Visões Úteis

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Since 1994, Visões Úteis has produced more than 40 theatre plays and has also created for other media, namely audiowalks, that are presented here as works of Performance in Landscape.

“Esta celebração interminável. Vai ser a minha morte.”

“Celebração” parte de dois textos: “Eu que servi o Rei de Inglaterra” do checo Bohumil Hrabal (adaptado) e “A Monologue” do inglês Gregory Motton. De um lado, um homem prepara a mesa onde será servida uma grande refeição. Do outro, um homem senta-se dignamente à mesa saboreando a sua refeição. A imagem pode ser enganadora ­ o primeiro prepara-se para seguir o exemplo dos homens bem sucedidos que até aí serviu, e o segundo é de facto um condenado à morte.
Dois monólogos que representam as duas faces daquele momento em que o mundo se divide entre os que celebram e os que são marginalizados ou mesmo eliminados.

Estreou a 22 de Março de 2002 no Tzero.com.palco no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Vila Real, Espinho, Aveiro, Maia e Paços de Brandão num total de 30 apresentações.

direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

concepção plástica
Paulo Soares

construção cenográfica
Pedro Leitão e Vau Produções

confecção de figurinos
Branca Elísio

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho

design gráfico
Vitor Azevedo

operação som e luz
Ana Vitorino

produção executiva
Ágata Marques Fino

"Eu que servi o Rei de Inglaterra" de Bohumil Hrabal

tradução
Ludmila Dismanová e Mário Gomes

adaptação
Ana Vitorino

interpretação
Carlos Costa

"Um Monólogo" de Gregory Motton

tradução
Carlos Costa

interpretação
Pedro Carreira

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:31

“Olha para mim. Tenho os olhos castanhos.”

Última parte do projecto “Visíveis na Estrada através da Orla do Bosque”. Depois de viajar pela Europa à procura das fronteiras que nos definem ou nos aniquilam , fica a ideia de que os muros se erguem, sem que saibamos como, exactamente onde nos prometem o fim de todas as fronteiras. E a certeza redobrada que se perdermos o nosso local não seremos nunca universais. Mas sorrimos.
E de sorriso aberto contra o grande momento que nos prometem e chamando a Mentira pelo nome, desligamos o televisor e entoamos uma cantiga parva que se esconde na memória.

Co-produção com o Teatro Nacional São João e Auditório Nacional Carlos Alberto no âmbito do PONTI e integrada na Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura.
Estreou a 6 de Outubro de 2001 no Teatro do Campo Alegre no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Aveiro, Bragança e Coimbra num total de 19 apresentações.

concepção, dramaturgia e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

texto
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Casimiro e Pedro Carreira

cenografia, figurinos e adereços
Paulo Soares

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

música adicional
Manu Chao, Jorge Palma, Costas Bravakis e Michael Palin

desenho de luz
José Carlos Coelho

construção e montagem cenográfica
José Maria Calisto, Albano Martins, José Patacão, Alexandre Mota

assistência de iluminação
Natércia Lopes

design gráfico
Vitor Azevedo/DeC

operação de luz
Natércia Lopes/António Pedro Soares

operação de som
João Martins

interpretação
Ana Azevedo, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

produção executiva
Ágata Marques Fino

Last modified on Monday, 08 November 2010 12:10

“Eles são os culpados. Sempre.”

Primeira parte do projecto "Visíveis na Estrada através da Orla do Bosque". Falamos de fronteiras, dos eles e do outro lado ou ao nosso lado, dos heróis que atravessam fronteiras e daqueles que as erguem, da forma como falamos uns com os outros ou como disfarçamos a nossa impotência. Quatro situações, quatro fronteiras, quatro linguagens. Um homem discursa sobre a paz que quer querer mas não consegue; um colóquio sobre todos nossos eles e todos os eles que somos; uma conversa para as câmaras entre um herói derrotado pela situação e um oportunista que a domina; uma instalação em que a memória vai sendo comida pela peste que nenhuma fronteira detém.

Integrada nos Teatros do Outro da Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura.
Estreou a 19 de Abril de 2001 no espaço Maus Hábitos no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Macedo de Cavaleiros, Aveiro, Estarreja e Vila Pouca de Aguiar num total de 18 apresentações.

concepção, dramaturgia e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

banda sonora original, sonoplastia e operação de som
João Martins

colaboração na cenografia
Paulo Soares

figurinos
Sofia Matos Soares

design gráfico
Vitor Azevedo/DeC

interpretação
Alzira Matos, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

voz off
Diogo Dória

produção executiva
Ágata Marques Fino

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:11

“Há sempre qualquer merda que está mal.”

As palavras são sempre as erradas. O momento nunca é oportuno. As decisões nunca são o que parecem. As relações não correm nunca como nos romances nem nos filmes. Corremos uns para os outros e acabamos a empurrar-nos. Se conseguíssemos ser normais... Só por um instante.
Trabalho criado em estreita colaboração com o autor, Gregory Motton, cimentando uma relação de cumplicidade que muito nos orgulha.

Co-produção com a Culturporto/Rivoli-Teatro Municipal e Centro Cultural de Belém.
Estreou a 16 de Novembro de 2000 no Rivoli no Porto. Além do Porto foi apresentado em Lisboa, Beja, Coimbra, Póvoa do Varzim, Viana do Castelo, Portalegre e Estarreja num total de 27 apresentações.

Recado aos Corações Despedaçados (no original Message for the Broken Hearted) é uma peça da autoria de Gregory Motton, escrita em 1991 e apresentada pela primeira vez ao público no Liverpool Playhouse em 1993, numa encenação de Ramin Gray.

A produção do Visões Úteis é a primeira deste texto em Portugal e partiu de uma tradução de Pedro Marques revista por Maria Helena Guimarães.

Para a criação deste espectáculo os seus directores e intérpretes— Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira— estiveram em Londres a trabalhar com o autor, Gregory Motton, no início do processo de ensaios.

Destas sessões de trabalho, onde estiveram também presentes Ramin Gray e Pedro Marques, surgiu não só a versão final da tradução que levamos à cena como uma aprofundada análise dramatúrgica que determinou o posterior trabalho de encenação, levado a cabo em Portugal.

realização plástica
Paulo Soares

figurinos
Sofia Matos Soares

desenho de luz
Pedro Marques

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

fotografia
Susana Paiva

imagem gráfica
Vitor Azevedo

produção executiva
Ágata Marques Fino

secretariado
Nuno Casimiro

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:11
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