Visões Úteis

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Tudo o que queria saber sobre o financiamento da actividade do Visões Úteis

Theatre Plays

“Esta celebração interminável. Vai ser a minha morte.”

“Celebração” parte de dois textos: “Eu que servi o Rei de Inglaterra” do checo Bohumil Hrabal (adaptado) e “A Monologue” do inglês Gregory Motton. De um lado, um homem prepara a mesa onde será servida uma grande refeição. Do outro, um homem senta-se dignamente à mesa saboreando a sua refeição. A imagem pode ser enganadora ­ o primeiro prepara-se para seguir o exemplo dos homens bem sucedidos que até aí serviu, e o segundo é de facto um condenado à morte.
Dois monólogos que representam as duas faces daquele momento em que o mundo se divide entre os que celebram e os que são marginalizados ou mesmo eliminados.

Estreou a 22 de Março de 2002 no Tzero.com.palco no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Vila Real, Espinho, Aveiro, Maia e Paços de Brandão num total de 30 apresentações.

direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

concepção plástica
Paulo Soares

construção cenográfica
Pedro Leitão e Vau Produções

confecção de figurinos
Branca Elísio

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho

design gráfico
Vitor Azevedo

operação som e luz
Ana Vitorino

produção executiva
Ágata Marques Fino

"Eu que servi o Rei de Inglaterra" de Bohumil Hrabal

tradução
Ludmila Dismanová e Mário Gomes

adaptação
Ana Vitorino

interpretação
Carlos Costa

"Um Monólogo" de Gregory Motton

tradução
Carlos Costa

interpretação
Pedro Carreira

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:31

“Olha para mim. Tenho os olhos castanhos.”

Última parte do projecto “Visíveis na Estrada através da Orla do Bosque”. Depois de viajar pela Europa à procura das fronteiras que nos definem ou nos aniquilam , fica a ideia de que os muros se erguem, sem que saibamos como, exactamente onde nos prometem o fim de todas as fronteiras. E a certeza redobrada que se perdermos o nosso local não seremos nunca universais. Mas sorrimos.
E de sorriso aberto contra o grande momento que nos prometem e chamando a Mentira pelo nome, desligamos o televisor e entoamos uma cantiga parva que se esconde na memória.

Co-produção com o Teatro Nacional São João e Auditório Nacional Carlos Alberto no âmbito do PONTI e integrada na Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura.
Estreou a 6 de Outubro de 2001 no Teatro do Campo Alegre no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Aveiro, Bragança e Coimbra num total de 19 apresentações.

concepção, dramaturgia e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

texto
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Casimiro e Pedro Carreira

cenografia, figurinos e adereços
Paulo Soares

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

música adicional
Manu Chao, Jorge Palma, Costas Bravakis e Michael Palin

desenho de luz
José Carlos Coelho

construção e montagem cenográfica
José Maria Calisto, Albano Martins, José Patacão, Alexandre Mota

assistência de iluminação
Natércia Lopes

design gráfico
Vitor Azevedo/DeC

operação de luz
Natércia Lopes/António Pedro Soares

operação de som
João Martins

interpretação
Ana Azevedo, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

produção executiva
Ágata Marques Fino

Last modified on Monday, 08 November 2010 12:10

“Eles são os culpados. Sempre.”

Primeira parte do projecto "Visíveis na Estrada através da Orla do Bosque". Falamos de fronteiras, dos eles e do outro lado ou ao nosso lado, dos heróis que atravessam fronteiras e daqueles que as erguem, da forma como falamos uns com os outros ou como disfarçamos a nossa impotência. Quatro situações, quatro fronteiras, quatro linguagens. Um homem discursa sobre a paz que quer querer mas não consegue; um colóquio sobre todos nossos eles e todos os eles que somos; uma conversa para as câmaras entre um herói derrotado pela situação e um oportunista que a domina; uma instalação em que a memória vai sendo comida pela peste que nenhuma fronteira detém.

Integrada nos Teatros do Outro da Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura.
Estreou a 19 de Abril de 2001 no espaço Maus Hábitos no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Macedo de Cavaleiros, Aveiro, Estarreja e Vila Pouca de Aguiar num total de 18 apresentações.

concepção, dramaturgia e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

banda sonora original, sonoplastia e operação de som
João Martins

colaboração na cenografia
Paulo Soares

figurinos
Sofia Matos Soares

design gráfico
Vitor Azevedo/DeC

interpretação
Alzira Matos, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

voz off
Diogo Dória

produção executiva
Ágata Marques Fino

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:11

“Há sempre qualquer merda que está mal.”

As palavras são sempre as erradas. O momento nunca é oportuno. As decisões nunca são o que parecem. As relações não correm nunca como nos romances nem nos filmes. Corremos uns para os outros e acabamos a empurrar-nos. Se conseguíssemos ser normais... Só por um instante.
Trabalho criado em estreita colaboração com o autor, Gregory Motton, cimentando uma relação de cumplicidade que muito nos orgulha.

Co-produção com a Culturporto/Rivoli-Teatro Municipal e Centro Cultural de Belém.
Estreou a 16 de Novembro de 2000 no Rivoli no Porto. Além do Porto foi apresentado em Lisboa, Beja, Coimbra, Póvoa do Varzim, Viana do Castelo, Portalegre e Estarreja num total de 27 apresentações.

Recado aos Corações Despedaçados (no original Message for the Broken Hearted) é uma peça da autoria de Gregory Motton, escrita em 1991 e apresentada pela primeira vez ao público no Liverpool Playhouse em 1993, numa encenação de Ramin Gray.

A produção do Visões Úteis é a primeira deste texto em Portugal e partiu de uma tradução de Pedro Marques revista por Maria Helena Guimarães.

Para a criação deste espectáculo os seus directores e intérpretes— Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira— estiveram em Londres a trabalhar com o autor, Gregory Motton, no início do processo de ensaios.

Destas sessões de trabalho, onde estiveram também presentes Ramin Gray e Pedro Marques, surgiu não só a versão final da tradução que levamos à cena como uma aprofundada análise dramatúrgica que determinou o posterior trabalho de encenação, levado a cabo em Portugal.

realização plástica
Paulo Soares

figurinos
Sofia Matos Soares

desenho de luz
Pedro Marques

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

fotografia
Susana Paiva

imagem gráfica
Vitor Azevedo

produção executiva
Ágata Marques Fino

secretariado
Nuno Casimiro

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:11
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