Visões Úteis

  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size
Home News Theatre Plays
Theatre Plays

Theatre Plays

"trans/mission" - Design:João Martins, Photo:Paulo Pimenta

Design: João Martins Photo: Paulo Pimenta

 
"
Era after era, from one Messiah to another, whether looking down our noses, whether hanging our head down. Yet always in herd. We manage, don’t we?"

In "trans/mission" a musician and a playwright share with the audience their work process in the creation of an Opera, which they hope will be revolutionary. A work that deals with the struggle and hardships of trying to organize and mobilize any sort of collective - be it an artistic team, a community or a whole population... of which the Portuguese is a specially good example.

However, throughout this public presentation, the divisions between the two artists become evident, as they engage in an open conflict that threatens to ruin the whole project!

“trans/mission” is a hybrid show, mixing theatre and music, in which the artistic collaborative process is used as the mirror of a national identity that seems incapable to mobilize and to inscribe itself historically. The play uses humor to explore the tension between thinking and acting, and our apparent incapacity to move on from accurate diagnostics to concrete change.

"trans/mission" is a coproduction between Visões Úteis and the Municipal Theatre of Porto and it included, in it's creation process, a group of special partnerships and collaborations in Music (NEFUP, Sonoscopia, Porta-Jazz, Ensemble Super Moderne), Photography (Paulo Pimenta and guest photographers invited by Mira Forum) and Sociology (Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto).

The play opened on the 21st of May 2015 in Porto, and is currently available for touring, both in Portuguese and in English.

 

Written and Directed by: Ana Vitorino, Carlos Costa, João Martins 

Original soundtrack and Sound Design: João Martins 

Cast: Carlos Costa (playwright), João Martins (musician)

Running Time: aprox. 60 minutes

Related Video

{mp}mOtwvRzPFGs{/mp}
Last modified on Tuesday, 13 November 2018 15:54
"Biodegradables" - a coproduction with National Theatre São João with the collaboration of two major laboratories: Grupo 3B’s  (Minho University) and IPATIMUP (Porto University)

A reflection about the physical effects of the passing of time, the way in which we deal with our finitude, as individuals and as a species, and the influence of technological ans scientific developments on our definition of "human".

"Biodegradáveis" parte de uma reflexão em torno dos limites da Biologia humana e do contacto próximo com investigadores científicos, para chegar, com uma saudável dose de humor à mistura, a uma celebração da contínua renovação da vida.

"A transformação em palco, seja de veteranos, seja de jovens, famosos ou desconhecidos, não cessa de deslumbrar. A actuação é pessoal, ao ponto de confundir o espectador sobre os limites convencionais da ficção e realidade, como não pode deixar de ser sempre que a actuação é boa." Jorge Louraço Figueira in Jornal Público


Related Video

Last modified on Monday, 31 August 2015 15:47

"Estamos a escutar mas não estamos a ouvir. Estamos a trabalhar. Só nos interessa ajudá-lo."

 


Sinopse


Uma secção de análise de informação. Três analistas. Um grupo de sujeitos para testar e um nunca acabar de factos, dados e sinais para monitorizar, anotar, editar ou eliminar. Na mesa, um caso em aberto: uma estranha história que resiste à interpretação racional, onde um sujeito (ou serão vários?) parece constantemente passar de culpado a inocente, de herói a traidor.

Em "Ficheiros Secretos" falamos de espionagem moderna - aquela em que a ação humana no terreno foi sendo substituida pela vigilância de sinais eletrónicos. Olhamos para esta gigantesca rede de sinais e para aquilo que de verdadeiramente humano se esconde por detrás dela - a nossa contínua necessidade de guardar e descobrir segredos, o nosso fascínio por tudo o que não entendemos mas sentimos estar relacionado de algum modo enigmático, e o medo que nos pode fazer abrir mão das mais básicas noções de liberdade e intimidade.

