Visões Úteis

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Since 1994, Visões Úteis has produced more than 40 theatre plays and has also created for other media, namely audiowalks, that are presented here as works of Performance in Landscape.

Reclaim the Future - Exige o Futuro

 

"Reclaim the Future" is a 2 year European project that brings together partners from Sweden, Portugal, France, Scotland and Latvia. Inspired by the theme of the Carnivals and the change that they allow for, the project aims at giving voice to several european peripheries, finding ties bewtween arists and communties geographicaly distant from each other.

The “Reclaim the Future” event in Portugal, “Exige o Futuro”, was created by Visões Úteis in a coproduction with Porto’s City Council, through the “Expanding Culture” programme. It was inspired by the company’s long relationship with Porto’s area of Campanhã – the most eastern part of the city, and one that faces many economic and social challenges.

The Portuguese event, which happened on the 13th, 14th and 15th of july 2017,  aimed at giving public visibility to the work of agents, entities, collectives and associations of Campanhã, as well as to promote the meeting of these groups between themselves and with international groups and artists that develop similar work.

The first day was fully dedicated to a conference entitled “Of the same sort” held at MIRA Art Gallery. Artists, researchers and members of local communities gathered during the morning and afternoon to discuss the nature, purpose and results of art developed within a community context. The conference was simultaneously translated into English, to allow for the participation of all international partners.

Day 2 of the Portuguese event was divided into two activities:

“Europe is here” – a series of meetings between the international partners and local agents (artists, entities, associations) developing their projects in Campanhã area. The “matches” were made taking into consideration the similarity of interests and projects of both sides.

“Renewing the Piece” – the two plays exchanged between Visões Úteis and Swedish partner Teatermaskinen were publicly presented on this evening: Visões Úteis’s adapation of the Swedish show “C’est Tout”, based on a text by Marguerite Duras, and Teatermaskinen’s version of Visões Úteis’ original play “trans/mission” (presented in its English version).

And finally, on day 3, the central moment of the whole event took place – the “Unleashed Parade”! Created with and by the local communities during the previous months, the Parade was a two-hour long path across a public space, involving the participation of around 200 people living and/or working in Campanhã. A path filled with music, dance, theatre, space interventions, designed to highlight the different talents of all the participants, and recuperate the joy of meeting, and of sharing a common space.

In the year following this Carnival, a variety of activities included in “Exige o Futuro” will continue to be developed, such as a documentary video, a grant for community projects, a book, a Social Cartography workshop, among others.

 

Curadoria 

Carlos Costa

Direção da Parada Desatada 

Inês de Carvalho

Direção da versão portuguesa de “C’est Tout” 

João Martins

Codramaturgia da versão sueca de “trans/missão” 

Ana Vitorino

Direção da intervenção dos Bufões 

Rui Paixão

Conceção e Coordenação da conferência “Da mesma laia” 

Jorge Palinhos

Realização e Guião “10 Conversas com o Futuro” 

Nuno Santos

Realização, Captação de imagem e Edição “10 Conversas com o Futuro” 

Sara Allen

Realização, Captação de som e Edição “10 Conversas com o Futuro”

Alexandra Allen

Mediação com as comunidades

Márcia Andrade

Cartografia social

Pedro Rocha

Coordenação da participação do Serviço Educativo

Ana Azevedo

Coordenação de Produção e Produção Executiva

Teresa Camarinha

Direção técnica

José Diogo Cunha e Vasco Santos

Design gráfico

Cristóvão Carvalheiro

Assessoria de imprensa

Joana de Belém

Assistência de produção

Rosa Lopes Dias

Criação e Produção

Visões Úteis

 


Last modified on Thursday, 21 February 2019 13:49

“Lembras-te Claire?
Nós as duas… debaixo da árvore… os pés ao Sol?
Lembras-te Claire?”

Lembramo-nos muito bem! Porque foi o primeiro trabalho do Visões. Porque foi difícil. Porque era Genet. Porque valeu a pena e nos deu força para continuar. Porque jogámos nos opostos… que se tocam. Porque começávamos com flores e acabávamos com fogo. Porque descobrimos que éramos capazes.

Estreou a 27 de Janeiro de 1995 no Teatro Sá da Bandeira no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Coimbra e Aveiro e em Parma e Turim (Itália) num total de 24 apresentações.

texto
Jean Genet

tradução
Luiza Neto Jorge

encenação
Paulo Lisboa

cenografia, grafismo e figurinos
Eduardo Loio

banda sonora original e sonoplastia
Albrecht Loops

desenho de luz
Eugénia Calado

fotografia
Susana Paiva

operação de luz
Maria Simões/Ana Vitorino

operação de som
Catarina Martins

montagem
Serafim Ribeiro e João Silva

preparação vocal
Cristina Faria

interpretação
Carlos Costa, Nuno Cardoso e Pedro Carreira

produção executiva
Catarina Martins

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:06

“Uma companhia sonora para caminhantes solitários.”

