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“Sr. Samsa! Então?
O que é que se passa?”

No final de 1998 trabalhámos ao ritmo de Kafka num escritório: ao ritmo do relógio, naquela que foi até hoje a nossa produção mais complexa. Foi um prazer ver como profissionais como o José Wallenstein, o Jorge Ribeiro e a Vera Castro se conseguiram adaptar aos poucos meios de que dispúnhamos e sempre com brio e perfeccionismo se mantiveram fieis a uma ideia artística de grande produção.

Estreou a 19 de Novembro de 1998 no Auditório Nacional Carlos Alberto no Porto onde teve 9 apresentações.

texto
Franz Kafka

tradução
Gabriela Fragoso

encenação e adaptação
José Wallenstein

cenografia e figurinos
Vera Castro

música e desenho de som
Albrecht Loops

desenho de luz
Jorge Ribeiro

fotografia
Limamil

realização vídeo
Limamil e Alberto Fernandes

adereços
João Calvário e Eduardo Loio

construção de cenário
Luís Batista

construção de mobiliário
Paulo Custódio Almeida Santos

confecção de figurinos
Branca Elísio

gravação voz off
SomNorte

concepção de material gráfico
Eduardo Loio

fotografia do cartaz
Limamil

design gráfico
DeC

direcção de cena
Eduardo Loio

operação de som
Nuno Aragão (ANCA) e Serafim Ribeiro

operação de luz
José Rodrigues (ANCA)

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Martins, Jorge Paupério, Martinho Silva, Paulo Rodrigues e Pedro Carreira

voz off
Ada Pereira da Silva e José Wallenstein

vídeo
Ada Pereira da Silva

coordenação e produção executiva
Ada Pereira da Silva

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:10

“Trata-se de uma máquina muito especial.”

Com este espectáculo iniciámos a Trilogia da Punição de Kafka e quisemos fazer uma segunda tentativa de criação colectiva. No meio de muito ruído surgiu a luz ao fundo do túnel e criámos um espectáculo sem rede em cima de andaimes. A partir de uma ideia plástica surgiu o resto. Não havia cenário, havia a Máquina. Não havia público, havia os visitantes da Colónia Penal do Kafka. Foi como dar vida a algo que vivia de nós, se alimentava de nós e que tinha vida para além de nós. A ideia da criação colectiva deu os seus frutos e ficámos com a certeza que era por aí que queríamos ir, que uma criação colectiva pode não ser uma soma de ideias mas sim o confronto de vontades do qual nasce a ideia em si. A Máquina pode não ter sido o espectáculo ideal mas foi com certeza um dos motores de uma forma de estar no Visões Úteis.

Estreou a 7 de Julho de 1998 no Mosteiro de São Bento da Vitória no Porto onde teve 35 apresentações.

textos
Franz Kafka

Criação colectiva de
Albrecht Loops, Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Fernandes, Eduardo Loio, Laia Oms, Limamil, Lucinda Gomes, Nuno Diogo e Pedro Carreira.

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:09

“Nunca mais foste o mesmo depois daquilo.
Nunca mais serás o mesmo depois disto.”

Com o "actor mais velho" Diogo Dória aprendemos como pode ser bom ouvir o silêncio e lançar palavras.
Há já muito tempo que desejávamos fazer Beckett com o seu universo de fantasmas que não encontram o seu sentido senão no vazio de um quarto, numa esquina de rua ou dentro do crânio de cada pessoa que os escuta.
Para nós foi um trabalho extremamente gratificante e fez-nos pensar: "Será que começamos a fazer sentido?"

Estreou a 9 de Abril de 1998 no Balleteatro Auditório no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Aveiro, Guarda, Covilhã, Lisboa e Coimbra num total de 23 apresentações.

textos
Samuel Beckett

tradução
Diogo Dória, Luís Miguel Cintra, Liberto Cruz e Miguel Serra Pereira

selecção, montagem de textos e encenação
Diogo Dória

cenografia, figurinos e grafismo
Eduardo Loio

confecção de figurinos
Armanda Neto

banda sonora e sonoplastia
Albrecht Loops

desenho de luz
Laia Oms

fotografia
Limamil

direcção de montagem
Laia Oms/Pedro Carreira

operação de luz
Laia Oms/Paulo Rodrigues

operação de som
Lucinda Gomes/Alexandra Lobato

registo vídeo
João Nuno Martins e Edgard Fernandes

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

produção executiva
Lucinda Gomes

assistência de produção
Alexandra Lobato

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:09

“Não vão precisar de trabalhar, vão ter só de representar, que não se pode dizer que seja trabalhar, é só dizer umas coisas.”

No fnal de 1997 quisemos contar uma história sem grandes mensagens, para toda a gente. Uma história simples, de pessoas simples, de pessoas isoladas, de pessoas que sonham, de sonhos que se concretizam, de anos, de solidão e com humor. Com o António Feio a encenar um texto de Martin McDonagh rimos, chorámos e falámos "Açoreano" na Ilha do Corvo onde nunca estivemos mas acerca da qual temos um imaginário fértil.
Nunca tínhamos simplesmente contado uma história.
Gostámos e um dia destes havemos de repetir, na atura certa, mesmo que outras mentes iluminadas achem que não devíamos fazer "essas coisas".

Estreou a 27 de Novembro de 1997 no Rivoli no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Estremoz num total de 15 apresentações.

texto
Martin McDonagh

tradução e adaptação
António Feio

encenação
António Feio

cenografia
Eduardo Loio

figurinos
Eduardo Loio

execução de figurinos
Armanda Neto

caracterização
Aurora Gaia

música
Albrecht Loops

desenho de luz
Laia Oms

fotografia
Limamil

concepção gráfica
Eduardo Loio

registo vídeo
João Nuno Martins

direcção de montagem
Laia Oms

operação de luz
Laia Oms

operação de som
Paulo Rodrigues/Lucinda Gomes

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Anabela Mira, Carlos Costa, Catarina Martins, Fernando Moreira, Miguel Cabral, Nuno Cardoso e Pedro Carreira

produção executiva
Lucinda Gomes

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:09
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