
A nossa "Teoria 5S" faz ainda este mês mais uma apresentação fora de portas, já no próximo dia 22 de maio (3ª) em Coimbra!
O espetáculo acontece no Teatro Académico Gil Vicente às 21h30; o bilhete geral tem o preço de 7€ e o bilhete com desconto 5€ (lotação limitada).

No próximo dia 11 de maio (6ª), "Teoria 5S" volta a subir à cena, mas agora numa apresentação conjunta com o seu “Lado B”, “Velocidade de Escape”.
Este espetáculo duplo acontece em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes, e terá início às 22h.
Bilhetes: 3€

Esta semana é lançada a primeira obra não dramática de Carlos Costa, o romance “cratera”, publicado pela Teodolito.
A ação de “cratera” – que será ponto de partida para um projeto que o Visões Úteis desenvolverá dentro de 3 anos - decorre na cidade do Porto, do centro para a periferia, da segurança para o desconhecido, da aparente ordem para o aparente caos. A partir do desaparecimento de um cão, o romance explora simultaneamente as tensões do indivíduo, da família e da cidade, jogando com a geografia de um território concreto em que as personagens são lentamente consumidas, como se a paisagem as engolisse.
O lançamento acontece neste sábado, dia 5 de maio, às 17h no MIRA Forum, e contará com apresentação de Gonçalo Vilas-Boas.

Foto: José Caldeira / Teatro Municipal do Porto
Esta 4ª feira, dia 2 de maio, a nossa "Teoria 5S" volta a apresentar-se num contexto muito especial: trata-se de duas apresentações, às 13h e às 15h, destinadas à equipa de funcionários da LIPOR – Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto.
A LIPOR tem implementado a abordagem Kaizen de melhoria contínua dos seus sistemas e operações, e foi este ano reconhecida com o 1º Prémio na categoria PMEs "Excelência no Sistema de Melhoria Contínua”, na 7ª Edição do Prémio Kaizen Lean, promovido pelo Kaizen Institute.
Aos espetáculos, que terão lugar no Auditório das instalações da LIPOR em Baguim do Monte, seguir-se-á uma conversa com o público sobre o modo como estas teorias e metodologias de organização são abordadas na nossa criação.

O projeto europeu “Reclaim the Future” entrou no seu segundo e último ano, ao longo do qual acontecerão os dois últimos eventos nacionais — em França (julho) e na Escócia (agosto) — e o evento final coletivo em Bruxelas (setembro).
Ao longo do passado mês de março finalizámos duas edições que documentam o trabalho que realizámos em Campanhã no âmbito de "Exige o Futuro", o evento português deste projeto, que aconteceu em julho de 2017:
um DVD que inclui o documentário de Nuno Santos, Sara Allen e Alexandra Allen sobre a preparação da nossa “Parada Desatada” com as comunidades locais, mas também outros dois filmes que testemunham a relação do Visões Úteis com Campanhã: “#Missão 06” de Alexandre Martins, a partir do processo criativo de “trans/missão”, e “Cidadão Cúmplice” de Nuno Santos e Tiago Santos, a partir da criação “Locus Logro”.
o livro “Ficou Tudo Ao Deus Dará: Histórias e memórias de um bairro demolido”, uma recolha que Márcia Andrade realizou entre os antigos habitantes do extinto bairro de S. Vicente de Paulo.
Estas duas edições serão lançadas numa sessão pública no próximo dia 13 de abril às 18h30 no Auditório da Junta de Freguesia de Campanhã.
Nesta sessão, onde será projetado o documentário de Nuno Santos, Sara Allen e Alexandra Allen, será também apresentado o trabalho de Cartografia Social que foi desenvolvido pelo investigador Pedro Rocha e o Curso de Performance em Comunidade que agora iniciamos. Com esta formação, orientada por Ana Azevedo, visa-se a preparação de membros das comunidades e grupos de Campanhã para a participação no evento final de “Reclaim the Future” em Bruxelas, criação codirigida por Inês de Carvalho.
Para além dos autores e responsáveis por estas atividades, estarão também presentes representantes da Junta de Freguesia de Campanhã, apoio central deste projeto, e da Câmara Municipal do Porto, que coproduziu “Exige o Futuro” no âmbito do programa Cultura em Expansão.

