Visões Úteis

  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size
Home News Visões Úteis
Visões Úteis

Visões Úteis

Website URL: E-mail: This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it

Thursday, 09 January 2014 13:35

Visões Úteis em 2014

Votos de um excelente Ano Novo a todos!

Em 2014 festejaremos os 20 anos do Visões Úteis, e o ano será um ótimo exemplo do trabalho plural que, ao longo destas duas décadas, se tornou a marca deste coletivo.

Já em janeiro dedicamo-nos à pré-conceção e produção das duas novas criações originais que marcarão o ano; duas produções unidas pelo tema do corpo e dos seus limites e possibilidades, mas muito diferentes em termos de formato e processo de criação.

"Biométricos" - com estreia prevista para maio - propõe um olhar sobre o esforço físico e mental implicado nos contextos do desporto, da performance artística e do trabalho. Esta criação contará com algumas colaborações muito especiais e desdobrar-se-á em diferentes atividades e espaços, abrindo-se ainda à participação do público, convidado também a "testar os seus limites".

Em "Biodegradáveis" centramo-nos nos efeitos da passagem do tempo sobre os corpos, e as estratégias que vão sendo encontradas - e inventadas - para tentar superar os limites da Biologia humana. Esta será uma criação que partirá de uma residência num laboratório de investigação e resultará num espetáculo para palco, com estreia marcada para o mês de outubro.

Mas algumas das nossas anteriores criações andarão também, ao longo do ano, em itinerância, começando já pela apresentação de "Ficheiros Secretos" em Coimbra (TAGV) logo no início de março. Os nossos espetáculos "portáteis" serão os que mais viajarão, com destaque para "O Contrabaixo", que continua "na estrada" quase 10 anos depois de ser criado, e "Boom & Bang", cuja versão inglesa foi recentemente convidada a voltar à Grécia para nova apresentação este ano.

Ao longo do primeiro semestre deste ano acontecem os dois últimos workshops do Projeto Europeu PACE - Performing Arts for Crisis in Europe no qual temos estados envolvidos desde 2012. O próximo encontro decorrerá na Suécia (Riddarhyttan) onde seremos acolhidos pelos nossos parceiros da companhia Teatermaskinen. E em seguida será a vez do The International Theatre
nos receber em Itália (Roma).E estamos já a preparar de um novo projeto de parceria europeia que dará continuidade ao trabalho desenvolvido em PACE, e do qual daremos novidades muito em breve!

De 16 a 19 de abril estaremos ainda em Montpellier (França) para participar em mais um Plenário de Primavera do IETM - International Network for Contemporary Performing Arts, subordinado ao tema "Trans-formations, Trans-borders, Trans-genders",
O Visões Úteis integra, desde o ano passado, o Advisory Board do IETM.


No nosso Serviço Educativo arranca uma nova edição do Curso de Teatro em Comunidade com a população sénior que frequenta o Centro de Dia da Junta de Freguesia de Santo Ildefonso. E a decorrer ao longo do primeiro semestre estarão ainda as Aulas de Teatro dirigidas por Ana Azevedo, que pela primeira vez se desdobram em dois níveis - Nível 1, com os novos alunos que ingressaram em outubro passado, e Nível 2, com os alunos da edição anterior, que desenvolvem agora um trabalho mais específico em torno da interpretação de textos seleccionados. Ao longo do mês de setembro abriremos inscrições para o curso de 2014/2015. Continuaremos também a visitar a UATIP - Universidade do Autodidata e da Terceira Idade do Porto, aquando da estreia dos novos projetos, dando continuidade ao nosso protocolo de colaboração.

Até ao final do ano dedicamo-nos ainda à preparação das criações e de novos formatos de documentação - edição de textos e conteúdos audiovisuais - que verão a luz em 2015.


Os nossos Artistas Associados também vão andar bastante ocupados! A Porta 27 andará em digressão com as suas produções anteriores, como "Nó de Enforcado" e "Bolo de Arroz", e no 2º semestre estreará uma nova criação.
A companhia irá ainda dedicar-se ao desenvolvimento de novos formatos de documentação dos seus conteúdos, e à reformulação da sua imagem, começando desde já com a criação de um novo site. Bata à Porta!