Há uma mulher que parece estar a seguir as pistas. A registá-las e a ouvi-las, uma e outra vez. A agarrar-se a elas como um náufrago a uma prancha de madeira.
Se nos deixarmos inundar talvez consigamos perceber...

Um audiowalk no Porto

Ao longo do ano de 2001, com o projecto “Visíveis na Estrada através da Orla do Bosque”, o Visões Úteis abordou pela primeira vez a questão do espaço público, exprimindo em palco uma sentida apreensão em relação a este tempo de grandes cidades forradas a granito frio e vias rápidas, onde a palavra comunidade vai perdendo significado. Utilizámos impressões que nos foram transmitidas por pessoas como o arquitecto Daniel Libeskind (que ainda antes do 11 de Setembro dizia que um empresário instalado no cimo de uma torre espelhada de Wall Street imaginava-a indestrutível, como um romano imaginaria indestrutíveis as grandiosas obras do seu império) ou o cineasta Theo Angelopoulos (que avisava: Todos os Impérios caem quando se tornam arrogantes).

Já no início de 2002, no texto “Um Monólogo” de Gregory Motton, que levámos à cena como parte do espectáculo “Celebração”, a reflexão estendeu-se à arrogância com que o Homem trata o que a História lhe lega, julgando-se melhor só porque hoje está vivo.

O desenvolvimento destes temas, a sua ligação intrínseca, trouxe-nos a Coma Profundo, um projecto que tenta reflectir sobre o modo como lidamos com a morte do homem e a morte do espaço, ou seja, como lidamos com a nossa memória individual e colectiva.

Atravessamos um espaço como um local utilitário, ignorando, activa ou passivamente, que ele foi parte da vida de milhões de homens antes de nós. Desprezamos a vida, o trabalho, os erros de todos os que nos precederam na vã convicção de que somos melhores, faremos melhor. Desprezamos a memória dos homens mortos. Desprezá-los ajuda a adiar a consciência da nossa própria efemeridade, da nossa própria capacidade de errar, da possível futilidade de todas as nossas grandes certezas e aspirações. Vamos esquecendo e construindo de novo, cada vez maior e mais alto, para que a marca agora seja indelével, como se a História a nós não nos apanhasse. Vamos fazendo planos, e Deus vai-se rindo.

Coma Profundo cumpre-se com a confrontação directa, física, do público com a cidade que habitamos e sobre a qual reflectimos. Definimos um percurso numa zona antiga da cidade do Porto. Antiga num sentido muito diferente do pitoresco de um guia turístico. Aqui não há um microcosmos histórico conservado para deleite voyeurístico. Pensamos que estamos ainda a mover-nos na cidade que habitamos e de repente deixamos de ver pessoas, deparamo-nos com elementos que parecem fora do contexto, cuja utilização ou razão de existir nos escapa. Os carros investem por ruas onde parecem não caber. Uma igreja permanece de portas abertas e bancos vazios, como um homem de braços estendidos para acolher um amigo que já não vem. Quase nos convencemos que não habita ali ninguém, não fosse o som de rádio que ocasionalmente se escapa de uma casa ou a roupa estendida ao sol aqui e ali.

Sinopse

Seguimos as indicações do guia. Um homem pragmático que domina o nome das ruas e a cronologia das construções. Um homem que executa uma tarefa. Mas é uma voz feminina que nos faz verdadeiramente mergulhar no espaço que atravessamos. Uma mulher que recolhe impressões como se fossem pistas. Uma mulher que procura fazer uma cartografia do impreciso.
Aqui tudo cheira a passado, um passado que se vai desfazendo aos poucos, nem amado nem odiado, deixado ali a morrer como um parente idoso no quarto dos fundos. De vez um quando uma casa restaurada e com aspecto de valer muitos milhões no mercado imobiliário tenta contradizer-nos, diz-nos que alguém quer hoje viver ali. Mas rapidamente percebemos que não é ali que se quer viver, é atrás de um muro alto, num qualquer sétimo andar com vista para o mar. As ruas, essas, continuam desertas.

Percorremos essas ruas e é difícil acreditar que estamos em pleno Porto, Porto dos Shoppings um-maior-que-o-outro, Porto dos estádios para o EURO-2004. E no entanto, duas ou três ruas acima, mesmo ali ao lado, sem sabermos bem onde se deu a mudança, eis que aparece, essa cidade nova que avança e nos aponta o seu exército de gruas, e já estamos cercados por uma fiada ininterrupta de automóveis furiosos, e já as pessoas atravessam o espaço correndo, mesmo quando se arrastam de dores e cansaço.

