Visões Úteis

  • Aumentar o tamanho da fonte
  • Tamanho padrão da fonte
  • Diminuir tamanho da fonte
Home Visões Úteis
Visões Úteis

Visões Úteis (406)

Categorias secundárias

Artistas Associados

Artistas Associados (12)

O Visões Úteis acolhe, em programas bienais, artistas performativos emergentes e artistas performativos próximos da reforma, numa associação em que pretendemos reforçar laços de solidariedade inter-geracional e partilhar os nossos recursos, práticas e experiências em termos de produção. A condição de Artista Associado ao Visões Úteis permite beneficiar de apoios muito variados. A associação de artistas promove a confiança entre agentes do espectáculo, o trabalho em rede e o desenvolvimento profissional e artístico das Artes Performativas a nível local.

Ver artigos...

A Companhia Erva Daninha surge no ano de 2006 e instala-se na Fábrica da Rua da Alegria (Porto), espaço cedido pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo. Nasce de uma vontade de explorar as técnicas teatrais físicas em cruzamento com outras áreas artísticas como o circo, a música, as artes plásticas e tecnológicas seguindo uma estética contemporânea.

Membros permanentes:
Ana Vargas
, Gilberto Oliveira, Julieta Guimarães, Romeu Guimarães e Vasco Gomes.

Criações anteriores:
Fio Prumo (2009), Trinspira (2009), Noites Brancas (2008), Um acordar cinzento e cheio de sono (2008), Uma história qualquer (2007), Casa de banho (2006).

 

Noites Brancas, Erva Daninha

www.companhiaervadaninha.blogspot.com

Última modificação em Terça, 20 Julho 2010 00:53

O Visões Úteis foi fundado no Porto em 1994, por um grupo de pessoas que, anos antes, se tinha cruzado na Universidade de Coimbra e em particular num grupo de teatro universitário: o CITAC – Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra.

Esta matriz informal dá origem, já no Visões Úteis, a um primeiro ciclo de trabalho, entre 1994 e 1999, visando a absorção das mais diversas influências, em que é  central a aposta em encenadores convidados (Paulo Lisboa, Paulo Castro, Carlos Curto, João Paulo Seara Cardoso, António Feio, Diogo Dória e José Wallenstein), levando à cena um vasto leque de autores como Genet, José Gomes Ferreira, Dostoievski, Ionesco, Gregory Motton, Beckett, Kafka ou Al Berto, e colaborando com os principais programadores da época como a Culturgest, o Centro Cultural de Belém e o Teatro Nacional de São João.

Entre 1999 e 2008, poderemos apontar um segundo ciclo de trabalho, orientado pela necessidade de pesquisa e laboratório. Predominam então os trabalhos dirigidos pelos responsáveis artísticos da companhia e a criação dramatúrgica ganha especial relevo. Neste período destaca-se a abordagem a autores como Kafka, Tonino Guerra, Tchekov, Pirandello, Gregory Motton, Bohumil Hrabal, Ibsen, Juan José Millàs, Gemma Rodriguèz, bem como a regular edição dos textos produzidos. Mas importa salientar, sobretudo, a crescente importância de espectáculos completamente originais e de uma metodologia de escrita de cena que se vai sedimentando ao longo da década

Desde a fundação que a actividade se desdobrou em diversos projectos, paralelos à criação e itinerância de espectáculos de teatro, que desde sempre traduziram o desejo de confronto com outras áreas artísticas– através da organização de encontros de criadores e da produção de exposições e concertos– e com públicos distantes da produção artística– apresentação de espectáculos em estabelecimentos prisionais, em pequenas localidades do interior e em diferentes espaços urbanos, trabalho com crianças e jovens de áreas carenciadas e com público escolar. Esta diversificação passou também pelo rápido enquadramento dos novos processos digitais de criação, organização e difusão de conteúdos, pelo início da criação em áreas transdisciplinares e pelo progressivo desejo de internacionalização.