Siga todas as novidades sobre as nossas atividades nesta secção, e também nas nossas contas no Facebook e Twitter.

Monday, 30 December 2013 23:20

Inventário

 


Inventário
um filme de Pedro Maia inspirado no trabalho dos técnicos de inventário do património no âmbito do projeto "Viagens com Alma".
original português com legendas em inglês

Friday, 20 December 2013 18:12

Estamos a ouvir, mas não estamos a escutar

Estamos a ouvir, mas não estamos a escutar
Texto de Jorge Palinhos publicado no programa de "Ficheiros Secretos" produzido pelo Teatro Nacional São João (novembro de 2013)
Monday, 05 May 2014 01:55

Ficheiros Secretos [Guião]

Guião da peça homónima de 2013. Uma reflexão sobre a privacidade e a obsessiva recolha de informação que caracteriza a espionagem moderna.

Claramente "inspirado em eventos reais", o guião de "Ficheiros Secretos" está constantemente sujeito a atualizações e adaptações, acompanhando os desenvolvimentos relativos às figuras e acontecimentos que nele se referem. A versão que aqui se publica é a versão original aquando da estreia, em novembro de 2013. 

 

Licença Creative Commons

"Ficheiros Secretos" de Ana Vitorino e Carlos Costa está publicado ao abrigo duma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Portugal License. Descarregue, partilhe, utilize e transforme. Mas exclusivamente para fins não comerciais e creditando sempre as autorias originais. E volte a partilhar eventuais obras derivadas deste mesmo modo.
Thursday, 12 December 2013 17:39

Ficheiros Secretos

"Estamos a escutar mas não estamos a ouvir. Estamos a trabalhar. Só nos interessa ajudá-lo."

 


Sinopse


Uma secção de análise de informação. Três analistas. Um grupo de sujeitos para testar e um nunca acabar de factos, dados e sinais para monitorizar, anotar, editar ou eliminar. Na mesa, um caso em aberto: uma estranha história que resiste à interpretação racional, onde um sujeito (ou serão vários?) parece constantemente passar de culpado a inocente, de herói a traidor.

Em "Ficheiros Secretos" falamos de espionagem moderna - aquela em que a ação humana no terreno foi sendo substituida pela vigilância de sinais eletrónicos. Olhamos para esta gigantesca rede de sinais e para aquilo que de verdadeiramente humano se esconde por detrás dela - a nossa contínua necessidade de guardar e descobrir segredos, o nosso fascínio por tudo o que não entendemos mas sentimos estar relacionado de algum modo enigmático, e o medo que nos pode fazer abrir mão das mais básicas noções de liberdade e intimidade.

 

"Isto são factos. E não há factos que possam mudar o mundo, apenas as interpretações desses factos. O Visões Úteis sabe disso e é isso que nos mostra nesta peça: a dificuldade da interpretação. Perante os factos, como interpretá‑los de uma forma que faça sentido, que permita agir? É sobre esta dificuldade, a dificuldade da interpretação, que se funda este espetáculo e, com a inteligência que caracteriza as produções da companhia, o Visões Úteis aborda essa dificuldade, usando as ferramentas clássicas do teatro para ajudar a situá‑la no contexto dos dilemas sociais que o teatro nasceu para retratar."

Jorge Palinhos
 

 

Ficheiros Secretos
43ª criação Visões Úteis

texto e direção
Ana Vitorino, Carlos Costa  

cenografia e figurinos
Inês de Carvalho

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho  

cocriação
Pedro Carreira

colaboração na pesquisa
Ana Carvalho, Ricardo Lafuente/Manufactura Independente  

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Pedro Carreira e ainda João Martins voz-off Arsélio Martins  

co-produção
Visões Úteis / TNSJ

duração aproximada
1h40

classificação etária
M/16 anos

 

"Ficheiros Secretos" estreou a 14 de novembro de 2013 no Teatro Carlos Alberto (Porto), onde esteve em cena até dia 24. Em Março de 2014 o espetáculo apresentou-se no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra.

"Os Idiotas" de Rui Ângelo Araújo


Amanhã, dia 7 de dezembro (sábado), pelas 21h30 apresenta-se na livraria Gato Vadio, no Porto, o livro "Os Idiotas", a primeira obra de Rui Ângelo Araújo, publicada pela Editora O Lado Esquerdo.

