6 de novembro de 2014 no Teatro Carlos Alberto (Porto), onde esteve em cena até dia 16. Continua disponível para itinerância.

Vídeo relacionado

Última modificação em Segunda, 31 Agosto 2015 15:47
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