Em 2001 o Visões Úteis recebeu a Medalha de Ouro de Mérito Cultural da Cidade do Porto, em reconhecimento da sua acção artística junto de públicos diversificados; E no mesmo ano deslocou-se ao Parlamento Europeu, onde apresentou, a convite da Comissão de Cultura, uma comunicação sobre o seu percurso pessoal em articulação com uma ideia de cultura e acesso à cultura na Europa.

Entretanto, e a partir de 2001, o projecto artístico alargou-se progressivamente a trabalhos sobre a paisagem urbana que têm conhecido uma progressiva internacionalização, nomeadamente através de parcerias com instituições prestigiadas de Espanha, França e Itália. E, ao longo da década, os trabalhos sobre a paisagem urbana começaram também a abrir caminho para processos de criação no âmbito da arte comunitária que têm sido acompanhados por um crescente reconhecimento da crítica e dos públicos, sempre em companhia de instituições como o Teatro Nacional de São João ou o Teatro Nacional Dona Maria II.

A partir de 2009, e com a mudança de instalações para a Fábrica Social, a equipa permanente cresce de forma a permitir um trabalho quotidiano cada vez mais estruturado e dinâmico. Esta situação apresenta-se hoje como um convite a novas formas de organização dos processos criativos (numa multiplicação de oportunidades para todos os criadores envolvidos), a uma acrescida capacidade de produção e a um envolvimento permanente com a comunidade.

Hoje o Visões Úteis é um projecto artístico marcadamente de autor que se produz a si próprio, um projecto pluridisciplinar, com uma direcção partilhada e assente em metodologias de trabalho colaborativas que convocam uma especial participação de toda a equipa artística; Metodologias que corporizam os novos paradigmas das artes performativas na Europa e nos Estados Unidos da América, e a que normalmente se associa, em Portugal, a designação de “colectivo Visões Úteis”.

No Visões Úteis o projeto estético continua a crescer em sintonia com uma forte motivação ética– poderemos mesmo dizer política–  numa constante reflexão acerca do sentido contemporâneo de fazer arte e teatro, que quotidianamente marca as opções de trabalho e agudiza a consciência da responsabilidade social e política para com as comunidades envolventes. Consciência esta que hoje exige a presença permanente de um Serviço Educativo, um espaço onde as metodologias de trabalho da arte contemporânea possam também ser ferramentas de reflexão e autonomia da população em geral, e em particular de todos aqueles que vivem nas periferias, sejam estas de geografia, género, geração, cultura ou etnia.

O núcleo do Visões Úteis é a criação artística, mas a sua atividade espalha-se também por outros domínios como a programação (através da associação de artistas juniores e seniores), a circulação nacional e internacional, a edição (digital, em livro e em DVD), o desenvolvimento de públicos (através do referido Serviço Educativo), a investigação (através de parcerias com Universidades e centros de investigação cientifica creditados) e a formação da equipa. 

Direção Artística é de Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins que, através dos seus ricos e transversais percursos de formação e experiência, garantem a pluridisciplinaridade e transversalidade de um projecto artístico que, até ao final de 2017 criou e produziu 42 espetáculos de teatro, 11 trabalhos na área da Arte na Paisagem e cinco festivais/encontros de criadores.

Visões Úteis é membro da PLATEIA – Associação de Profissionais das Artes Cénicas, do IETM – International Network for Contemporary Performing Arts e da Fundação Anna Lindh.

Visões Úteis é uma estrutura financiada pela Direcção Geral das Artes do Governo de Portugal.

Como se financia o Visões Úteis?

