Visões Úteis

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Since 1994, Visões Úteis has produced more than 40 theatre plays and has also created for other media, namely audiowalks, that are presented here as works of Performance in Landscape.

"Yuck Factor" Imagem: Visões Úteis



"Nowadays, everything happens very fast. We get attached to each other very quickly."

 

This month our new original creation opens in Porto: "Yuck Factor" proposes a menu of food and disgust, and questions the very notion of European identity.

In"Yuck Factor" we follow the work of a very particular team, as it prepares and takes on an event, suitable for guests of different nationalities.

An opportunity to clarify and share the regulations and procedures which are crucial to the success of any meeting. But also an opportunity to reflect on today's Europe, the frail construction of our common identity and the dangers of growing intolerances. 


PORTO: Teatro Carlos Alberto
Date: de 25 to 29 november 

OVAR: Centro de Arte
Date: 12 december

texto e direção Ana Vitorino, Carlos Costa cenografia e figurinos Inês de Carvalho banda sonora original e sonoplastia João Martins com voz de Rita Camões desenho de luz José Carlos Gomes coordenação de produção Marina Freitas interpretação Ainhoa Hevia Uria, Ana Vitorino, Carlos Costa, Cristóvão Carvalheiro coprodução Visões Úteis, Centro de Arte de Ovar acolhimento Teatro Nacional São João

Last modified on Monday, 22 January 2018 14:32

"trans/mission" - Design:João Martins, Photo:Paulo Pimenta

Design: João Martins Photo: Paulo Pimenta

 
"
Era after era, from one Messiah to another, whether looking down our noses, whether hanging our head down. Yet always in herd. We manage, don’t we?"

In "trans/mission" a musician and a playwright share with the audience their work process in the creation of an Opera, which they hope will be revolutionary. A work that deals with the struggle and hardships of trying to organize and mobilize any sort of collective - be it an artistic team, a community or a whole population... of which the Portuguese is a specially good example.

However, throughout this public presentation, the divisions between the two artists become evident, as they engage in an open conflict that threatens to ruin the whole project!

“trans/mission” is a hybrid show, mixing theatre and music, in which the artistic collaborative process is used as the mirror of a national identity that seems incapable to mobilize and to inscribe itself historically. The play uses humor to explore the tension between thinking and acting, and our apparent incapacity to move on from accurate diagnostics to concrete change.

"trans/mission" is a coproduction between Visões Úteis and the Municipal Theatre of Porto and it included, in it's creation process, a group of special partnerships and collaborations in Music (NEFUP, Sonoscopia, Porta-Jazz, Ensemble Super Moderne), Photography (Paulo Pimenta and guest photographers invited by Mira Forum) and Sociology (Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto).

The play opened on the 21st of May 2015 in Porto, and is currently available for touring, both in Portuguese and in English.

 

Written and Directed by: Ana Vitorino, Carlos Costa, João Martins 

Original soundtrack and Sound Design: João Martins 

Cast: Carlos Costa (playwright), João Martins (musician)

Running Time: aprox. 60 minutes

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Last modified on Wednesday, 24 April 2019 18:40
"Biodegradables" - a coproduction with National Theatre São João with the collaboration of two major laboratories: Grupo 3B’s  (Minho University) and IPATIMUP (Porto University)

A reflection about the physical effects of the passing of time, the way in which we deal with our finitude, as individuals and as a species, and the influence of technological ans scientific developments on our definition of "human".

"Biodegradáveis" parte de uma reflexão em torno dos limites da Biologia humana e do contacto próximo com investigadores científicos, para chegar, com uma saudável dose de humor à mistura, a uma celebração da contínua renovação da vida.

"A transformação em palco, seja de veteranos, seja de jovens, famosos ou desconhecidos, não cessa de deslumbrar. A actuação é pessoal, ao ponto de confundir o espectador sobre os limites convencionais da ficção e realidade, como não pode deixar de ser sempre que a actuação é boa." Jorge Louraço Figueira in Jornal Público


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Last modified on Monday, 31 August 2015 15:47

"Estamos a escutar mas não estamos a ouvir. Estamos a trabalhar. Só nos interessa ajudá-lo."

 


Sinopse


Uma secção de análise de informação. Três analistas. Um grupo de sujeitos para testar e um nunca acabar de factos, dados e sinais para monitorizar, anotar, editar ou eliminar. Na mesa, um caso em aberto: uma estranha história que resiste à interpretação racional, onde um sujeito (ou serão vários?) parece constantemente passar de culpado a inocente, de herói a traidor.

Em "Ficheiros Secretos" falamos de espionagem moderna - aquela em que a ação humana no terreno foi sendo substituida pela vigilância de sinais eletrónicos. Olhamos para esta gigantesca rede de sinais e para aquilo que de verdadeiramente humano se esconde por detrás dela - a nossa contínua necessidade de guardar e descobrir segredos, o nosso fascínio por tudo o que não entendemos mas sentimos estar relacionado de algum modo enigmático, e o medo que nos pode fazer abrir mão das mais básicas noções de liberdade e intimidade.

 

"Isto são factos. E não há factos que possam mudar o mundo, apenas as interpretações desses factos. O Visões Úteis sabe disso e é isso que nos mostra nesta peça: a dificuldade da interpretação. Perante os factos, como interpretá‑los de uma forma que faça sentido, que permita agir? É sobre esta dificuldade, a dificuldade da interpretação, que se funda este espetáculo e, com a inteligência que caracteriza as produções da companhia, o Visões Úteis aborda essa dificuldade, usando as ferramentas clássicas do teatro para ajudar a situá‑la no contexto dos dilemas sociais que o teatro nasceu para retratar."

Jorge Palinhos
 

 

Ficheiros Secretos
43ª criação Visões Úteis

texto e direção
Ana Vitorino, Carlos Costa  

cenografia e figurinos
Inês de Carvalho

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho  

cocriação
Pedro Carreira

colaboração na pesquisa
Ana Carvalho, Ricardo Lafuente/Manufactura Independente  

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Pedro Carreira e ainda João Martins voz-off Arsélio Martins  

co-produção
Visões Úteis / TNSJ

duração aproximada
1h40

classificação etária
M/16 anos

 

"Ficheiros Secretos" estreou a 14 de novembro de 2013 no Teatro Carlos Alberto (Porto), onde esteve em cena até dia 24. Em Março de 2014 o espetáculo apresentou-se no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra.

Last modified on Thursday, 05 March 2015 15:40
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