 

"Isto são factos. E não há factos que possam mudar o mundo, apenas as interpretações desses factos. O Visões Úteis sabe disso e é isso que nos mostra nesta peça: a dificuldade da interpretação. Perante os factos, como interpretá‑los de uma forma que faça sentido, que permita agir? É sobre esta dificuldade, a dificuldade da interpretação, que se funda este espetáculo e, com a inteligência que caracteriza as produções da companhia, o Visões Úteis aborda essa dificuldade, usando as ferramentas clássicas do teatro para ajudar a situá‑la no contexto dos dilemas sociais que o teatro nasceu para retratar."

Jorge Palinhos
 

 

Ficheiros Secretos
43ª criação Visões Úteis

texto e direção
Ana Vitorino, Carlos Costa  

cenografia e figurinos
Inês de Carvalho

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho  

cocriação
Pedro Carreira

colaboração na pesquisa
Ana Carvalho, Ricardo Lafuente/Manufactura Independente  

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Pedro Carreira e ainda João Martins voz-off Arsélio Martins  

co-produção
Visões Úteis / TNSJ

duração aproximada
1h40

classificação etária
M/16 anos

 

"Ficheiros Secretos" estreou a 14 de novembro de 2013 no Teatro Carlos Alberto (Porto), onde esteve em cena até dia 24. Em Março de 2014 o espetáculo apresentou-se no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra.

Last modified on Thursday, 05 March 2015 15:40

"Se calhar não devíamos estar na rua..."

 

 

Sinopse

 

"Corpo Casa Rua" designa uma performance no espaço público que juntou 21 participantes, com idades entre os 8 e os 80 anos, pertencentes a quatro comunidades - os alunos das Aulas de Teatro do Serviço Educativo do Visões Úteis, alunos do Serviço Educativo do Balleteatro Escola Profissional, utentes seniores do Centro de Dia da Junta de Freguesia de Santo Ildefonso e reclusas do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo.

Durante 5 dias no mês de junho de 2013 os utilizadores do metro do Porto e o público em geral puderam cruzar-se com as "casas" e habitantes destas comunidades na Estação de Metro de São Bento (átrio principal) - numa performance que pretendeu gerar uma heterotopia, congregando num único espaço o que não está ou não pode estar junto à superfície. Um espetáculo de acesso gratuito e destinado a público de todas as idades.

Ao longo de três meses, "Corpo Casa Rua" reuniu 21 participantes de 4 grupos distintos, associados ao Serviço Educativo do Visões Úteis. Pretendemos, pela primeira vez, juntar a equipa artística do VU às comunidades que integram o nosso Serviço Educativo, num processo criativo em que as habituais metodologias de trabalho fossem forçadas a uma adaptação a contextos diversos, em termos sociais, culturais, económicos e geracionais. Na verdade, a experiência não seria completamente nova, porque há cerca de dez anos, e em colaboração com Isabel Alves Costa e o (extinto) Rivoli Teatro Municipal, já tínhamos arriscado algo parecido. Apenas parecido.
Desta vez, propusemo-nos a trabalhar uma vez por semana com cada um dos grupos: 4 crianças de uma turma de teatro do Serviço Educativo do Balleteatro, 6 seniores do Centro de Dia da Junta de Freguesia de Santo Ildefonso, 5 jovens da turma de teatro do Serviço Educativo do Visões Úteis e 6 mulheres reclusas no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo. E ao longo de 12 semanas fomos abordando exatamente as mesmas pistas de trabalho com cada grupo, partindo em cada semana de um motivo comum, mas necessariamente utilizando metodologias diferentes em cada contexto. E em comum, também, a necessidade de imaginar como seriam "os outros" - todos os nomes sem rosto -  de quem semanalmente cada grupo ouvia falar, mas que só conheceria na semana anterior às apresentações;

E assim fomos construindo um caleidoscópio em que se confundiam diferentes modos de definir identidade, tanto ao nível mais íntimo do Corpo - último reduto de cada um -  como ao nível do espaço público que partilhamos. E se nunca pretendemos tornar simples o que é complexo, também é verdade que nunca nos deixámos de surpreender com a imensa teia de consensos e antagonismos com que quotidianamente nos deparávamos, e cujos contornos se definiam por fatores (des)agregadores multiplos, em que a pedra de toque tanto podia ser a idade, o género, a biografia ou o contexto social.