Visões Úteis é financiado pelo Estado Português através da Direção Geral das Artes. Este financiamento é vital para o desenvolvimento da nossa actividade e representa cerca de 50% do nosso orçamento anual. O Estado Português financia a criação artística por a considerar um bem público, tal como a saúde, a educação, o ambiente, a agricultura, a segurança ou a defesa nacional. E o financiamento dos bens públicos permite o seu desenvolvimento sem o constrangimento da lógica dos mercados. Isto permite, no caso da criação artística, que esta evolua num permanente gesto crítico do mundo e de forma acessível à generalidade da população. Basicamente o Visões Úteis é um privado que exerce, do ponto de vista das finanças públicas, uma actividade semelhante à de uma universidade, hospital ou força policial.

Os restantes 50% das receitas do Visões Úteis tem origens muito diversas, a saber:

  • Coproduções: Entidades nacionais e estrangeiras que decidem, antecipadamente, suportar parte (eventualmente a totalidade) do custo de um projecto. Podemos aqui encontrar teatros, fundações, federações, instituições de ensino, municípios e até a a União Europeia (programas Europa Criativa e Erasmus +) num cruzamento complexo de (mais) capital público e privado. Mas sempre justificado pelo cruzamento dos objectivos dessas entidades com os do Visões Úteis.

  • Vendas: Uma situação relativamente simples em que uma entidade (pública ou privada) compra um espectáculo/actividade do Visões Úteis porque o deseja apresentar ao seu público. Pode ser uma entidade que programa regularmente (um teatro municipal ou um Festival, por exemplo), pontualmente (uma instituição de ensino ou município, por exemplo) ou mesmo esporadicamente (um evento avulso ou até mesmo, e a título completamente particular, uma pessoa em nome individual, por exemplo). Pelo que se vê, também aqui se cruzam dinheiros públicos e privados.

  • Apoios: Trata-se, essencialmente, de entidades privadas que prestam serviços gratuitamente ou oferecem/emprestam produtos. Isto a troco da menção pública do referido apoio. Estas entidades optam por este envolvimento, essencialmente, por considerarem que o mesmo beneficia a sua imagem.

  • Mecenato: A cultura empresarial e o regime fiscal vigente não facilitam o funcionamento deste tipo de financiamento (pelo menos à escala em que se desenvolvem os nossos projetos, relativamente pequena). Ainda assim podemos apontar um recente caso de sucesso, no âmbito de um projeto de aplicação das artes à Terapêutica do Síndroma de Asperger.

  • Outras receitas: Incluem-se aqui as receitas de bilheteira, as propinas dos cursos do nosso Serviço Educativo, a venda de publicações e merchandising e alguma eventual prestação de serviços relacionada com as competências/recursos próprios da nossa equipa (aluguer de material, formação etc). Naturalmente, e considerando o esforço já feito pelos cidadãos/contribuintes no financiamento do  serviço público de que somos agentes, as possibilidades de crescimento deste item são auto-limitadas, não se aplicando aqui a lógica pela qual se guiam os agentes ou entidades de cariz comercial.

 

Quem controla a nossa gestão do dinheiro público (o seu dinheiro)?

Anualmente o Visões Úteis elabora relatórios (intercalares e finais) de actividades e contas para a Direção Geral das Artes. E o nosso trabalho é fiscalizado de perto pela Direção Regional de Cultura do Norte (e por uma Comissão de Acompanhamento) que garante que a nossa actividade cumpre o acordado com o Estado, nos termos dos respectivos concursos públicos e contratos.

As demais contratações, nomeadamente com entidades públicas, são também sujeitas a contratos, relatórios e prestação de contas e dependem, em grande parte dos casos, da comprovação de situação regularizada perante finanças e segurança social.

A Contabilidade do Visões Úteis é organizada nos termos legais por uma empresa do sector (a SSC, Gestão e Contabilidade) Todos os movimentos são documentados e susceptíveis de verificação pelas entidades competentes.

O Visões Úteis, em termos jurídicos, é uma Associação Cultural de Direito Privado e sem fins lucrativos. E está, nos termos legais, isento de IRC e IVA. Em termos práticos - e no que diz respeito ao IVA - o Visões Úteis é um consumidor final, suportando o imposto sem direito a qualquer devolução sempre que compra; mas não faturando imposto quando vende.

