Visões Úteis

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Home Funding Theatre Plays
Tudo o que queria saber sobre o financiamento da actividade do Visões Úteis

Theatre Plays

A Play that takes a satirical view on Europe’s decision making processes.

THE COMMITTEE is a good humoured reflection on the present mechanisms of political and economical decision making in Europe. The play is presented on a meeting room – or any other space where a big meeting could be held - and shows how language can be used as a tool for imposing power and hiding the truth.

Around a large meeting table, the members of a Steering Committee (the actors) sit with the rest of the Committee members (the audience) and try to present them, in a persuasive way, the Action Plan they have prepared. Elaborate graphics, complex terminologies and bureaucratic procedures are the weapons used to hide the incompetence and safeguard the interests of these “serious” individuals! In the end, the Action Plan will be submitted to the audience’s approval through a voting. Will there be a consensus?

THE COMMITTEE

36th Creation from Visões Úteis

 

text and direction

Ana Vitorino and Carlos Costa

dramaturgy collaboration

Nuno Casimiro

costumes and props

Inês de Carvalho

original soundtrack

João Martins

lighting

José Carlos Gomes

graphics and audiovisual effects

João Martins / entropiadesign

photography

Paulo Pimenta

lights and sound operation

Luís Ribeiro

executive production and stage management

Joana Neto

production assistance

Helena Madeira

graphic design

entropiadesign based on an illustration by Ricardo Lafuente

cast

Ana Vitorino, Carlos Costa, Pedro Carreira and also Joana Neto and Luís Ribeiro special participation (on video) Nuno Casimiro, João Teixeira Lopes, José Pinto da Costa, Miguel Guedes, Alice Costa, Carolina Gomes, Raquel Carreira, Ana Azevedo, João Martins and José Carlos Gomes.

production

Visões Úteis

 

age ratting

12 years and older

running time

80 minutes

 

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Last modified on Sunday, 05 November 2017 19:21

“Isto é uma nova espécie de socialismo. É o socialismo para os ricos. Para os outros está tudo na mesma. Só para os bancos é que há socialismo. O resto do pessoal continua tão à rasca como dantes. E é nesta altura que começamos a sentir uma certa sensação de injustiça, ou não é?”

“Boom & Bang”, adaptação de “The power of yes” de David Hare, é um espectáculo “portátil” – fácil de transportar, rápido de montar – em que rimos (para não chorar) com a crise financeira que em 2008 abalou o mundo e mexeu com o quotidiano de todos nós.

Sinopse

Na sequência da crise económica que explodiu em Setembro de 2008, o National Theatre (Londres, Inglaterra) encomendou ao dramaturgo David Hare uma peça de teatro que se confrontasse com a referida situação e com os seus protagonistas. O resultado final foi um texto rigoroso e complexo– em que se recusa qualquer desejo excessivo de dramatização e se procura antes contar uma história de ambição e ganância– intitulado “O poder do sim”, e bem a propósito sub-intitulado “Um dramaturgo tenta compreender a crise financeira”, cuja estreia mundial aconteceu, precisamente, no National Theatre de Londres, em Setembro de 2009.
Na versão do Visões Úteis, “Boom & Bang”, apresenta-se vocacionado para um contacto muito próximo com o público, através do trabalho de 3 actores que convocam uma pluralidade de protagonistas da crise financeira, sem esquecer uma imprescindível aproximação à realidade portuguesa, no que podemos classificar de um espectáculo extremamente divertido, apesar de não ter piada nenhuma!

“Boom & Bang”
35ª criação Visões Úteis
a partir de “The power of yes” de David Hare

dramaturgia e direcção
Ana Vitorino e Carlos Costa

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa e Pedro Carreira

projecto fotográfico
Paulo Pimenta

coordenação técnica e operação
Luís Ribeiro

produção executiva
Joana Neto

assistência de produção
Helena Madeira

design gráfico
entropiadesign a partir de imagem de Ricardo Lafuente

duração aproximada
50 minutos

classificação etária
M12

“Boom & Bang” estreou a 26 de Janeiro de 2010 no Labirintho Bar (Porto).
Até ao final de 2013 itinerou de Norte a Sul do país, com espectáculos em Bragança, Covilhã, Vila Real, Torres Vedras, Chaves, Lamego, Penalva do Castelo, Mirandela, Mem Martins, Quinta do Conde, Pinhal Novo, Celorico da Beira, Seia, Torres Vedras, Oeiras, Leça da Palmeira, Coimbra, Famalicão, Aveiro, Ovar, Portalegre, Castêlo da Maia, Lisboa, Sintra, Barcelos e Penafiel.

Em 2013 o espetáculo foi (re)traduzido e adaptado para língua inglesa, apresentando-se pela primeira vez fora de Portugal, na Ilha de Sifnos (Grécia) a 4 de julho, no âmbito do projeto "Sifnos Crisis".

Continua ainda disponível para itinerância, nas versões portuguesa e inglesa

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Last modified on Thursday, 05 February 2015 00:42

“E enquanto corto a cebola penso num final feliz; um final em que não morra tanta gente.”

“O Anzol” é a segunda incursão do Visões Úteis na obra da dramaturga catalã Gemma Rodríguez. A peça mostra um momento decisivo na vida de três personagens que, nas palavras da  autora, “têm em comum as suas vidas fracassadas mas não perdem a esperança de apanhar o anzol da felicidade”.