E mais do que tentar expressar o visível - o que somos - tentamos paulatinamente expressar o invisível de que se tece o desejo do que gostaríamos de ser, ou de ter sido. Sempre imaginando que esta congregação de (im)possíveis se juntaria, num momento final, numa estação de Metro do Porto, criando assim uma heterótopia, na medida em que reuniria num mesmo espaço (subterrâneo) o que coexiste (à superfície) num mesmo tempo, mas nunca num mesmo espaço.

Não exageramos se dissermos que - nos quase 20 anos de atividade do VU -  este foi o processo criativo mais sujeito a contingências e transformações. Não só pela sua natureza em si - juntar o que não está junto - mas também pelo conturbado momento que o país atravessa e que nos levou a sucessivos cortes no orçamento da produção e um encaixe de sucessivos e incontroláveis fatores. E, a eleger o mais avassalador, teríamos que destacar as sucessivas convocações e desconvocações de greves pelo Corpo da Guarda Prisional, que constantemente conduziam ao encerramento de algumas das participantes nas suas celas durante 22 (!) horas por dia.

Por tudo isto, em "Corpo Casa Rua", ao fascínio deste processo criativo juntou-se uma muito particular obsessão com o produto, transformando-se este num desejo de efetivamente chegarmos todos juntos ao fim de um processo, que quotidianamente mostrava que tínhamos tudo para falhar, ou seja, para abandonarmos a convicção na possibilidade - ainda que transitória - da heterotopia.

Mas chegámos ao fim - ou melhor deveremos chegar ao fim. E, no seu final, acreditamos que "Corpo Casa Rua" se exprime de uma forma paradoxal: Por um lado, um processo centrado em consensos e numa noção de comunidade mais vasta do que o quotidianamente habitual; Por outro lado, um objeto em que, quase sempre, os consensos são preteridos pela convergência de ideias diferentes acerca do que partilhamos e do modo como o deveríamos fazer. Porque - e apesar de sermos todos tão "humanamente" parecidos em tantas coisas - a verdade é que todos pensamos de modo diverso.

Antes assim, em confronto aberto pela Praça de uma cidade que amamos, do que silenciados em nome de um consenso estúpido e hipócrita.

 

Corpo Casa Rua
42ª criação Visões Úteis

direção
Carlos Costa

dramaturgia
Ana Vitorino, Carlos Costa

cenografia, figurinos e adereços
Inês de Carvalho

cocriação e cocoordenação de participantes
Ana Azevedo

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho

vídeo
Tiago Afonso

coordenação de produção
Marina Freitas

interpretação e cocriação
Ana Cardoso, Ana Coelho, Carla Sofia Martins, Carmen Gonçalves, David Coelho, Emanuel Costa, Fernanda Barros, João Paulo Lima, Leonor Quinta, Margarida Pinto, Maria Emília, Maria José Mendes, Martim Pinto Paiva, Patrícia Martins, Patrícia Susana Alves, Rita Ribeiro, Rute Andreia Nunes, Sissi Aubert, Teresa Alves Pires, Teresa Fernanda Ramalheira e Vitorino Neves.

apoio
Metro do Porto, Condaltom, Sempre Versátil

colaboração
Teatro Nacional São João, Balleteatro Escola Profissional, Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo, Junta de Freguesia de Santo Ildefonso e Serviço Educativo do Visões Úteis

produção
Visões Úteis

"Corpo Casa Rua" apresentou-se de 17 a 21 de junho de 2013 na Estação de Metro de São Bento (átrio principal), no Porto.

Last modified on Thursday, 12 December 2013 17:38
Page 2 of 11

Latest


Facebook


Visões Úteis is funded by

Secretário de Estado da CulturaDirectorate-General for the Arts (DGARTES)

Visões Úteis is a member of

Plateia - Associação dos Profissionais das Artes CénicasIETM - International Network for Contemporary Performing ArtsAnna Lindh Foundation

Visões Úteis é associado

Associação dos Amigos do Teatro da Liberdade da Palestina - The Freedom Theatre ZERO - Associação Sistema Terreste Sustentável