O Visões Úteis é uma Pessoa Colectiva de Utilidade Pública nos termos do Despacho nº11156/2010 de 25 de Junho de 2010 do Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, publicado em Diário de República, 2ª série - Nº131 - a 8 de Julho de 2010.

O Visões Úteis tem a sua situação regularizada com o Fisco e com a Segurança Social e cumpre a lei laboral, celebrando contratos de trabalho nos termos da legislação em vigor.

 

Quer apoiar a actividade do Visões Úteis?

Antes de o fazer deve lembrar-se que já a apoia através dos impostos que paga e que pode prolongar esse esforço simplesmente através da compra, por exemplo, de um bilhete.

E se pretender participar ainda mais na nossa atividade poderá - na sua declaração de IRS - consignar 0,5% dos impostos que paga para apoiar a nossa atividade. Desse modo estará a coproduzir diretamente o nosso plano de atividade. Para isso basta que na declaração, na folha de Rosto do Modelo 3, preencha o quadro 11 e no campo 1103 coloque o nosso NIF 503 285 315. Mas não deixe de recordar que são imensas e notáveis as entidades a quem pode consignar 0,5% do seu IRS; falamos não só de organizações do setor cultural mas também de organizações ligadas à saúde, direitos humanos, ambiente etc... portanto pense duas vezes antes de inserir um NIF para consignação.

Entretanto, se pretender mesmo tornar-se um mecenas do Visões Úteis , deverá contactar-nos para discutirmos a melhor forma de o fazer e o respetivo enquadramento fiscal.

Em Outubro e Novembro este monólogo a partir de Juan José Millàs e interpretado por Pedro Carreira estará em cena em Coimbra, Castelo Branco, Gouveia e Porto

Hoje às 21h30 estamos na Oficina Municipal de Teatro em Coimbra.
Quarta, 14 Abril 2010 03:24

Muna no Teatro Helena Sá e Costa

Escrito por
MUNA aterra novamente no Porto!

MUNA, o estranho mundo que o Visões Úteis criou em 2008, em colaboração com os Teatros Nacionais S. João (18 a 29 de Junho de 2008: Teatro Carlos Alberto no Porto) e Dona Maria II (14 a 26 de Outubro de 2008: Sala Estúdio do Teatro Nacional D. Maria II em Lisboa), está de regresso ao Porto.

As crianças poderão iniciar a viagem já hoje mas
os adultos ainda terão que esperar até sexta-feira.






De 19 a 24 Outubro no Teatro Helena Sá e Costa
Versão para Infância [M4]

e
Versão para Adultos [M12]

Reservas 225189982 / 225189983


Horários
Seg a Sex (p/ escolas)
10h30 + 15h00 [M4]

Sex
21h30 [M12]

Sáb
16h30 [M4] | 21h30[M12]



Quarta, 14 Abril 2010 03:24

Visões Úteis na FBAUP

Escrito por


Hoje, Quinta-feira 29, às 17h estaremos na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto para uma conversa sobre o trabalho que o Visões Úteis tem desenvolvido em torno do espaço público.

A conversa está integrada no âmbito do Mestrado em Arte e Design para o Espaço Público e centra-se nos audio-walks que realizámos e no projecto "À volta da Batalha" que estamos actualmente a desenvolver.




Durante todo o mês de Novembro estará patente no Espaço Gesto, no Porto, uma instalação plástica e sonora inspirada pelo audio-walk que o Visões Úteis criou para a Cidade da Cultura da Galiza - "Os Ossos de que é feita a Pedra".

Esta instalação tem inauguração marcada para esta noite, 31 de Outubro, e é precedida, às 23h, pela projecção do vídeo "Os Ossos de que é feita a Pedra", inspirado neste audio-walk, da autoria do realizador italiano Michele Putortì.