A apresentação vai estar a cargo do diretor do Visões Úteis Carlos Costa, e é acompanhada por uma exposição dos trabalhos de Eduardo Ferreira, designer responsável pela ilustração da capa do livro. Dois dias depois, 9 de dezembro, será a vez de Lisboa - na livraria Ler Devagar às 19h; apresentação de Pedro Mexia.

"Ficheiros Sceretos" Seminário FLUP


Na próxima segunda-feira, dia 2 de dezembro, estaremos na
Faculdade de Letras da Universidade do Porto a falar de "Ficheiros Secretos".

A convite do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa da Faculdade de Letras participaremos no seminário aberto “Práticas Cénicas e Análises de Espectáculo”, orientado por Luís Mestre, para debater a nossa mais recente criação original.

Este seminário decorre no âmbito do
Mestrado em Estudos de Teatro e a sessão começará pelas 15h30, na FLUP - Sala G107.

Thursday, 28 November 2013 16:58

Porta 27 em cena este fim-de-semana

Porta 27 "Bolo de Arroz"

 

Sugestões de fim-de-semana com os nossos Artistas Associados Porta 27:
 

"Pistolas, Pilantras e Problemas"
Sexta-feira, dia 29/11, em Barcelos - Círculo Católico de Operários
Sábado, dia 30/11, em Viana do Castelo - Sociedade de Instrução e Recreio Darquense


"Bolo de Arroz"
Sábado, dia 30/11, em Taveiro - Teatro Loucomotiva

Wednesday, 11 September 2013 19:05

Opera fiXi

“Opera fiXi” designa a ópera em bicicleta dirigida por Kaffe Matthews, e realizada para a cidade do Porto em colaboração com o

Visões Úteis e integrando a programação do "Serralves em Festa" 2013
.



Fala dum tempo e dum lugar em que os pescadores são mulheres e as sereias são homens. Em que os ‘sereios’ têm seios, cabelos de algas e tocam harpas feitas com linhas de pesca e as raparigas ‘pescadoras’ usam fatos de pele de peixe quando saem para o mar, cantando canções na frequência do coração humano (298.5Hz), convidando os peixes machos para as suas enormes redes tecidas com os seus cabelos e vinhas.
Os conteúdos de "Opera fiXi" inspiraram-se na pesca contemporânea, no rio Douro e na qualidade da sua água, na duração de uma jornada de pesca durante a noite e na poluição do rio que determina a taxa de mudança de sexo dos peixes.

O público dirigia-se à loja designada na Ribeira do Porto e era convidado a, gratuitamente, pedalar para ouvir a obra que se ia desdobrando ao longo da marginal do rio até ao farol, e de volta à loja. Um sistema único de localização identificava a posição do ciclista e as respetivas camadas de música de cada ponto do seu percurso.

O Visões Úteis colaborou com Kaffe Matthews na definição do percurso e da dramaturgia de "Opera fiXi", bem como na escrita das letras, na interpretação e na tradução de conteúdos entre português e inglês. Para além da equipa artística do Visões Úteis, "Opera fiXi" contou com a colaboração de um vasto leque de entidades, músicos e vozes.

O percurso de "Opera fiXi" tinha uma duração máxima aproximada de 1h30.

 

Opera fiXi:

Realizado com software baseado em localização desenvolvido por Dave Griffiths.

Bicicletas sónicas desenhadas por Kaffe Matthews e produzidas por timelab 2012.

Canções e música de Kaffe Matthews excepto as canções das ‘pescadoras’ que são adaptações de música tradicional portuguesa e escocesa.

Letras de Matthews, Carlos Costa e Ana Vitorino.


Vozes (por ordem)
:

Coro de raparigas 'pescadoras'/NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto): Cláudia Bastos, Helena Queirós, Márcia Santos, Paula Silva, Teresa Ruiz.

Coro da poluição/Instituto ORFF do Porto: Inês, João, Jorge, Luis, Manuel, Leonor, Vicente, Daniel.

Avatar: Ana Vitorino

Data Rapper: Nuno Moura

Coro de ‘pescadoras’/ Grupo Coral da Afurada: Rosa Maria, Maria José, Maria de Fátima, Fátima Ferreirinha, Sara Moreira, Emília Alda.