Como podem persistir estas duas realidades lado a lado? Alguma terá de prevalecer; em breve precisaremos também desse bocadinho de espaço. Já não basta ignorar o passado e deixá-lo desvanecer-se ao ritmo do esquecimento - não temos tempo! - será necessário agir. A cidade nova estenderá mais um dos seus braços brancos e transformará a morte abandonada em vida amortalhada.

No centro desta nova cidade que cresce sem cessar, sentados numa das suas inúmeras rotundas, largos sem vida rodeados de movimento incessante, vemos o betão e o granito que ameaçam conquistar o último centímetro de terra e de memória e sentimo-nos infinitamente sós. Sentimo-nos infinitamente pequenos no meio do novo império que ajudamos diariamente a construir e que, como todos os outros, cairá pela sua arrogância.

Coma Profundo estreou no Porto, na Foz Velha, em 11 de Outubro de 2002, com a seguinte ficha artística e técnica:

definição e documentação geográfica
João Martins e Nuno Casimiro

direcção e dramaturgia
Ana Vitorino, Carlos Costa e Pedro Carreira

colaboração na dramaturgia
Nuno Casimiro

paisagem sonora e engenharia de som
João Martins
(Todos os temas compostos por João Martins excepto extractos do Segundo Concerto de Brandenburgo de J. S. Bach e da Valsa nº 10 de Frederic Chopin)

vozes
Ana Vitorino (ela) e Carlos Costa (guia)
e também as vozes de Pedro Carreira (voz rádio taxi e contador de histórias), Arsélio Martins (homem), Fernando Tavares (jornalista de rádio), Fernando Moreira (carpinteiro), Alzira Matos (mulher), Jorge Paupério (locutor), José Reis (professor), Catarina Antunes (rapariga 1), Cláudia Escaleira (rapariga 2), Carla Carvalho (jornalista de televisão), Ágata Fino, Alexandra Martins, Catarina Martins, Edgard Fernandes, Fernando Moura, Inês Ramos, João Martins, Jorge Marques, Manuela Lopes, Mariana Ricca, Nuno Casimiro, Paulo Lobo, Paulo Neves, Reinaldo Moura da Costa, Rosa Amélia Martins e Susana Monteiro (vozes na rotunda)

Versão Inglesa

tradução
Ana Vitorino e Carlos Costa (revista por Catarina Martins e Nick Redgrave)

vozes
Ana Vitorino (ela) e Carlos Costa (guia)
e também as vozes de Pedro Carreira (Voz rádio táxi e narração sobre Carpinteiro e sobre Jornalista da rádio), Arsélio Martins (homem), João Madeira (Contador de histórias), Thomas Scanlon (locutor) e Catarina Martins (narração sobre Jornalista da televisão)

grafitti
Marcolin/Ermit

projecto fotográfico
Paulo Pimenta

design gráfico
Vítor Azevedo/DeC

bilheteira
Luís Neves

produção executiva
Ágata Marques Fino

produção
Visões Úteis

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Last modified on Thursday, 01 September 2011 15:13

"Se calhar não devíamos estar na rua..."

 

 

Sinopse

 

"Corpo Casa Rua" designa uma performance no espaço público que juntou 21 participantes, com idades entre os 8 e os 80 anos, pertencentes a quatro comunidades - os alunos das Aulas de Teatro do Serviço Educativo do Visões Úteis, alunos do Serviço Educativo do Balleteatro Escola Profissional, utentes seniores do Centro de Dia da Junta de Freguesia de Santo Ildefonso e reclusas do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo.

Durante 5 dias no mês de junho de 2013 os utilizadores do metro do Porto e o público em geral puderam cruzar-se com as "casas" e habitantes destas comunidades na Estação de Metro de São Bento (átrio principal) - numa performance que pretendeu gerar uma heterotopia, congregando num único espaço o que não está ou não pode estar junto à superfície. Um espetáculo de acesso gratuito e destinado a público de todas as idades.

Ao longo de três meses, "Corpo Casa Rua" reuniu 21 participantes de 4 grupos distintos, associados ao Serviço Educativo do Visões Úteis. Pretendemos, pela primeira vez, juntar a equipa artística do VU às comunidades que integram o nosso Serviço Educativo, num processo criativo em que as habituais metodologias de trabalho fossem forçadas a uma adaptação a contextos diversos, em termos sociais, culturais, económicos e geracionais. Na verdade, a experiência não seria completamente nova, porque há cerca de dez anos, e em colaboração com Isabel Alves Costa e o (extinto) Rivoli Teatro Municipal, já tínhamos arriscado algo parecido. Apenas parecido.
Desta vez, propusemo-nos a trabalhar uma vez por semana com cada um dos grupos: 4 crianças de uma turma de teatro do Serviço Educativo do Balleteatro, 6 seniores do Centro de Dia da Junta de Freguesia de Santo Ildefonso, 5 jovens da turma de teatro do Serviço Educativo do Visões Úteis e 6 mulheres reclusas no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo. E ao longo de 12 semanas fomos abordando exatamente as mesmas pistas de trabalho com cada grupo, partindo em cada semana de um motivo comum, mas necessariamente utilizando metodologias diferentes em cada contexto. E em comum, também, a necessidade de imaginar como seriam "os outros" - todos os nomes sem rosto -  de quem semanalmente cada grupo ouvia falar, mas que só conheceria na semana anterior às apresentações;