“O Anzol” estreou a 23 de Abril de 2009 no Pequeno Auditório do Teatro Municipal de Vila Real.

Sinopse

“O Anzol” retrata um momento crítico na vida de três “perdedores” : Lena, o seu pai e a sua vizinha do lado, Irene.
Lena decidiu convidar o pai, um ex-alcoólico em recuperação com quem não fala há dois anos, para um jantar. Enquanto espera que ele chegue, desespera com o atraso do seu companheiro, que já deveria ter chegado a casa com os filhos dela. No apartamento ao lado, Irene aguarda a chegada dos funcionários do gás, que chamou após ter detectado uma fuga. A caminho do edifício, o pai de Lena prepara-se para tentar recuperar o amor dos netos e a confiança da filha.

Influenciada pela dramaturgia alemã contemporânea, em “O Anzol” Gemma Rodríguez alia com mestria a amargura à comicidade, a fantasia poética à rude realidade, numa obra em que a tensão cresce minuto a minuto, em direcção a um desfecho que tem tanto de dramático como de banal.

“O Anzol”
34ª criação Visões Úteis / uma co-produção com o Teatro Municipal de Vila Real

texto
Gemma Rodríguez

tradução e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins

cenografia e figurinos
Inês de Carvalho

desenho de luz
José Carlos Coelho

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Pedro Carreira
e Gemma Rodríguez e Paula Seabra (voz-off)

coordenação técnica
Luís Ribeiro

assistência cenográfica
Rui Azevedo

produção executiva
Joana Neto

assistência de produção
Helena Madeira

design gráfico
entropiadesign a partir de imagem de Ricardo Lafuente

classificação etária
M/12

duração
60 minutos

“O Anzol” estreou a 23 de Abril de 2009 no Pequeno Auditório do Teatro Municipal de Vila Real no âmbito do Festival Vinte e Sete. Em Dezembro de 2009 esteve em cena no Teatro Helena Sá e Costa (Porto).

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Last modified on Thursday, 05 February 2015 00:47

“Meu filho, porque estás tu a tremer?
Pai, o Rei dos Elfos, não o estás a ver?
O Rei dos Elfos de cauda e coroa?
Meu filho, é só o nevoeiro que voa.”

“Muna” é um projecto que parte de uma mesma concepção dramatúrgica, plástica e sonora para dar origem a dois espectáculos: um apresentado de dia— “Muna” para a infância— e outro apresentado de noite— “Muna” para adultos. Inspirando-nos no poema “O Rei dos Elfos” de Goethe e no universo do ilustrador Júlio Vanzeler, exploramos o território entre o sonho e o acordar, onde a realidade e a ficção se unem e onde habitam todas as coisas sem nome que nos causam simultaneamente fascínio e medo. O espectáculo foi produzido em colaboração com os Teatros Nacionais São João e Dona Maria II.

“Muna” estreou a 18 Junho (versão para a infância) e a 20 Junho (versão para adultos) de 2008 no Teatro Carlos Alberto no Porto.

Sinopse

Versão para a infância

Num quarto uma criança está deitada na cama. Está doente e os pais vigiam-na. No seu sono de febre a criança mergulha num território estranho e desconhecido, onde se imagina um super-herói. Os objectos e vozes do quarto confundem-se com as personagens excêntricas desse mundo sonhado. O nosso herói vive uma aventura inesperada com um pé na realidade e outro na fantasia. Enquanto luta com o Rei dos Elfos para salvar a lua roubada, toma o xarope que a mãe lhe dá.

Versão para adultos

Num quarto um pai que perdeu um filho está deitado na cama. No seu delírio de dor mergulha num território estranho e desconhecido de onde não consegue fugir. As memórias e os remorsos confundem-se com as personagens bizarras desse mundo que inexplicavelmente o interpela. Numa batalha perdida à partida, o pai tenta dominar a sua esmagadora impotência. Num mundo que foge a qualquer lógica, tenta encontrar o caminho de volta à realidade.

Estreou a 18 Junho (versão para a infância) e a 20 Junho (versão para adultos) de 2008 no Teatro Carlos Alberto no Porto, e em Outubro seguinte esteve em cena no Teatro Nacional Dona Maria II em Lisboa. Em Dezembro de 2008 foi ainda apresentado no Auditório da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (versão para a infância) e em Outubro de 2009 ambas as versões estiveram em reposição no Teatro Helena Sá e Costa (Porto). Muna fez já um total de cerca de 50 apresentações. Continua disponível para itinerância.

dramaturgia e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins

cenografia e adereços
João Calvário

figurinos
Ana Luena

a partir de ilustrações originais de
Júlio Vanzeler

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho

caracterização
Anita Novais

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, João Martins, Pedro Carreira, Rui Queirós de Matos e Raquel Carreira (voz-off)

assistência de cenografia e adereços
Rui Azevedo

execução de adereços adicionais
Suzete Rebelo

execução de guarda-roupa
Ana Maria Fernandes, Glória Costa

pintura de figurinos
Catarina Felgueiras

execução de cenografia
Américo Castanheira/Tudo Faço

coordenação de montagem e assistência de iluminação
Luís Ribeiro

assistência de produção
Helena Madeira

produção executiva
Marina Freitas

Last modified on Monday, 08 November 2010 12:10
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