Capitão: Rui Rodrigues

Seis peixes machos: Carlos Costa, João Martins, Arsélio Martins, Pedro Carreira, Emanuel Costa, Vitorino Neves

Rapper: André Neves

Amantes: Fátima Almeida, Mário Moutinho

Poeta de rua: Adolfo Luxúria Canibal


Músicos:

Angelica Vázquez Salvi: harpa

João Martins: saxofones soprano e baixo, ‘laptop’ acústico

Kaffe Matthews: processamento electroacústico, contratear e gravações de campo.

Arranjos adicionais nos raps: Pedro Augusto


Tradutores: Ana Vitorino, Carlos Costa, João Martins


Agradecimentos
: Gustavo e Patrícia: Sonoscopia, Mário Azevedo, Pedro Vieira, Ricardo Rodrigues, Ricardo Organista, Ana Coutinho, Henrique Fernandes, João Vitorino, Alzira Matos, Senhor Domingos


Produção: Fundação de Serralves

 

"Opera fiXi" estreou no Porto (Ribeira) a 25 de maio de 2013, integrando a programação do "Serralves em Festa" 2013. Esteve disponível ao público até 23 de junho.

Monday, 02 September 2013 17:33

Corpo Casa Rua

"Se calhar não devíamos estar na rua..."

 

 

Sinopse

 

"Corpo Casa Rua" designa uma performance no espaço público que juntou 21 participantes, com idades entre os 8 e os 80 anos, pertencentes a quatro comunidades - os alunos das Aulas de Teatro do Serviço Educativo do Visões Úteis, alunos do Serviço Educativo do Balleteatro Escola Profissional, utentes seniores do Centro de Dia da Junta de Freguesia de Santo Ildefonso e reclusas do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo.

Durante 5 dias no mês de junho de 2013 os utilizadores do metro do Porto e o público em geral puderam cruzar-se com as "casas" e habitantes destas comunidades na Estação de Metro de São Bento (átrio principal) - numa performance que pretendeu gerar uma heterotopia, congregando num único espaço o que não está ou não pode estar junto à superfície. Um espetáculo de acesso gratuito e destinado a público de todas as idades.

Ao longo de três meses, "Corpo Casa Rua" reuniu 21 participantes de 4 grupos distintos, associados ao Serviço Educativo do Visões Úteis. Pretendemos, pela primeira vez, juntar a equipa artística do VU às comunidades que integram o nosso Serviço Educativo, num processo criativo em que as habituais metodologias de trabalho fossem forçadas a uma adaptação a contextos diversos, em termos sociais, culturais, económicos e geracionais. Na verdade, a experiência não seria completamente nova, porque há cerca de dez anos, e em colaboração com Isabel Alves Costa e o (extinto) Rivoli Teatro Municipal, já tínhamos arriscado algo parecido. Apenas parecido.
Desta vez, propusemo-nos a trabalhar uma vez por semana com cada um dos grupos: 4 crianças de uma turma de teatro do Serviço Educativo do Balleteatro, 6 seniores do Centro de Dia da Junta de Freguesia de Santo Ildefonso, 5 jovens da turma de teatro do Serviço Educativo do Visões Úteis e 6 mulheres reclusas no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo. E ao longo de 12 semanas fomos abordando exatamente as mesmas pistas de trabalho com cada grupo, partindo em cada semana de um motivo comum, mas necessariamente utilizando metodologias diferentes em cada contexto. E em comum, também, a necessidade de imaginar como seriam "os outros" - todos os nomes sem rosto -  de quem semanalmente cada grupo ouvia falar, mas que só conheceria na semana anterior às apresentações;

E assim fomos construindo um caleidoscópio em que se confundiam diferentes modos de definir identidade, tanto ao nível mais íntimo do Corpo - último reduto de cada um -  como ao nível do espaço público que partilhamos. E se nunca pretendemos tornar simples o que é complexo, também é verdade que nunca nos deixámos de surpreender com a imensa teia de consensos e antagonismos com que quotidianamente nos deparávamos, e cujos contornos se definiam por fatores (des)agregadores multiplos, em que a pedra de toque tanto podia ser a idade, o género, a biografia ou o contexto social.