Na sequência da recente divulgação dos resultados provisórios do Programa de Apoio Sustentado às Artes, no próximo dia 6 de abril (6ª) às 18h realizam-se em várias cidades portuguesas concentrações que visam apelar a uma mudança no modelo de financiamento das artes performativa, e à correção do subinvestimento e das assimetrias regionais comprovadas.
Esta é uma iniciativa conjunta da Plateia, Rede, Cena-STE, Manifesto em Defesa da Cultura e Performart, e que reunirá profissionais e públicos em:
- Lisboa, Rossio (Praça D Pedro IV)
Na próxima semana, de 26 a 29 de abril, realiza-se no Porto o Plenário de Primavera do IETM - International network for contemporary performing arts, uma rede que agrega mais de 500 organizações e membros individuais da área das artes performativas.

Foto: Paulo Pimenta
Depois de ter regressado à estrada, em ciculação nacional na sua versão original, a nossa peça “trans/missão” está por estas semanas a ser adaptada e ensaiada numa versão para públicos internacionais.
O espetáculo tinha já sido adaptado internacionalmente o ano passado, numa recriação que o coletivo sueco Teatermaskinen fez no âmbito do projeto “Reclaim the Future”. Agora o texto original de Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins está a ser adaptado em língua inglesa, para que públicos de diferentes nacionalidades possam compreender e relacionar-se com o contexto histórico, cultural e social português, que é pano de fundo do conflito central desta peça.
Esta nova versão internacional do espetáculo será apresentada em agosto na Escócia (Hébridas Exteriores), mas ainda este mês — a 26 e 27 de abril (Auditório da Fundação Escultor José Rodrigues, Fábrica Social) — fará as suas primeiras apresentações no Porto, aquando do Plenário de Primavera do IETM.

A nossa criação “trans/missão” continua a visitar novas localidades por todo o país, e este mês viaja até Ronfe, freguesia do concelho de Guimarães.
Trata-se de uma apresentação integrada no projeto de descentralização cultural "ExcentriCidade - Outros palcos mais Cultura", desenvolvido pela Câmara Municipal de Guimarães, desde 2015, e que tem como objetivo estratégico a criação de novas centralidades de consumo e de criação artística e cultural, no domínio da dança, música, teatro e cinema.
“trans/missão” poderá ser vista no dia 14 de abril (sábado) no Salão Paroquial de Ronfe, às 21h30 (bilhete: 1€).

Foto: International Theatre Institute
Hoje celebramos mais um Dia Mundial do Teatro!
Uma celebração que acontece no momento em que, no plano europeu, diversas entidades pressionam a União Europeia para aumentar e estabilizar o financiamento às artes na moldura financeira plurianual pós “Europa 2020”, e em que, no plano nacional, criadores e estruturas enfrentam atrasos, indecisões e incompreensíveis decisões nos concursos de apoio à sua atividade.
Mas é também (sobretudo?) a nossa capacidade de resistência que celebramos neste dia, esta cíclica, quase indestrutível crença na mudança e no poder transformador do que fazemos. Celebramos a tenacidade não só dos que fazem, mas de todos aqueles que apoiam, divulgam, promovem, investigam, criticam, ensinam, defendem, assistem, precisam de teatro!
Este ano, para assinalar o 70º aniversário do Instituto Internacional do Teatro e sublinhando o carácter transcultural desta arte e do próprio Instituto, são cinco os autores das mensagens oficiais, representando as cinco regiões da UNESCO: África, América Latina e Caraíbas, Países Árabes, Europa e América do Norte, Ásia e Pacífico.
Conheça aqui os autores e as mensagens e aproveite as várias iniciativas e espetáculos que marcarão este dia em Portugal!