E assim fomos construindo um caleidoscópio em que se confundiam diferentes modos de definir identidade, tanto ao nível mais íntimo do Corpo - último reduto de cada um -  como ao nível do espaço público que partilhamos. E se nunca pretendemos tornar simples o que é complexo, também é verdade que nunca nos deixámos de surpreender com a imensa teia de consensos e antagonismos com que quotidianamente nos deparávamos, e cujos contornos se definiam por fatores (des)agregadores multiplos, em que a pedra de toque tanto podia ser a idade, o género, a biografia ou o contexto social.

E mais do que tentar expressar o visível - o que somos - tentamos paulatinamente expressar o invisível de que se tece o desejo do que gostaríamos de ser, ou de ter sido. Sempre imaginando que esta congregação de (im)possíveis se juntaria, num momento final, numa estação de Metro do Porto, criando assim uma heterótopia, na medida em que reuniria num mesmo espaço (subterrâneo) o que coexiste (à superfície) num mesmo tempo, mas nunca num mesmo espaço.

Não exageramos se dissermos que - nos quase 20 anos de atividade do VU -  este foi o processo criativo mais sujeito a contingências e transformações. Não só pela sua natureza em si - juntar o que não está junto - mas também pelo conturbado momento que o país atravessa e que nos levou a sucessivos cortes no orçamento da produção e um encaixe de sucessivos e incontroláveis fatores. E, a eleger o mais avassalador, teríamos que destacar as sucessivas convocações e desconvocações de greves pelo Corpo da Guarda Prisional, que constantemente conduziam ao encerramento de algumas das participantes nas suas celas durante 22 (!) horas por dia.

Por tudo isto, em "Corpo Casa Rua", ao fascínio deste processo criativo juntou-se uma muito particular obsessão com o produto, transformando-se este num desejo de efetivamente chegarmos todos juntos ao fim de um processo, que quotidianamente mostrava que tínhamos tudo para falhar, ou seja, para abandonarmos a convicção na possibilidade - ainda que transitória - da heterotopia.

Mas chegámos ao fim - ou melhor deveremos chegar ao fim. E, no seu final, acreditamos que "Corpo Casa Rua" se exprime de uma forma paradoxal: Por um lado, um processo centrado em consensos e numa noção de comunidade mais vasta do que o quotidianamente habitual; Por outro lado, um objeto em que, quase sempre, os consensos são preteridos pela convergência de ideias diferentes acerca do que partilhamos e do modo como o deveríamos fazer. Porque - e apesar de sermos todos tão "humanamente" parecidos em tantas coisas - a verdade é que todos pensamos de modo diverso.

Antes assim, em confronto aberto pela Praça de uma cidade que amamos, do que silenciados em nome de um consenso estúpido e hipócrita.

 

Corpo Casa Rua
42ª criação Visões Úteis

direção
Carlos Costa

dramaturgia
Ana Vitorino, Carlos Costa

cenografia, figurinos e adereços
Inês de Carvalho

cocriação e cocoordenação de participantes
Ana Azevedo

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho

vídeo
Tiago Afonso

coordenação de produção
Marina Freitas

interpretação e cocriação
Ana Cardoso, Ana Coelho, Carla Sofia Martins, Carmen Gonçalves, David Coelho, Emanuel Costa, Fernanda Barros, João Paulo Lima, Leonor Quinta, Margarida Pinto, Maria Emília, Maria José Mendes, Martim Pinto Paiva, Patrícia Martins, Patrícia Susana Alves, Rita Ribeiro, Rute Andreia Nunes, Sissi Aubert, Teresa Alves Pires, Teresa Fernanda Ramalheira e Vitorino Neves.

apoio
Metro do Porto, Condaltom, Sempre Versátil

colaboração
Teatro Nacional São João, Balleteatro Escola Profissional, Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo, Junta de Freguesia de Santo Ildefonso e Serviço Educativo do Visões Úteis

produção
Visões Úteis

"Corpo Casa Rua" apresentou-se de 17 a 21 de junho de 2013 na Estação de Metro de São Bento (átrio principal), no Porto.

Last modified on Thursday, 21 February 2019 13:49
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