E mais do que tentar expressar o visível - o que somos - tentamos paulatinamente expressar o invisível de que se tece o desejo do que gostaríamos de ser, ou de ter sido. Sempre imaginando que esta congregação de (im)possíveis se juntaria, num momento final, numa estação de Metro do Porto, criando assim uma heterótopia, na medida em que reuniria num mesmo espaço (subterrâneo) o que coexiste (à superfície) num mesmo tempo, mas nunca num mesmo espaço.

Não exageramos se dissermos que - nos quase 20 anos de atividade do VU -  este foi o processo criativo mais sujeito a contingências e transformações. Não só pela sua natureza em si - juntar o que não está junto - mas também pelo conturbado momento que o país atravessa e que nos levou a sucessivos cortes no orçamento da produção e um encaixe de sucessivos e incontroláveis fatores. E, a eleger o mais avassalador, teríamos que destacar as sucessivas convocações e desconvocações de greves pelo Corpo da Guarda Prisional, que constantemente conduziam ao encerramento de algumas das participantes nas suas celas durante 22 (!) horas por dia.

Por tudo isto, em "Corpo Casa Rua", ao fascínio deste processo criativo juntou-se uma muito particular obsessão com o produto, transformando-se este num desejo de efetivamente chegarmos todos juntos ao fim de um processo, que quotidianamente mostrava que tínhamos tudo para falhar, ou seja, para abandonarmos a convicção na possibilidade - ainda que transitória - da heterotopia.

Mas chegámos ao fim - ou melhor deveremos chegar ao fim. E, no seu final, acreditamos que "Corpo Casa Rua" se exprime de uma forma paradoxal: Por um lado, um processo centrado em consensos e numa noção de comunidade mais vasta do que o quotidianamente habitual; Por outro lado, um objeto em que, quase sempre, os consensos são preteridos pela convergência de ideias diferentes acerca do que partilhamos e do modo como o deveríamos fazer. Porque - e apesar de sermos todos tão "humanamente" parecidos em tantas coisas - a verdade é que todos pensamos de modo diverso.

Antes assim, em confronto aberto pela Praça de uma cidade que amamos, do que silenciados em nome de um consenso estúpido e hipócrita.

 

Corpo Casa Rua
42ª criação Visões Úteis

direção
Carlos Costa

dramaturgia
Ana Vitorino, Carlos Costa

cenografia, figurinos e adereços
Inês de Carvalho

cocriação e cocoordenação de participantes
Ana Azevedo

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho

vídeo
Tiago Afonso

coordenação de produção
Marina Freitas

interpretação e cocriação
Ana Cardoso, Ana Coelho, Carla Sofia Martins, Carmen Gonçalves, David Coelho, Emanuel Costa, Fernanda Barros, João Paulo Lima, Leonor Quinta, Margarida Pinto, Maria Emília, Maria José Mendes, Martim Pinto Paiva, Patrícia Martins, Patrícia Susana Alves, Rita Ribeiro, Rute Andreia Nunes, Sissi Aubert, Teresa Alves Pires, Teresa Fernanda Ramalheira e Vitorino Neves.

apoio
Metro do Porto, Condaltom, Sempre Versátil

colaboração
Teatro Nacional São João, Balleteatro Escola Profissional, Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo, Junta de Freguesia de Santo Ildefonso e Serviço Educativo do Visões Úteis

produção
Visões Úteis

"Corpo Casa Rua" apresentou-se de 17 a 21 de junho de 2013 na Estação de Metro de São Bento (átrio principal), no Porto.

  • «
  •  Start 
  •  Prev 
  •  1 
  •  2 
  •  3 
  •  4 
  •  5 
  •  6 
  •  7 
  •  8 
  •  9 
  •  10 
  •  Next 
  •  End 
  • »
Page 1 of 22

Premiering / Available for Touring

Latest


Facebook


Visões Úteis is funded by

Secretário de Estado da CulturaDirectorate-General for the Arts (DGARTES)

Visões Úteis is a member of

Plateia - Associação dos Profissionais das Artes CénicasIETM - International Network for Contemporary Performing ArtsAnna Lindh Foundation

Visões Úteis é associado

Associação dos Amigos do Teatro da Liberdade da Palestina - The Freedom Theatre e ZERO - Associação Sistema Terreste Sustentável