Contaremos ainda com uma actuação especial da banda galega "504", cujos músicos colaboraram na banda sonora do audio-walk.



ESPAÇO GESTO
31 Outubro 2009
23h Estreia em Portugal do vídeo de Michele Putortì
24h Inauguração da instalação em exibição até 30 de Novembro (Seg a Sáb)

GESTO
Cooperativa Cultural
R. Cândido dos Reis, 64
Porto





Quarta, 14 Abril 2010 03:24

O Visões Úteis na Escola de Gestão do Porto!

Escrito por

O Visões Úteis estará amanhã na EGP – Escola de Gestão da Universidade do Porto pelas 17h para juntar o mundo da cultura à formalidade dos negócios.



Serão apresentados um excerto de “O Contrabaixo” e também o texto “Vou comprar um cavalo e desandar”, escrito pelo Visões Úteis em 2001 e na altura integrado no espectáculo “Estudos”, que vamos revisitar por ocasião da apresentação do Portfólio 2010 de Novos Cursos da EGP, tratando-se de um confronto até à morte entre Prometeu e Belmiro de Azevedo...

A coisa promete! A interpretação será de Ana Vitorino e Carlos Costa.



Programa
/// Abertura
Nuno de Sousa Pereira

/// Fio de Prumo
Erva Daninha

/// Apresentação do Portfólio 2010
Cândida Santos, resp. da Formação para Executivos da EGP-UPBS

/// O Contrabaixo
Visões Úteis

/// Metamorfoses da vida organizacional
José Joaquim de Oliveira, CEO da Companhia IBM Portuguesa, SA

/// Vou comprar um cavalo e desandar
Visões Úteis




O que não deixa de ser paradoxal. Tem tanta gente à sua volta, toda a gente o quer conhecer. Este é o seu momento. Toda a gente sabe quem você é. A sua cara está em todo o lado, todas as revistas fizeram reportagens sobre si, sei que está farto de receber convites... No outro dia até vi um anúncio a um detergente em que falavam de si. A sua vida mudou muito com esta atenção toda, não?


Quarta, 14 Abril 2010 03:24

O Visões Úteis na UATIP

Escrito por
Hoje iniciámos o nosso protocolo de colaboração com a Universidade do Autodidacta e da Terceira Idade do Porto.
A partir de agora e no âmbito de todas as nossas criações iremos desenvolver actividades específicas para os alunos da UATIP.



Hoje às 16h30 fazemos um ensaio aberto do espectáculo "Adúlteros Desorientados" seguido de uma conversa sobre interpretação e humor.

UATIP - Universidade do Autodidacta e da Terceira Idade do Porto
Porto - Paranhos
R Constituição 944
4200-196 Porto


Adúlteros Desorientados
a partir de Juan José Millás

amanhã (Quinta-feira 12Nov)
às 22h no Bar Labirintho






“Adúlteros Desorientados”, adaptação da obra “Cuentos de adúlteros desorientados” de Juan José Millás, é mais uma incursão do Visões Úteis no teatro portátil - um monólogo divertido para um público descontraído mas exigente, concebido para possibilitar a relação directa entre criadores e público.

Texto: Juan José Millás

Tradução, dramaturgia e direcção: Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins

Banda Sonora Original e Sonoplastia: João Martins

Desenho de Luz: José Carlos Coelho

Interpretação: Pedro Carreira








Labirintho
Livraria, Galeria de Arte, Café-Bar
Rua Nossa Senhora de Fátima, 334
Porto



Pág. 28 de 29

O Visões Úteis é uma estrutura financiada

Ministério da CulturaDireção Geral das Artes

O Visões Úteis é membro

Plateia - Associação dos Profissionais das Artes Cénicas IETM - International Network for Contemporary Performing Arts Anna Lindh Foundation

Visões Úteis é associado

Associação dos Amigos do Teatro da Liberdade da Palestina - The Freedom Theatre e ZERO - Associação Sistema Terreste Sustentável