Visões Úteis

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Since 1994, Visões Úteis has produced more than 40 theatre plays and has also created for other media, namely audiowalks, that are presented here as works of Performance in Landscape.

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"SCROLL" was an innovative project that merged performative arts and new technologies, questioning the very concept and limits of theater (and what it means to be a spectator) in a time marked by the constant plurality of narratives, the constant dispersion of attention and the enigmatic designs of algorithms.

This "piece for smartphones" had a fictional narrative, flesh and blood actors and the streets of Porto as scenery, but was enjoyed on the viewer's mobile phone screen through an app originally developed for the project.

The app "Scroll" was available for free download between the 3rd and the 17th of June both on Google Play Store and App Store.

 

SCROLL
Direção
: Carlos Costa Dramaturgia: Ana Vitorino, Carlos Costa, João Martins Colaboração na Dramaturgia: Ana da Cunha, Beatriz Brígida Melo, Belmiro Ribeiro, Bernardo Gavina, Carina Ferrão, Cecília Ferreira, Filipe Gouveia, Flora Miranda, Frederica Nunes de Pinho, Laura Avelar Ferreira, Luísa Ferreira, Maria Pinto, Tiago Correia, Vanda R. Rodrigues (alunos da Pós-Graduação em Dramaturgia da ESMAE) com Jorge Louraço Desenvolvimento da Aplicação: André Lamelas (programação e engenharia de software), Ricardo Melo (design) Coordenação Técnica e Articulação entre a Dramaturgia e a Aplicação João Martins Vídeo: Alexandra Allen, Sara Allen Canções Originais e Interpretação: Tiago Correia, André Júlio Teixeira Letras: Tiago Correia Arranjos, Gravação, Mistura e Masterização: André Júlio Teixeira

Interpretação: Catarina Gomes, Gilberto Oliveira e Ana Azevedo, Ana Vargas, Ana Vitorino, Ângela Marques, Bernardo Gavina, Carlos Costa, Cátia Vilaça, Edna Luís, Joana Moraes, Jorge Paupério, Laura Zavagno, Leonor Quinta, Mafalda Banquart, Manuel Rito, Nuno Loureiro, Pedro Carreira, Simão Luís, Tiago Correia, Vera Silva

Coordenação de Produção: Teresa Camarinha Produção Executiva: Pedro Monteiro Assessoria de Imprensa: Joana de Belém 

Produção Visões Úteis / 2019

Apoios: ESMAE/IPP - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto, Universidade de Coimbra, Agente a Norte, Direção Regional de Cultura do Norte, Fundação Escultor José Rodrigues Apoio à divulgação: Jornal de Notícias

 

Agradecimentos:

Ágata Rodrigues, Alzira Matos, Fernanda Oliveira, Helena Madeira, Inês de Carvalho, João Paulo Correia, José Reis, Manuela Monteiro, Mateus Fino, Paula Moreira, Pedro Marques, Pedro Mosca, Hernâni

Professor Jorge Cardoso, Professor Rui Craveirinha e Alunos da licenciatura em Design e Multimédia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra: Ana Raquel Machado, Beatriz Araújo, Bruno Nabais, Carla Mendes, Carolina Cerqueira, Helena Tavares, Inês Oliveira, Joana Filipa Gama Maia, José Gomes, Luís Azevedo, Mariana Santos, Mariana Silva, Mariana Veríssimo, Mónica Gonçalves, Pedro Figueiredo, Raquel Ramalheiro, Ricardo Neto, Sara Silva, Scheilla Azevedo, Solange Santos, Tânia Couto, Tiago Serra

Professor Sérgio Dias Branco e Alunos do Mestrado em Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra: João Fatal, Mayra Katz, Ricardo Oliveira

Instituto Politécnico de Bragança: Professor Arlindo Santos, Professor Carlos Casimiro Costa, Professor João Paulo Sousa

Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto: Professor André Rangel, Professor Pedro Amado, Professor Tiago Assis 

Colégio Luso-Francês: Professor Carlos Azevedo

Faculdade de Letras da Universidade do Porto: Professor João Teixeira Lopes

Academia Contemporânea do Espetáculo: Professora Irene Ferreira

Hotel Dom Henrique, NOS Primavera Sound, Pizzaria MTV

Last modified on Monday, 17 June 2019 11:26

“Nunca mais foste o mesmo depois daquilo.
Nunca mais serás o mesmo depois disto.”

Com o "actor mais velho" Diogo Dória aprendemos como pode ser bom ouvir o silêncio e lançar palavras.
Há já muito tempo que desejávamos fazer Beckett com o seu universo de fantasmas que não encontram o seu sentido senão no vazio de um quarto, numa esquina de rua ou dentro do crânio de cada pessoa que os escuta.
Para nós foi um trabalho extremamente gratificante e fez-nos pensar: "Será que começamos a fazer sentido?"

Estreou a 9 de Abril de 1998 no Balleteatro Auditório no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Aveiro, Guarda, Covilhã, Lisboa e Coimbra num total de 23 apresentações.

textos
Samuel Beckett

tradução
Diogo Dória, Luís Miguel Cintra, Liberto Cruz e Miguel Serra Pereira

selecção, montagem de textos e encenação
Diogo Dória

cenografia, figurinos e grafismo
Eduardo Loio

confecção de figurinos
Armanda Neto

banda sonora e sonoplastia
Albrecht Loops

desenho de luz
Laia Oms

fotografia
Limamil

direcção de montagem
Laia Oms/Pedro Carreira

operação de luz
Laia Oms/Paulo Rodrigues

operação de som
Lucinda Gomes/Alexandra Lobato

registo vídeo
João Nuno Martins e Edgard Fernandes

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

produção executiva
Lucinda Gomes

assistência de produção
Alexandra Lobato

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:09

"Locus Logro" - imagem: João Martins / entropiadesign
                                                                                                                                  design: João Martins / entropiadesign

 

Há um mistério pelas ruas de Campanhã ... venha resolvê-lo!

"Locus Logro", a primeira criação do Visões Úteis em 2016, propôs uma deambulação pela memória dos espaços e das populações de Campanhã, e em particular da Rua de Miraflor.

Uma divertida e imersiva experiência, eminentemente áudio e interativa, inspirada na estrutura dos romances policiais e nas características do clássico teatro radiofónico, cruzando-as com as histórias reais de locais e de habitantes desta zona do Porto.

A Galeria Mira Forum foi simultaneamente “Estação” de partida e de chegada, num percurso ao longo do qual o público era convidado a elaborar uma hipótese para explicar um desaparecimento.

Seguindo a pista de uma investigação policial ficcional, o público recebia um mapa onde estavam assinaladas outras “Estações” - espaços mais ou menos privados - que tinha de visitar e onde encontrava ambientes particulares, testemunhos gravados e um conjunto de pistas físicas. Elementos que tanto podiam ajudar a desvendar a "verdade", como confundir ainda mais.

"Locus Logro" envolveu a população local no próprio processo criativo, criando uma particular relação entre diversos espaços em torno da Rua de Miraflor, e entre estes e a Estação de Campanhã.

"Locus Logro" esteve disponível na Galeria Mira Forum - Rua de Miraflor, nº155 - na tarde de 28 de maio de 2016, ao longo de três horas, tratando-se de uma iniciativa de acesso Gratuito. Em julho de 2016 a criação foi adaptada à cidade de Abrantes e disponibilizada ao longo de uma semana no "180 Creative Camp".


LOCUS LOGRO de
Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins coprodução Visões Úteis, Mira Forum banda sonora original, sonoplastia e elementos gráficos João Martins coordenação de produção Marina Freitas interpretação Acúrcio Moniz, Ana Azevedo, Ana Vitorino, António Gonçalves, Beatriz Vilas Boas, Carlos Costa, Inês Barros, Inês Lopes, Irene Monteiro, João Lafuente, João Martins, João Mendonça, Leonor Quinta, Manuela Monteiro, Mariana Martins, Marina Freitas, Pedro Carreira, Pedro Marques e Tiago Moreira

Os textos manuscritos adaptaram excertos de “Torres em Transe” de Fernanda Carlos Borges.
As fotografias nas capas são de Manuela Matos Monteiro.
Os textos do Jornal de Notícias pertencem às edições referidas ou são ficções de Augusto Correia e Maria Cláudia Monteiro.
Todos os documentos utilizados são de acesso público.

“Locus Logro” inclui citações de: “Uma solidão demasiado ruidosa” de Bohumil Hrabal (versão de Ludmila Dismánova e Mário Gomes), “O Falcão de Malta” de Dashiell Hammett e “O Vale Encantado de Campanhã” do Projecto Pular a Cerca na Companhia do Rugby.

parceria Associação Recreativa Malmequeres de Noêda, BellyStudio, Porto d'Artes
apoio Jornal de Notícias
apoio à divulgação
Câmara Municipal do Porto, Metro do Porto, Associação Cultural e Desportiva Bairro do Falcão, Associação Movimento Terra Solta, Centro Cultural Atletismo de Bonjóia, Grupo Dramático do Monte Aventino

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Last modified on Friday, 24 February 2017 14:40

“Não vão precisar de trabalhar, vão ter só de representar, que não se pode dizer que seja trabalhar, é só dizer umas coisas.”

No fnal de 1997 quisemos contar uma história sem grandes mensagens, para toda a gente. Uma história simples, de pessoas simples, de pessoas isoladas, de pessoas que sonham, de sonhos que se concretizam, de anos, de solidão e com humor. Com o António Feio a encenar um texto de Martin McDonagh rimos, chorámos e falámos "Açoreano" na Ilha do Corvo onde nunca estivemos mas acerca da qual temos um imaginário fértil.
Nunca tínhamos simplesmente contado uma história.
Gostámos e um dia destes havemos de repetir, na atura certa, mesmo que outras mentes iluminadas achem que não devíamos fazer "essas coisas".

Estreou a 27 de Novembro de 1997 no Rivoli no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Estremoz num total de 15 apresentações.

texto
Martin McDonagh

tradução e adaptação
António Feio

encenação
António Feio

cenografia
Eduardo Loio

figurinos
Eduardo Loio

execução de figurinos
Armanda Neto

caracterização
Aurora Gaia

música
Albrecht Loops

desenho de luz
Laia Oms

fotografia
Limamil

concepção gráfica
Eduardo Loio

registo vídeo
João Nuno Martins

direcção de montagem
Laia Oms

operação de luz
Laia Oms

operação de som
Paulo Rodrigues/Lucinda Gomes

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Anabela Mira, Carlos Costa, Catarina Martins, Fernando Moreira, Miguel Cabral, Nuno Cardoso e Pedro Carreira

produção executiva
Lucinda Gomes

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:09
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Premiering / Available for Touring

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